11Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe na cara, porque era repreensível. 12Pois antes de chegarem alguns da parte de Tiago, ele comia com os gentios; mas quando eles chegaram, se foi retirando e se apartava deles, temendo os que eram da circuncisão. 13E os outros judeus também dissimularam com ele, de modo que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação.
20E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha. 21Bebeu do vinho, e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda. 22E Cão, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai, e o contou a seus dois irmãos que estavam fora. 23Então tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre os seus ombros, e andando virados para trás, cobriram a nudez de seu pai, tendo os rostos virados, de maneira que não viram a nudez de seu pai. 24Despertado que foi Noé do seu vinho, soube o que seu filho mais moço lhe fizera;
11Quando ele estava prestes a entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista; 12e acontecerá que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é mulher dele. E me matarão a mim, mas a ti te guardarão em vida. 13Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma em atenção a ti.
10Moisés e Arão reuniram a assembléia diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes! Porventura tiraremos água desta rocha para vós? 11Então Moisés levantou a mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu água copiosamente, e a congregação bebeu, e os seus animais. 12Pelo que o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não me crestes a mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso não introduzireis esta congregação na terra que lhes dei. 13Estas são as águas de Meribá, porque ali os filhos de Israel contenderam com o Senhor, que neles se santificou.
12Que vos parece? Se alguém tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará as noventa e nove nos montes para ir buscar a que se extraviou? 13E, se acontecer achá-la, em verdade vos digo que maior prazer tem por esta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram. 14Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que venha a perecer um só destes pequeninos. 15Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão;
4Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre? 5E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo; 6e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido. 7Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. 22Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés; 23trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos, 24porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se. 25Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e quando voltava, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças; 26e chegando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. 27Respondeu-lhe este: Chegou teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. 28Mas ele se indignou e não queria entrar. Saiu então o pai e instava com ele. 29Ele, porém, respondeu ao pai: Eis que há tantos anos te sirvo, e nunca transgredi um mandamento teu; contudo nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com os meus amigos; 30vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. 31Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu; 32era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Se alguém for surpreendidoCBA
Gálatas 6:124E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
25Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito.
22Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. 23a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.
19Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, 20a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, 21as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.
2Só isto quero saber de vós: Foi por obras da lei que recebestes o Espírito, ou pelo ouvir com fé?
3Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.
18Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
19Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. 20Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 21Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo. 22Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; 23mas vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros. 24Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
EspirituaisCBA
Gálatas 6:118Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
3Sois vós tão insensatos? tendo começado pelo Espírito, é pela carne que agora acabareis?
Corrigi-oCBA
Gálatas 6:119Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, 26Não nos tornemos vangloriosos, provocando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.
22Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. 23a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.
Ao lidar com os que se desviaram, devemos, mais do que em qualquer outra circunstância, praticar a regra áurea (ver com. de
12Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.
3Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já julguei, como se estivesse presente, aquele que cometeu este ultraje. 4Em nome de nosso Senhor Jesus, congregados vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus, 5seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.
5Ora, se alguém tem causado tristeza, não me tem contristado a mim, mas em parte (para não ser por demais severo) a todos vós. 6Basta a esse tal esta repreensão feita pela maioria. 7De maneira que, pelo contrário, deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja devorado por excessiva tristeza. 8Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. 9É pois para isso também que escrevi, para, por esta prova, saber se sois obedientes em tudo. 10E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; pois, o que eu também perdoei, se é que alguma coisa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não leve vantagem sobre nós; 11porque não ignoramos as suas maquinações.
14Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; 15se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.
1Não julgueis, para que não sejais julgados. 2Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. 3E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? 4Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.
10Vede, não desprezeis a nenhum destes pequeninos; pois eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêm a face de meu Pai, que está nos céus. 11[Porque o Filho do homem veio salvar o que se havia perdido.] 12Que vos parece? Se alguém tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará as noventa e nove nos montes para ir buscar a que se extraviou? 13E, se acontecer achá-la, em verdade vos digo que maior prazer tem por esta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram. 14Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que venha a perecer um só destes pequeninos. 15Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão; 16mas se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada. 17Se recusar ouvi-los, dize-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano. 18Em verdade vos digo: Tudo quanto ligardes na terra será ligado no céu; e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu. 19Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. 20Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. 21Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? 22Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete. 23Por isso o reino dos céus é comparado a um rei que quis tomar contas a seus servos; 24e, tendo começado a tomá-las, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; 25mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que se pagasse a dívida. 26Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, tem paciência comigo, que tudo te pagarei. 27O senhor daquele servo, pois, movido de compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida. 28Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves. 29Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei. 30Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. 31Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor. 32Então o seu senhor, chamando-o á sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste; 33não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti? 34E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. 35Assim vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão.
BranduraCBA
Gálatas 6:15Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.
23a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.
29Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas.
Guarda-teCBA
Gálatas 6:1