7Então proferiu Balaão a sua parábola, dizendo: De Arã me mandou trazer Balaque, o rei de Moabe, desde as montanhas do Oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; vem, denuncia a Israel. 18Então proferiu Balaão a sua parábola, dizendo: Levanta-te, Balaque, e ouve; escuta-me, filho de Zipor;
4proferirás esta parábola contra o rei de Babilônia, e dirás: Como cessou o opressor! como cessou a tirania! 5Já quebrantou o Senhor o bastão dos ímpios e o cetro dos dominadores; 6cetro que feria os povos com furor, com açoites incessantes, e que em ira dominava as nações com uma perseguição irresistível. 7Toda a terra descansa, e está sossegada! Rompem em brados de júbilo. 8Até as faias se alegram sobre ti, e os cedros do Líbano, dizendo: Desde que tu caiste ninguém sobe contra nós para nos cortar. 9O Seol desde o profundo se turbou por ti, para sair ao teu encontro na tua vinda; ele despertou por ti os mortos, todos os que eram príncipes da terra, e fez levantar dos seus tronos todos os que eram reis das nações. 10Estes todos responderão, e te dirão: Tu também estás fraco como nós, e te tornaste semelhante a nós. 11Está derrubada até o Seol a tua pompa, o som dos teus alaúdes; os bichinhos debaixo de ti se estendem e os bichos te cobrem. 12Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! como foste lançado por terra tu que prostravas as nações! 13E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte; 14subirei acima das alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. 15Contudo levado serás ao Seol, ao mais profundo do abismo. 16Os que te virem te contemplarão, considerar-te-ão, e dirão: É este o varão que fazia estremecer a terra, e que fazia tremer os reinos? 17Que punha o mundo como um deserto, e assolava as suas cidades? que a seus cativos não deixava ir soltos para suas casas? 18Todos os reis das nações, todos eles, dormem com glória, cada um no seu túmulo. 19Mas tu és lançado da tua sepultura, como um renovo abominável, coberto de mortos atravessados a espada, como os que descem às pedras da cova, como cadáver pisado aos pés.
9Eles todos vêm com violência; a sua vanguarda irrompe como o vento oriental; eles ajuntam cativos como areia. 10Escarnecem dos reis, e dos príncipes fazem zombaria; eles se riem de todas as fortalezas; porque, amontoando terra, as tomam. 15Ele a todos levanta com o anzol, apanha-os com a sua rede; e os ajunta na sua rede varredoura; por isso ele se alegra e se regozija.
15Engoliu riquezas, mas vomitá-las-á; do ventre dele Deus as lançará. 16Veneno de áspides sorverá, língua de víbora o matará. 17Não verá as correntes, os rios e os ribeiros de mel e de manteiga. 18O que adquiriu pelo trabalho, isso restituirá, e não o engolirá; não se regozijará conforme a fazenda que ajuntou. 19Pois que oprimiu e desamparou os pobres, e roubou a casa que não edificou. 20Porquanto não houve limite à sua cobiça, nada salvará daquilo em que se deleita. 21Nada escapou à sua voracidade; pelo que a sua prosperidade não perdurará. 22Na plenitude da sua abastança, estará angustiado; toda a força da miséria virá sobre ele. 23Mesmo estando ele a encher o seu estômago, Deus mandará sobre ele o ardor da sua ira, que fará chover sobre ele quando for comer. 24Ainda que fuja das armas de ferro, o arco de bronze o atravessará. 25Ele arranca do seu corpo a flecha, que sai resplandecente do seu fel; terrores vêm sobre ele. 26Todas as trevas são reservadas paro os seus tesouros; um fogo não assoprado o consumirá, e devorará o que ficar na sua tenda. 27Os céus revelarão a sua iniqüidade, e contra ele a terra se levantará. 28As rendas de sua casa ir-se-ão; no dia da ira de Deus todas se derramarão. 29Esta, da parte de Deus, é a porção do ímpio; esta é a herança que Deus lhe reserva.
6Pois sem causa tomaste penhôres a teus irmaos e aos nus despojaste dos vestidos. 7Não deste ao cansado água a beber, e ao faminto retiveste o pão. 8Mas ao poderoso pertencia a terra, e o homem acatado habitava nela. 9Despediste vazias as viúvas, e os braços dos órfãos foram quebrados. 10Por isso é que estás cercado de laços, e te perturba um pavor repentino,
34Nabucodonozor, rei de Babilônia, devorou-me, esmagou-me, fez de mim um vaso vazio, qual monstro tragou-me, encheu o seu ventre do que eu tinha de delicioso; lançou-me fora. 35A violência que se me fez a mim e à minha carne venha sobre Babilônia, diga a moradora de Sião. O meu sangue caia sobre os moradores de Caldéia, diga Jerusalém.
1Eia agora, vós ricos, chorai e pranteai, por causa das desgraças que vos sobrevirão. 2As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão roídas pela traça. 3O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e devorará as vossas carnes como fogo. Entesourastes para os últimos dias. 4Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos.
29Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia; pelo que, doravante, os que têm mulher sejam como se não a tivessem; 30os que choram, como se não chorassem; os que folgam, como se não folgassem; os que compram, como se não possuíssem; 31e os que usam deste mundo, como se dele não usassem em absoluto, porque a aparência deste mundo passa.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Todos estesCBA
Habacuque 2:65Além disso, o vinho é traidor; o homem soberbo não permanece. Ele alarga como o Seol o seu desejo; como a morte, nunca se pode fartar, mas ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos.
ProvérbioCBA
Habacuque 2:64Naquele dia surgirá contra vós um motejo, e se levantará pranto lastimoso, dizendo: Nós estamos inteiramente despojados; a porção do meu povo ele a troca; como ele a remove de mim! aos rebeldes reparte os nossos campos.
PenhoresCBA
Habacuque 2:6