1Fitando Paulo os olhos no sinédrio, disse: Varões irmãos, até o dia de hoje tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência. 6Sabendo Paulo que uma parte era de saduceus e outra de fariseus, clamou no sinédrio: Varões irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus; é por causa da esperança da ressurreição dos mortos que estou sendo julgado. 20Disse ele: Os judeus combinaram rogar-te que amanhã mandes Paulo descer ao sinédrio, como que tendo de inquirir com mais precisão algo a seu respeito; 28Querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao sinédrio deles;
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
O SinédrioCBA
Atos 23:1531Disse-lhes, então, Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe os judeus: A nós não nos é lícito tirar a vida a ninguém.
58e, lançando-o fora da cidade o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um mancebo chamado Saulo.
Amanhã (ARC)CBA
Atos 23:15Como seCBA
Atos 23:15NósCBA
Atos 23:15Prontos para assassiná-loCBA
Atos 23:1538Não és porventura o egípcio que há poucos dias fez uma sedição e levou ao deserto os quatro mil sicários?
2E começaram a acusá-lo, dizendo: Achamos este homem pervertendo a nossa nação, proibindo dar o tributo a César, e dizendo ser ele mesmo Cristo, rei. 4Então disse Pilatos aos principais sacerdotes, e às multidões: Não acho culpa alguma neste homem. 14e disse-lhes: Apresentastes-me este homem como pervertedor do povo; e eis que, interrogando-o diante de vós, não achei nele nenhuma culpa, das de que o acusais; 22Falou-lhes, então, pela terceira vez: Pois, que mal fez ele? Não achei nele nenhuma culpa digna de morte. Castigá-lo-ei, pois, e o soltarei.
19Não vos deu Moisés a lei? no entanto nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?
40Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão não fez.
39Outra vez, pois, procuravam prendê-lo; mas ele lhes escapou das mãos.
Filo justificava o assassinato de apóstatas: “E bom que todos aqueles que têm zelo pela virtude recebam permissão de executar as penalidades de imediato e sem demora, sem levar o ofensor perante júri, conselho, ou qualquer tipo de magistrado, dando plena vazão aos sentimentos que os inflamam, a fim de que o ódio ao mal e o amor a Deus, que os impele, os leve a infligir punição sobre os ímpios sem misericórdia. Eles devem se lembrar de que a ocasião os transformou em membros do conselho, juristas, altos oficiais, membros da assembléia, acusadores, testemunhas, leis, pessoas, tudo, na verdade, a fim de que, sem temor ou impedimento, defendam a religião com total segurança” (The Special Laws, i.9.55; ed. Loeb, vol. 7, p. 131).