3Quero porém, que saibais que Cristo é a cabeça de todo homem, o homem a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo. 7Pois o homem, na verdade, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus; mas a mulher é a glória do homem. 8Porque o homem não proveio da mulher, mas a mulher do homem; 9nem foi o homem criado por causa da mulher, mas sim, a mulher por causa do homem. 10Portanto, a mulher deve trazer sobre a cabeça um sinal de submissão, por causa dos anjos.
22Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; 23porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. 24Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos. 33Todavia também vós, cada um de per si, assim ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie a seu marido.
1Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres, 2considerando a vossa vida casta, em temor. 3O vosso adorno não seja o enfeite exterior, como as tranças dos cabelos, o uso de jóias de ouro, ou o luxo dos vestidos, 4mas seja o do íntimo do coração, no incorruptível traje de um espírito manso e tranqüilo, que és, para que permaneçam as coisas 5Porque assim se adornavam antigamente também as santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam submissas a seus maridos; 6como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor; da qual vós sois filhas, se fazeis o bem e não temeis nenhum espanto.
3Também quando uma mulher, na sua mocidade, estando ainda na casa de seu pai, fizer voto ao Senhor, e com obrigação se ligar, 4e seu pai souber do seu voto e da obrigação com que se ligou, e se calar para com ela, então todos os seus votos serão válidos, e toda a obrigação com que se ligou será válida. 5Mas se seu pai lho vedar no dia em que o souber, todos os seus votos e as suas obrigações, com que se tiver ligado, deixarão de ser válidos; e o Senhor lhe perdoará, porquanto seu pai lhos vedou. 6Se ela se casar enquanto ainda estiverem sobre ela os seus votos ou o dito irrefletido dos seus lábios, com que se tiver obrigado, 7e seu marido o souber e se calar para com ela no dia em que o souber, os votos dela serão válidos; e as obrigações com que se ligou serão válidas. 8Mas se seu marido lho vedar no dia em que o souber, anulará o voto que estiver sobre ela, como também o dito irrefletido dos seus lábios, com que se tiver obrigado; e o senhor lhe perdoará. 9No tocante ao voto de uma viúva ou de uma repudiada, tudo com que se obrigar ser-lhe-á válido. 10Se ela, porém, fez voto na casa de seu marido, ou se obrigou com juramento, 11e seu marido o soube e se calou para com ela, não lho vedando, todos os seus votos serão válidos; e toda a obrigação com que se ligou será válida. 12Se, porém, seu marido de todo lhos anulou no dia em que os soube, deixará de ser válido tudo quanto saiu dos lábios dela, quer no tocante aos seus votos, quer no tocante àquilo a que se obrigou; seu marido lhos anulou; e o senhor lhe perdoará. 13Todo voto, e todo juramento de obrigação, que ela tiver feito para afligir a alma, seu marido pode confirmá-lo, ou pode anulá-lo.
17Pois o que a rainha fez chegará ao conhecimento de todas as mulheres, induzindo-as a desprezarem seus maridos quando se disser: O rei Assuero mandou que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, e ela não veio. 18E neste mesmo dia as princesas da Pérsia e da Média, sabendo do que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e assim haverá muito desprezo e indignação. 19Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um edito real, e escreva-se entre as leis dos persas e dos medos para que não seja alterado, que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e dê o rei os seus direitos de rainha a outra que seja melhor do que ela. 20E quando o decreto que o rei baixar for publicado em todo o seu reino, grande como é, todas as mulheres darão honra a seus maridos, tanto aos nobres como aos humildes.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Mulheres caladasCBA
1 Coríntios 14:3433porque Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos,
34as mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam submissas como também ordena a lei.
11A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão. 12Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio.
Alguns encontram dificuldades em entender esta proibição, não só com base no conceito atual do lugar da mulher na igreja, mas também no lugar e no serviço da mulher na história da Bíblia (ver
4Ora, Débora, profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo.
14Então o sacerdote Hilquias, e Aicão, e Acbor, e Safã, e Asaías foram ter com a profetisa Hulda, mulher de Salum, filho de Ticvá, filho de Harás, o guarda das vestiduras (ela habitava então em Jerusalém, na segunda parte), e lhe falaram.
36Havia também uma profetisa, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era já avançada em idade, tendo vivido com o marido sete anos desde a sua virgindade; 37e era viúva, de quase oitenta e quatro anos. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações.
9Tinha este quatro filhas virgens que profetizavam.
3E peço também a ti, meu verdadeiro companheiro, que as ajudes, porque trabalharam comigo no evangelho, e com Clemente, e com os outros meus cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida.
35E, se querem aprender alguma coisa, perguntem em casa a seus próprios maridos; porque é indecoroso para a mulher o falar na igreja.
LeiCBA
1 Coríntios 14:346Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu. 16E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
22Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; 23porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. 24Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.
11A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão. 12Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio.
5a serem moderadas, castas, operosas donas de casa, bondosas, submissas a seus maridos, para que a palavra de Deus não seja blasfemada.
1Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres, 5Porque assim se adornavam antigamente também as santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam submissas a seus maridos; 6como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor; da qual vós sois filhas, se fazeis o bem e não temeis nenhum espanto.
