32Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. 42E aquele que der até mesmo um copo de água fresca a um destes pequeninos, na qualidade de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua recompensa.
8Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. 9E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. 10Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principamente aos domésticos da fé.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Não abandoneisCBA
Hebreus 10:3525não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.
23retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque fiel é aquele que fez a promessa;
13Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.
14porque nos temos tornado participantes de Cristo, se é que guardamos firme até o fim a nossa confiança inicial;
ConfiançaCBA
Hebreus 10:356mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança.
GalardãoCBA
Hebreus 10:356que retribuirá a cada um segundo as suas obras; 7a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em favor o bem, procuram glória, e honra e incorrupção;
Nota Adicional a Hebreus 10CBA
Hebreus 10:1-398E me farão um santuário, para que eu habite no meio deles.
31Farás também um véu de azul, púrpura, carmesim, e linho fino torcido; com querubins, obra de artífice, se fará; 32e o suspenderás sobre quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; seus colchetes serão de ouro, sobre quatro bases de prata. 33Pendurarás o véu debaixo dos colchetes, e levarás para dentro do véu a arca do testemunho; este véu vos fará separação entre o lugar santo e o santo dos santos. 34Porás o propiciatório sobre a arca do testemunho no santo dos santos; 35colocarás a mesa fora do véu, e o candelabro defronte da mesa, para o lado sul do tabernáculo; e porás a mesa para o lado norte. 36Farás também para a porta da tenda um reposteiro de azul, púrpura, carmesim: e linho fino torcido, obra de bordador. 37E para o reposteiro farás cinco colunas de madeira de acácia, cobrindo-as de ouro (os seus colchetes também serão de ouro), e para elas fundirás cinco bases de bronze.
40Atenta, pois, que os faças conforme o seu modelo, que te foi mostrado no monte.
9Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.
44Entre os nossos pais no deserto estava o tabernáculo do testemunho, como ordenara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto;
5os quais servem àquilo que é figura e sombra das coisas celestiais, como Moisés foi divinamente avisado, quando estava para construir o tabernáculo; porque lhe foi dito: Olha, faze conforme o modelo que no monte se te mostrou.
23Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes.
5Depois disto olhei, e abriu-se o santuário do tabernáculo do testemunho no céu;
19julgando que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar; e daí também em figura o recobrou.
3Porque todo sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; pelo que era necessário que esse sumo sacerdote também tivesse alguma coisa que oferecer.
1Pelo que, santos irmãos, participantes da vocação celestial, considerai o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus,
24Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus;
24Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; 25nem também para se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; 26doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
12mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus,
A partir dessas e de outras passagens que poderiam ser citadas, é evidente que o santuário terrestre, com seus dois compartimentos e seu ciclo de serviços, era uma "sombra", ou esboço, da obra de Cristo pelos pecadores na cruz e no templo celestial. Na verdade, provavelmente seja mais fácil falar com mais certeza a respeito do serviço do santuário do que sobre quase qualquer outro aspecto do relacionamento de Deus com a humanidade. De fato, esse tema está revelado diante de nós de forma clara e por meio de diversos textos.
Daquilo que pode ser conhecido a partir do santuário terrestre, podem-se tirar algumas conclusões a respeito do santuário celestial. O ritual terrestre não podia começar até que o sacerdote tivesse uma oferta para sacrificar. Da mesma forma, Cristo começou Sua obra como sumo sacerdote no santuário celestial só após a oferta de Si mesmo na cruz. O serviço do santuário terrestre tinha duas fases, executadas nos dois compartimentos; assim também o celestial tem duas fases. Em sua primeira fase, o serviço do santuário terrestre se desenrolava diariamente até que chegasse a segunda fase: o Dia da Expiação. Igualmente, a primeira fase do ofício no templo celestial estaria relacionada à primeira fase do santuário terrestre até o momento, perto do fim da história terrestre, quando o grande Sumo Sacerdote entraria na segunda fase de Seu ministério sacerdotal. A profecia de
14Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.
25Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.
No entanto, como foi observado no comentário de
9Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.
27Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
3sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas,
33Pendurarás o véu debaixo dos colchetes, e levarás para dentro do véu a arca do testemunho; este véu vos fará separação entre o lugar santo e o santo dos santos. 34Porás o propiciatório sobre a arca do testemunho no santo dos santos;
A epístola aos Hebreus discute essa obra de Cristo como sumo sacerdote. Em certos casos, por exemplo, em Hebreus 9, Paulo fala dos dois compartimentos do tabernáculo terrestre e faz uma aplicação ao ministério de Cristo no Céu. