19De tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservares vivos contigo; macho e fêmea serão. 20Das aves segundo as suas espécies, do gado segundo as suas espécies, de todo réptil da terra segundo as suas espécies, dois de cada espécie virão a ti, para os conservares em vida. 21Leva contigo de tudo o que se come, e ajunta-o para ti; e te será para alimento, a ti e a eles.
1Falou o Senhor a Moisés e a Arão, dizendo-lhes: 2Dizei aos filhos de Israel: Estes são os animais que podereis comer dentre todos os animais que há sobre a terra: 3dentre os animais, todo o que tem a unha fendida, de sorte que se divide em duas, o que rumina, esse podereis comer. 4Os seguintes, contudo, não comereis, dentre os que ruminam e dentre os que têm a unha fendida: o camelo, porque rumina mas não tem a unha fendida, esse vos será imundo; 5o querogrilo, porque rumina mas não tem a unha fendida, esse vos será imundo; 6a lebre, porque rumina mas não tem a unha fendida, essa vos será imunda; 7e o porco, porque tem a unha fendida, de sorte que se divide em duas, mas não rumina, esse vos será imundo. 8Da sua carne não comereis, nem tocareis nos seus cadáveres; esses vos serão imundos. 9Estes são os que podereis comer de todos os que há nas águas: todo o que tem barbatanas e escamas, nas águas, nos mares e nos rios, esse podereis comer. 10Mas todo o que não tem barbatanas, nem escamas, nos mares e nos rios, todo réptil das águas, e todos os animais que vivem nas águas, estes vos serão abomináveis, 11tê-los-eis em abominação; da sua carne não comereis, e abominareis os seus cadáveres. 12Tudo o que não tem barbatanas nem escamas, nas águas, será para vós abominável. 13Dentre as aves, a estas abominareis; não se comerão, serão abominãveis: a águia, o quebrantosso, o xofrango, 14o açor, o falcão segundo a sua espécie, 15todo corvo segundo a sua espécie, 16o avestruz, o mocho, a gaivota, o gavião segundo a sua espécie, 17o bufo, o corvo marinho, a coruja, 18o porfirião, o pelicano, o abutre, 19a cegonha, a garça segundo a sua, espécie, a poupa e o morcego. 20Todos os insetos alados que andam sobre quatro pés, serão para vós uma abominação. 21Contudo, estes há que podereis comer de todos os insetos alados que andam sobre quatro pés: os que têm pernas sobre os seus pés, para saltar com elas sobre a terra; 22isto é, deles podereis comer os seguintes: o gafanhoto segundo a sua espécie, o solham segundo a sua espécie, o hargol segundo a sua espécie e o hagabe segundo a sua especie. 23Mas todos os outros insetos alados que têm quatro pés, serão para vós uma abominação. 24Também por eles vos tornareis imundos; qualquer que tocar nos seus cadáveres, será imundo até a tarde, 25e quem levar qualquer parte dos seus cadáveres, lavará as suas vestes, e será imundo até a tarde. 26Todo animal que tem unhas fendidas, mas cuja fenda não as divide em duas, e que não rumina, será para vós imundo; qualquer que tocar neles será imundo. 27Todos os plantígrados dentre os quadrúpedes, esses vos serão imundos; qualquer que tocar nos seus cadáveres sera imundo até a tarde, 28e o que levar os seus cadáveres lavará as suas vestes, e será imundo até a tarde; eles serão para vós imundos. 29Estes também vos serão por imundos entre os animais que se arrastam sobre a terra: a doninha, o rato, o crocodilo da terra segundo a sua espécie, 30o musaranho, o crocodilo da água, a lagartixa, o lagarto e a toupeira. 31Esses vos serão imundos dentre todos os animais rasteiros; qualquer que os tocar, depois de mortos, será imundo até a tarde; 32e tudo aquilo sobre o que cair o cadáver de qualquer deles será imundo; seja vaso de madeira, ou vestidura, ou pele, ou saco, seja qualquer instrumento com que se faz alguma obra, será metido na água, e será imundo até a tarde; então será limpo. 33E quanto a todo vaso de barro dentro do qual cair algum deles, tudo o que houver nele será imundo, e o vaso quebrareis. 34Todo alimento depositado nele, que se pode comer, sobre o qual vier água, será imundo; e toda bebida que se pode beber, sendo depositada em qualquer destes vasos será imunda. 35E tudo aquilo sobre o que cair: alguma parte dos cadáveres deles será imundo; seja forno, seja fogão, será quebrado; imundos são, portanto para vós serão imundos. 36Contudo, uma fonte ou cisterna, em que há depósito de água, será limpa; mas quem tocar no cadáver será imundo. 37E, se dos seus cadáveres cair alguma coisa sobre alguma semente que se houver de semear, esta será limpa; 38mas se for deitada água sobre a semente, e se dos cadáveres cair alguma coisa sobre ela, então ela será para vós imunda. 39E se morrer algum dos animais de que vos é lícito comer, quem tocar no seu cadáver sera imundo até a tarde; 40e quem comer do cadáver dele lavará as suas vestes, e será imundo até a tarde; igualmente quem levar o cadáver dele lavará as suas vestes, e será imundo até a tarde. 41Também todo animal rasteiro que se move sobre a terra será abominação; não se comerá. 42Tudo o que anda sobre o ventre, tudo o que anda sobre quatro pés, e tudo o que tem muitos pés, enfim todos os animais rasteiros que se movem sobre a terra, desses não comereis, porquanto são abomináveis. 43Não vos tomareis abomináveis por nenhum animal rasteiro, nem neles vos contaminareis, para não vos tornardes imundos por eles. 44Porque eu sou o Senhor vosso Deus; portanto santificai-vos, e sede santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis com nenhum animal rasteiro que se move sobre a terra; 45porque eu sou o Senhor, que vos fiz subir da terra do Egito, para ser o vosso Deus, sereis pois santos, porque eu sou santo. 46Esta é a lei sobre os animais e as aves, e sobre toda criatura vivente que se move nas águas e toda criatura que se arrasta sobre a terra; 47para fazer separação entre o imundo e o limpo, e entre os animais que se podem comer e os animais que não se podem comer.
