Ester 9:25

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25mas quando isto veio perante o rei, ordenou ele por cartas que o mau intento que Hamã formara contra os judeus recaísse sobre a sua cabeça, e que ele e seus filhos fossem pendurados na forca.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativas
Comentário Bíblico
Mathew Henry
NotaMATHEW HENRY
Ester 9:20-32
A observância das festas judaicas é uma declaração pública da verdade das Escrituras do Antigo Testamento. E como as Escrituras do Antigo Testamento são verdade, o Messias esperado pelos judeus veio há muito tempo, e nenhum outro senão Jesus de Nazaré pode ser este Messias. A festa foi estabelecida por autoridade, mas sob a direção do Espírito de Deus. Foi chamada de Purim, por causa da palavra persa pur, que significa sorte. O nome desta festa os levaria a recordar-se da onipotência do Deus de Israel, que serviu aos seus propósitos por intermédio das superstições dos pagãos. Ao lembrarmo-nos das misericórdias recebidas, devemos nos referir a temores e angústias passadas. Quando as misericórdias que recebemos são pessoais, não devemos perder o consolo que elas nos trouxeram, esquecer delas nem deixar de dar ao Senhor a glória devida ao seu nome. Que o Senhor nos ensine a nos regozijarmos com esse gozo santo, que antecipa e prepara para a bênção do céu. cada caso alcançado de bondade divina é uma nova obrigação que recebemos de fazer o bem com a abundância que temos recebido, especialmente aos que mais necessitam de ajuda. Acima de tudo, a redenção através de Cristo nos obriga a ser misericordiosos ()
2 Coríntios 8:9

9pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos.

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Conexões temáticas e referências cruzadas para este verso
Ester 9:13,14

13Respondeu Ester: Se parecer bem ao rei, conceda aos judeus se acham em Susã que façam ainda amanhã conforme o decreto de hoje; e que os dez filhos de Hamã sejam pendurados na forca. 14Então o rei mandou que assim se fizesse; e foi publicado em edito em Susã, e os dez filhos de Hamã foram dependurados.

Ester 7:5-10

5Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester: Quem é e onde está esse, cujo coração o instigou a fazer assim? 6Respondeu Ester: Um adversário e inimigo, este perverso Hamã! Então Hamã ficou aterrorizado perante o rei e a rainha. 7E o rei, no seu furor, se levantou do banquete do vinho e entrou no jardim do palácio; Hamã, porém, ficou para rogar à rainha Ester pela sua vida, porque viu que já o mal lhe estava determinado pelo rei. 8Ora, o rei voltou do jardim do palácio à sala do banquete do vinho; e Hamã havia caído prostrado sobre o leito em que estava Ester. Então disse o rei: Porventura quereria ele também violar a rainha perante mim na minha própria casa? Ao sair essa palavra da boca do rei, cobriram a Hamã o rosto. 9Então disse Harbona, um dos eunucos que serviam diante do rei: Eis que a forca de cinqüenta côvados de altura que Hamã fizera para Mardoqueu, que falara em defesa do rei, está junto à casa de Hamã. Então disse o rei: Enforcai-o nela. 10Enforcaram-no, pois, na forca que ele tinha preparado para Mardoqueu. Então o furor do rei se aplacou.

Ester 8:1-14

1Naquele mesmo dia deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, o inimigo dos judeus. E Mardoqueu apresentou-se perante o rei, pois Ester tinha declarado o que ele era. 2O rei tirou o seu anel que ele havia tomado a Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester encarregou Mardoqueu da casa de Hamã. 3Tornou Ester a falar perante o rei e, lançando-se-lhe aos pés, com lágrimas suplicou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e o intento que este projetara contra os judeus. 4Então o rei estendeu para Ester o cetro de ouro. Ester, pois, levantou-se e, pondo-se em pé diante do rei, 5disse: Se parecer bem ao rei, e se eu tenho alcançado o seu favor, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado, escreva-se que se revoguem as cartas concebidas por Hamã, filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para destruir os judeus que há em todas as províncias do rei. 6Pois como poderei ver a calamidade que sobrevirá ao meu povo? ou como poderei ver a destruição da minha parentela? 7Então disse o rei Assuero à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele enforcaram, porquanto estenderá as mãos contra os judeus. 8Escrevei vós também a respeito dos judeus, em nome do rei, como vos parecer bem, e selai-o com o anel do rei; pois um documento escrito em nome do rei e selado com o anel do rei não se pode revogar. 9Então foram chamados os secretários do rei naquele mesmo tempo, no terceiro mês, que é o mês de sivã, no vigésimo terceiro dia; e se escreveu conforme tudo quanto Mardoqueu ordenou a respeito dos judeus, aos sátrapas, aos governadores e aos príncipes das províncias, que se estendem da Índia até a Etiópia, cento e vinte e sete províncias, a cada província segundo o seu modo de escrever, e a cada povo conforme a sua língua; como também aos judeus segundo o seu modo de escrever e conforme a tua língua. 10Mardoqueu escreveu as cartas em nome do rei Assuero e, selando-as com anel do rei, enviou-as pela mão dos correios montados, que cavalgavam sobre ginetes que se usavam no serviço real e que eram da coudelaria do rei. 11Nestas cartas o rei concedia aos judeus que havia em cada cidade que se reunissem e se dispusessem para defenderem as suas vidas, e para destruírem, matarem e esterminarem todas as forças do povo e da província que os quisessem assaltar, juntamente com os seus pequeninos e as suas mulheres, e que saqueassem os seus bens, 12num mesmo dia, em todas as províncias do rei Assuero, do dia treze do duodécimo mês, que é o mês de adar. 13E uma cópia da carta, que seria divulgada como decreto em todas as províncias, foi publicada entre todos os povos, para que os judeus estivessem preparados para aquele dia, a fim de se vingarem de seus inimigos. 14Partiram, pois, os correios montados em ginetes que se usavam no serviço real, apressados e impelidos pela ordem do rei; e foi proclamado o decreto em Susã, a capital.

Salmos 7:16

16A sua malvadez recairá sobre a sua cabeça, e a sua violência descerá sobre o seu crânio.

Salmos 109:17,18

17Visto que amou a maldição, que ela lhe sobrevenha! Como não desejou a bênção, que ela se afaste dele! 18Assim como se vestiu de maldição como dum vestido, assim penetre ela nas suas entranhas como água, e em seus ossos como azeite!

Salmos 140:9

9Não levantem a cabeça os que me cercam; cubra-os a maldade dos seus lábios.

Salmos 141:10

10Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.

Mateus 21:44

44E quem cair sobre esta pedra será despedaçado; mas aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó.

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