7Nesse tempo edificou Salomão um alto a Quemós, abominação dos moabitas, sobre e monte que está diante de Jerusalém, e a Moleque, abominação dos amonitas. 33Porque me deixaram, e se encurvaram a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemés, deus dos moabitas, e a Milcom, deus dos amonitas; e não andaram pelos meus caminhos, para fazerem o que parece reto aos meus olhos, e para guardarem os meus estatutos e os meus preceitos, como o fez Davi, seu pai.
2Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros peregrinos em Israel, que der de seus filhos a Moloque, certamente será morto; o povo da terra o apedrejará. 3Eu porei o meu rosto contra esse homem, e o extirparei do meio do seu povo; porquanto eu de seus filhos a Moloque, assim contaminando o meu santuário e profanando o meu santo nome. 4E, se o povo da terra de alguma maneira esconder os olhos para não ver esse homem, quando der de seus filhos a Moloque, e não matar, 5eu porei o meu rosto contra esse homem, e contra a sua família, e o extirparei do meio do seu povo, bem como a todos os que forem após ele, prostituindo-se após Moloque.
2Dize a Arão e a seus filhos que se abstenham das coisas sagradas dos filhos de Israel, as quais eles a mim me santificam, e que não profanem o meu santo nome. Eu sou o Senhor. 32Não profanareis o meu santo nome, e serei santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o Senhor que vos santifico,
20E, chegando às nações para onde foram, profanaram o meu santo nome, pois se dizia deles: São estes o povo do Senhor, e tiveram de sair da sua terra. 21Mas eu os poupei por amor do meu santo nome, que a casa de Israel profanou entre as nações para onde foi. 22Dize portanto à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Não é por amor de vós que eu faço isto, o casa de Israel; mas em atenção ao meu santo nome, que tendes profanado entre as nações para onde fostes; 23e eu santificarei o meu grande nome, que foi profanado entre as nações, o qual profanastes no meio delas; e as nações saberão que eu sou o Senhor, diz o Senhor Deus, quando eu for santificado aos seus olhos.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Dedicar-se a MoloqueCBA
Levítico 18:212Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros peregrinos em Israel, que der de seus filhos a Moloque, certamente será morto; o povo da terra o apedrejará. 3Eu porei o meu rosto contra esse homem, e o extirparei do meio do seu povo; porquanto eu de seus filhos a Moloque, assim contaminando o meu santuário e profanando o meu santo nome. 4E, se o povo da terra de alguma maneira esconder os olhos para não ver esse homem, quando der de seus filhos a Moloque, e não matar, 5eu porei o meu rosto contra esse homem, e contra a sua família, e o extirparei do meio do seu povo, bem como a todos os que forem após ele, prostituindo-se após Moloque.
10Profanou a Tofete, que está no vale dos filhos de Hinom, para que ninguém fosse passar seu filho ou sua filha pelo fogo a Moloque.
35Também edificaram os altos de Baal, que estão no vale do filho de Hinom, para fazerem passar seus filhos e suas filhas pelo fogo a Moloque; o que nunca lhes ordenei, nem me passou pela mente, que fizessem tal abominação, para fazerem pecar a Judá.
7Nesse tempo edificou Salomão um alto a Quemós, abominação dos moabitas, sobre e monte que está diante de Jerusalém, e a Moleque, abominação dos amonitas.
5Salomão seguiu a Astarete, deusa dos sidônios, e a Milcom, abominação dos amonitas. 33Porque me deixaram, e se encurvaram a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemés, deus dos moabitas, e a Milcom, deus dos amonitas; e não andaram pelos meus caminhos, para fazerem o que parece reto aos meus olhos, e para guardarem os meus estatutos e os meus preceitos, como o fez Davi, seu pai.
13O rei profanou também os altos que estavam ao oriente de Jerusalém, à direita do Monte de Corrupção, os quais Salomão, rei de Israel, edificara a Astarote, abominação dos sidônios, a Quemós, abominação dos moabitas, e a Milcom, abominação dos filhos de Amom.
Mas quem era Moloque? Tem sido um desafio para gerações de teólogos descobrir o significado dessa palavra. Alguns pensam que Moloque (molel{) é o deus cananeu Mehal, encontrado em algumas inscrições e cujas duas últimas consoantes foram invertidas. No entanto, outros eruditos creem que a palavra "Moloque" (mole!{) contém as mesmas consoantes que a palavra heb. para "rei" (meleh). No hebraico antigo, somente as consoantes eram escritas como neste exemplo. A inserção de vogais, portanto, resultou em uma palavra diferente. Desse modo, segundo alguns eruditos que refletem a antiga tradição judaica, "Moloque" não era o nome de uma deidade, mas a designação de qualquer deus, que podia ser chamado de "rei", no mesmo sentido em que Deus era chamado de "rei", pelos hebreus (ver
2Atende à voz do meu clamor, Rei meu e Deus meu, pois é a ti que oro.
16O Senhor é Rei sempre e eternamente; da sua terra perecerão as nações.
Em 1935, Otto Eissfeldt publicou suas descobertas sobre certas inscrições púnicas de Cartago, no norte da África, datadas de 400-150 a.C., nas quais "molk de ovelhas" e "molk de homem" são usadas para descrever sacrifícios de animais e de seres humanos (ver O. Eissfeldt, Molk als Opferbegriff im Punischen und Hebriiischen und das Ende des Gottes Moloch [Halle, 1935)). Como a língua púnica está intimamente relacionada ao hebraico, Eissfeldt explica que a palavra hebraica molek significa "voto" ou "promessa". Assim, as passagens bíblicas geralmente traduzidas como "passar pelo fogo de Moloque" devem ser entendidas como "um moloque", ou seja, "o cumprimento de um voto a um deus pagão".
Alguns estudiosos aceitam a explicação de Eissfeldt. No entanto, uma escavação na cidade de Mari, na Mesopotâmia, proveu textos nos quais Georges Dossin encontrou um deus chamado Muluque, cultuado na região do médio Eufrates, no 18° século a.C. (Revue d ' Assyriologie, 1938, 35:178, nota 1). Também os deuses de Sefarvaim, Adrameleque (encontrado em inscrições da Mesopotâmia, como Adad-Milb) e Anameleque, a quem crianças eram sacrificadas no fogo (
31os aveus fizeram Nibaz e Tartaque: e os sefarvitas queimavam seus filhos no fogo e a adrameleque e a Anameleque, deuses de Sefarvaim.
À luz dessa última evidência, Moloque parece ter sido um deus pagão específico a quem se ofereciam crianças como holocaustos,de modo que a tradução tradicional "passar pelo fogo de Moloque" pode ser considerada correta. No entanto, o nome desse deus foi aplicado mais tarde como um termo técnico para certos sacrifícios humanos e de animais conforme revelaram inscrições púnicas de Cartago.