1Filhos sois do Senhor vosso Deus; não vos cortareis a vós mesmos, nem abrireis calva entre vossos olhos por causa de algum morto. 2Porque és povo santo ao Senhor teu Deus, e o Senhor te escolheu para lhe seres o seu próprio povo, acima de todos os povos que há sobre a face da terra. 3Nenhuma coisa abominável comereis. 4Estes são os animais que comereis: o boi, a ovelha, a cabra, 5o veado, a gazela, o cabrito montês, a cabra montesa, o antílope, o órix e a ovelha montesa. 6Dentre os animais, todo o que tem a unha fendida, dividida em duas, e que rumina, esse podereis comer. 7Porém, dos que ruminam, ou que têm a unha fendida, não podereis comer os seguintes: o camelo, a lebre e o querogrilo, porque ruminam, mas não têm a unha fendida; imundos vos serão; 8nem o porco, porque tem unha fendida, mas não rumina; imundo vos será. Não comereis da carne destes, e não tocareis nos seus cadáveres. 9Isto podereis comer de tudo o que há nas águas: tudo o que tem barbatanas e escamas podereis comer; 10mas tudo o que não tem barbatanas nem escamas não comereis; imundo vos será. 11De todas as aves limpas podereis comer. 12Mas estas são as de que não comereis: a águia, o quebrantosso, o xofrango, 13o açor, o falcão, o milhafre segundo a sua espécie, 14todo corvo segundo a sua espécie, 15o avestruz, o mocho, a gaivota, o gavião segundo a sua espécie, 16o bufo, a coruja, o porfirião, 17o pelicano, o abutre, o corvo marinho, 18a cegonha, a garça segundo a sua espécie, a poupa e o morcego. 19Também todos os insetos alados vos serão imundos; não se comerão. 20De todas as aves limpas podereis comer. 21Não comerás nenhum animal que tenha morrido por si; ao peregrino que está dentro das tuas portas o darás a comer, ou o venderás ao estrangeiro; porquanto és povo santo ao Senhor teu Deus. Não cozerás o cabrito no leite de sua mãe.
11e via o céu aberto e um objeto descendo, como se fosse um grande lençol, sendo baixado pelas quatro pontas sobre a terra, 12no qual havia de todos os quadrúpedes e répteis da terra e aves do céu. 13E uma voz lhe disse: Levanta-te, Pedro, mata e come. 14Mas Pedro respondeu: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda. 15Pela segunda vez lhe falou a voz: Não chames tu comum ao que Deus purificou.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
De todo animal limpoCBA
Gênesis 7:220Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar.
Há muito tempo o número de animais limpos a serem levados na arca tem sido tema de controvérsia entre tradutores e comentaristas bíblicos. O texto hebraico, que diz literalmente "Tomarás para ti sete, um macho com sua fêmea", pode ser entendido como "sete pares" ou "sete de cada tipo" de animal. A LXX e a Vulgata, assim como muitos eruditos antigos e modernos, favorecem a tradução "sete pares", enquanto alguns pais da igreja, os reformadores e ainda alguns eruditos de diferentes épocas são favoráveis à tradução "sete indivíduos". Qualquer que seja o sentido exato, está claro que deviam ser abrigados na arca mais animais limpos do que imundos. Sabendo da necessidade de alimentação de emergência após o dilúvio destruir toda a vegetação, Deus admitiu que o homem precisaria, temporariamente, ingerir carne de animais limpos. Além disso, eles seriam necessários para os sacrifícios. Por essas razões, Deus tomou providências para que fossem preservados animais limpos suficientes, a fim de evitar sua extinção. A razão pela qual, em suas primeiras diretrizes a Noé (
19De tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservares vivos contigo; macho e fêmea serão.
9entraram dois a dois para junto de Noé na arca, macho e fêmea, como Deus ordenara a Noé.