35Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado, e lhe enfraquecerem as mãos, sustentá-lo-ás; como estrangeiro e peregrino viverá contigo. 36Não tomarás dele juros nem ganho, mas temerás o teu Deus, para que teu irmao viva contigo. 37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem os teus víveres por lucro.
19Do teu irmão não exigirás juros; nem de dinheiro, nem de comida, nem de qualquer outra coisa que se empresta a juros. 20Do estrangeiro poderás exigir juros; porém do teu irmão não os exigirás, para que o Senhor teu Deus te abençoe em tudo a que puseres a mão, na terra à qual vais para a possuíres.
1Ora uma dentre as mulheres dos filhos dos profetas clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor. Agora acaba de chegar o credor para levar-me os meus dois filhos para serem escravos. 7Veio ela, pois, e o fez saber ao homem de Deus. Disse-lhe ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.
2Pois havia alguns que diziam: Nós, nossos filhos e nossas filhas somos muitos; que se nos dê trigo, para que comamos e vivamos. 3Também havia os que diziam: Estamos empenhando nossos campos, as nossas vinhas e as nossas casas, para conseguirmos trigo durante esta fome. 4Havia ainda outros que diziam: Temos tomado dinheiro emprestado até para o tributo do rei sobre os nossos campos e as nossas vinhas. 5Ora, a nossa carne é como a carne de nossos irmãos, e nossos filhos como os filhos deles; e eis que estamos sujeitando nossos filhos e nossas filhas para serem servos, e algumas de nossas filhas já estão reduzidas à escravidão. Não está em nosso poder evitá-lo, pois outros têm os nossos campos e as nossas vinhas. 7Então consultei comigo mesmo; depois contendi com do nobres e com os magistrados, e disse-lhes: Estais tomando juros, cada um de seu irmão. E ajuntei contra eles uma grande assembléia. 10Também eu, meus irmãos e meus moços lhes temos emprestado dinheiro e trigo. Deixemos, peço-vos este ganho. 11Restituí-lhes hoje os seus campos, as suas vinhas, os seus olivais e as suas casas, como também a centésima parte do dinheiro, do trigo, do mosto e do azeite, que deles tendes exigido.
8não emprestando com usura, e não recebendo mais de que emprestou, desviando a sua mão da injustiça, e fazendo verdadeira justiça entre homem e homem; 17que aparte da iniqüidade a sua mão, que não receba usura nem mais do que emprestou, que observe as minhas ordenanças e ande nos meus estatutos; esse não morrerá por causa da iniqüidade de seu pai; certamente viverá.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Usura (ARC)CBA
Êxodo 22:2525Se teu irmão empobrecer e vender uma parte da sua possessão, virá o seu parente mais chegado e remirá o que seu irmao vendeu. 35Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado, e lhe enfraquecerem as mãos, sustentá-lo-ás; como estrangeiro e peregrino viverá contigo. 39Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado e vender-se a ti, não o farás servir como escravo. 47Se um estrangeiro ou peregrino que estiver contigo se tornar rico, e teu irmão, que está com ele, empobrecer e vender-se ao estrangeiro ou peregrino que está contigo, ou à linhagem da família do estrangeiro,
35Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado, e lhe enfraquecerem as mãos, sustentá-lo-ás; como estrangeiro e peregrino viverá contigo. 36Não tomarás dele juros nem ganho, mas temerás o teu Deus, para que teu irmao viva contigo. 37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem os teus víveres por lucro. 38Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã, para ser o vosso Deus.
35Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado, e lhe enfraquecerem as mãos, sustentá-lo-ás; como estrangeiro e peregrino viverá contigo. 36Não tomarás dele juros nem ganho, mas temerás o teu Deus, para que teu irmao viva contigo. 37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem os teus víveres por lucro.
39Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado e vender-se a ti, não o farás servir como escravo. 40Como jornaleiro, como peregrino estará ele contigo; até o ano do jubileu te servirá; 41então sairá do teu serviço, e com ele seus filhos, e tornará à sua família, à possessao de seus pais.
7Quando no meio de ti houver algum pobre, dentre teus irmãos, em qualquer das tuas cidades na terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a mão a teu irmão pobre; 8antes lhe abrirás a tua mão, e certamente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade. 9Guarda-te, que não haja pensamento vil no teu coração e venhas a dizer: Vai-se aproximando o sétimo ano, o ano da remissão; e que o teu olho não seja maligno para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e que ele clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado. 10Livremente lhe darás, e não fique pesaroso o teu coração quando lhe deres; pois por esta causa te abençoará o Senhor teu Deus em toda a tua obra, e em tudo no que puseres a mão. 11Pois nunca deixará de haver pobres na terra; pelo que eu te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra.
Na época de Moisés, as transações comerciais não eram feitas como atualmente. Em termos gerais, uma pessoa dependia de seus próprios recursos nas operações comercias, e se faziam poucos empréstimos em comparação com o tempo atual. Por razões práticas, ninguém a não ser um "irmão" que ficasse "empobrecido" pedia dinheiro emprestado. Portanto, ao que parece, as leis mosa icas não condenam as transações comerciais que envolvessem empréstimo de dinheiro, mas nem sequer tratam delas. Parece que Cristo aprovava o princípio do lucro, o que inclui juros sobre empréstimos, em transações comerciais normais (
27Devias então entregar o meu dinheiro aos banqueiros e, vindo eu, tê-lo-ia recebido com juros.
23por que, pois, não puseste o meu dinheiro no banco? então vindo eu, o teria retirado com os juros.
Ainda é válido o princípio inerente na lei de Moisés quanto à "usura" de não tirar vantagem de alguém que esteja enfrentando situação adversa. Nunca se deve exigir de outro mais do que o justo, seja "pobre" ou rico. É o espírito de avareza, extorsão, de um proceder rígido e a paixão pelo lucro, mesmo que para prejuízo do outro, que é condenado (ver PR, 648-652). Devemos ser solidários às necessidades do próximo, nunca ignorar seu clamor nem tirar vantagem dele, quando confrontado com dificuldades.