5Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também intercede para que a igreja receba edificação. 13Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. 26Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
SucessivamenteCBA
1 Coríntios 14:27E haja quem interpreteCBA
1 Coríntios 14:2710a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
5Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também intercede para que a igreja receba edificação.
Nota Adicional a 1 Coríntios 14CBA
1 Coríntios 14:1-40Outros afirmam que a manifestação do dom em Corinto era diferente da ocorrida no Pentecostes. A língua não seria um idioma falado por seres humanos. Por isso, ninguém poderia compreendê-la a menos que estivesse presente um intérprete que possuísse o dom do Espírito (
10a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
22De modo que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos; a profecia, porém, não é sinal para os incrédulos, mas para os crentes.
44Enquanto Pedro ainda dizia estas coisas, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; 46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
15Logo que eu comecei a falar, desceu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós no princípio.
4O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
Ao analisar essa questão, é útil enumerar as características do dom de línguas manifestado no Pentecostes e em Corinto. Havia claramente a habilidade de falar línguas estrangeiras, e seu propósito era facilitar a divulgação do evangelho (cf. AA, 39, 40). Uma segunda função pode ser vista na experiência de Pedro na casa de Cornélio, em que a manifestação do dom convenceu Pedro e os cristãos judeus que estavam com ele de que Deus aceitava os gentios (ver com. de
46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
A respeito do dom posteriormente manifestado em Corinto, observam-se as seguintes características: o dom é inferior ao de profecia (
1Segui o amor; e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios. 14Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.
10Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,
25Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado;
4O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
5Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também intercede para que a igreja receba edificação.
12Assim também vós, já que estais desejosos de dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja. 13Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar.
14Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.
22De modo que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos; a profecia, porém, não é sinal para os incrédulos, mas para os crentes.
27Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete.
28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.
39Portanto, irmãos, procurai com zelo o profetizar, e não proibais o falar em línguas.
A lista das características do dom implica que o apóstolo não lida com um dom falso. Ele alistou o dom de línguas entre os dons genuínos do Espírito (
8Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; 9a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; 10a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
5Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também intercede para que a igreja receba edificação. 17Porque realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado.
18Dou graças a Deus, que falo em línguas mais do que vós todos.
39Portanto, irmãos, procurai com zelo o profetizar, e não proibais o falar em línguas.
É evidente que os coríntios faziam mau uso desse dom. Falavam em línguas na igreja quando não havia intérprete e quando ninguém era beneficiado, exceto aqueles que falavam. Aparentemente, vários falavam ao mesmo tempo enquanto outros profetizavam e ensinavam. Isso resultava em confusão geral (
26Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 27Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. 28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. 29E falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem. 30Mas se a outro, que estiver sentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. 31Porque todos podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam cosolados; 32pois os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas; 33porque Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos,
40Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.
A questão se as línguas eram um idioma conhecido ou não, ou se eram simplesmente sons inarticulados, é muito debatida pelos comentaristas. Quem acredita que se falava numa língua estrangeira, desconhecida do falante, mas compreendida por aqueles familiarizados com ela, argumentam com base no que chamam de analogia das Escrituras, que o dom em Corinto deve ser explicado com base na manifestação do Pentecostes (At 2) e em outras ocasiões (
44Enquanto Pedro ainda dizia estas coisas, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; 46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
15Logo que eu comecei a falar, desceu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós no princípio.
6Havendo-lhes Paulo imposto as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e falavam em línguas e profetizavam.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios.
Aqueles que defendem que o fenômeno consistia de sons não inteligíveis, não relacionados a uma linguagem humana, argumentam que esse é o modo mais natural de se interpretar as várias passagens que tratam do tema, e que essa é a conclusão inevitável a que se chega quando se leva em conta todas as características alistadas. Creem que a ilustração de Paulo em
7Ora, até as coisas inanimadas, que emitem som, seja flauta, seja cítara, se não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca na flauta ou na cítara? 8Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha? 9Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar. 10Há, por exemplo, tantas espécies de vozes no mundo, e nenhuma delas sem significação.
10a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
Qualquer que seja o ponto de vista adotado, uma coisa é certa: a manifestação do dom no Pentecostes e os objetivos pelos quais foi dado (At 2) diferiam em muitos aspectos do dom manifestado em Corinto. O dom em Corinto servia para edificar quem falava, não a outros (
4O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
12Assim também vós, já que estais desejosos de dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja. 13Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. 27Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete.
19Todavia na igreja eu antes quero falar cinco palavras com o meu entendimento, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua. 28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios. 28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.
14Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.
Devido a alguns aspectos obscuros com respeito à maneira em que o dom de línguas se manifestou no passado, Satanás encontrou facilidade em falsificar esse dom. Nos cultos pagãos, o fenômeno se manifestava com frequência, e seus sons incoerentes eram bem conhecidos. Também mais tarde, sob disfarce do cristianismo, surgem várias manifestações do suposto dom de línguas de tempos em tempos. Porém, quando se comparam essas manifestações às especificações bíblicas do dom de línguas, conclui-se que são algo bem diferente do dom outrora concedido pelo Espírito. Portanto, devem ser rejeitadas como espúrias. Contudo, a existência da falsificação não deve levar a se ignorar o dom genuíno. A manifestação adequada do dom abordado em 1 Coríntios 14 tinha uma função útil. É verdade que foi mal empregado, mas Paulo tentou corrigir os abusos e atribuir ao dom o seu devido lugar e função.