Nota Adicional a 1 Coríntios 14CBA
1 Coríntios 14:1-40Outros afirmam que a manifestação do dom em Corinto era diferente da ocorrida no Pentecostes. A língua não seria um idioma falado por seres humanos. Por isso, ninguém poderia compreendê-la a menos que estivesse presente um intérprete que possuísse o dom do Espírito (
10a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
22De modo que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos; a profecia, porém, não é sinal para os incrédulos, mas para os crentes.
44Enquanto Pedro ainda dizia estas coisas, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; 46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
15Logo que eu comecei a falar, desceu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós no princípio.
4O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
Ao analisar essa questão, é útil enumerar as características do dom de línguas manifestado no Pentecostes e em Corinto. Havia claramente a habilidade de falar línguas estrangeiras, e seu propósito era facilitar a divulgação do evangelho (cf. AA, 39, 40). Uma segunda função pode ser vista na experiência de Pedro na casa de Cornélio, em que a manifestação do dom convenceu Pedro e os cristãos judeus que estavam com ele de que Deus aceitava os gentios (ver com. de
46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
A respeito do dom posteriormente manifestado em Corinto, observam-se as seguintes características: o dom é inferior ao de profecia (
1Segui o amor; e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios. 14Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.
10Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,
25Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado;
4O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
5Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também intercede para que a igreja receba edificação.
12Assim também vós, já que estais desejosos de dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja. 13Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar.
14Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.
22De modo que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos; a profecia, porém, não é sinal para os incrédulos, mas para os crentes.
27Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete.
28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.
39Portanto, irmãos, procurai com zelo o profetizar, e não proibais o falar em línguas.
A lista das características do dom implica que o apóstolo não lida com um dom falso. Ele alistou o dom de línguas entre os dons genuínos do Espírito (
8Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; 9a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; 10a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
5Ora, quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis, pois quem profetiza é maior do que aquele que fala em línguas, a não ser que também intercede para que a igreja receba edificação. 17Porque realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado.
18Dou graças a Deus, que falo em línguas mais do que vós todos.
39Portanto, irmãos, procurai com zelo o profetizar, e não proibais o falar em línguas.
É evidente que os coríntios faziam mau uso desse dom. Falavam em línguas na igreja quando não havia intérprete e quando ninguém era beneficiado, exceto aqueles que falavam. Aparentemente, vários falavam ao mesmo tempo enquanto outros profetizavam e ensinavam. Isso resultava em confusão geral (
26Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 27Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. 28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. 29E falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem. 30Mas se a outro, que estiver sentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. 31Porque todos podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam cosolados; 32pois os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas; 33porque Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos,
40Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.
A questão se as línguas eram um idioma conhecido ou não, ou se eram simplesmente sons inarticulados, é muito debatida pelos comentaristas. Quem acredita que se falava numa língua estrangeira, desconhecida do falante, mas compreendida por aqueles familiarizados com ela, argumentam com base no que chamam de analogia das Escrituras, que o dom em Corinto deve ser explicado com base na manifestação do Pentecostes (At 2) e em outras ocasiões (
44Enquanto Pedro ainda dizia estas coisas, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; 46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
15Logo que eu comecei a falar, desceu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós no princípio.
6Havendo-lhes Paulo imposto as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e falavam em línguas e profetizavam.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios.
Aqueles que defendem que o fenômeno consistia de sons não inteligíveis, não relacionados a uma linguagem humana, argumentam que esse é o modo mais natural de se interpretar as várias passagens que tratam do tema, e que essa é a conclusão inevitável a que se chega quando se leva em conta todas as características alistadas. Creem que a ilustração de Paulo em
7Ora, até as coisas inanimadas, que emitem som, seja flauta, seja cítara, se não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca na flauta ou na cítara? 8Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha? 9Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar. 10Há, por exemplo, tantas espécies de vozes no mundo, e nenhuma delas sem significação.
10a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas.
Qualquer que seja o ponto de vista adotado, uma coisa é certa: a manifestação do dom no Pentecostes e os objetivos pelos quais foi dado (At 2) diferiam em muitos aspectos do dom manifestado em Corinto. O dom em Corinto servia para edificar quem falava, não a outros (
4O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
12Assim também vós, já que estais desejosos de dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja. 13Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. 27Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete.
19Todavia na igreja eu antes quero falar cinco palavras com o meu entendimento, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua. 28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.
2Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios. 28Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.
14Porque se eu orar em língua, o meu espírito ora, sim, mas o meu entendimento fica infrutífero.
Devido a alguns aspectos obscuros com respeito à maneira em que o dom de línguas se manifestou no passado, Satanás encontrou facilidade em falsificar esse dom. Nos cultos pagãos, o fenômeno se manifestava com frequência, e seus sons incoerentes eram bem conhecidos. Também mais tarde, sob disfarce do cristianismo, surgem várias manifestações do suposto dom de línguas de tempos em tempos. Porém, quando se comparam essas manifestações às especificações bíblicas do dom de línguas, conclui-se que são algo bem diferente do dom outrora concedido pelo Espírito. Portanto, devem ser rejeitadas como espúrias. Contudo, a existência da falsificação não deve levar a se ignorar o dom genuíno. A manifestação adequada do dom abordado em 1 Coríntios 14 tinha uma função útil. É verdade que foi mal empregado, mas Paulo tentou corrigir os abusos e atribuir ao dom o seu devido lugar e função.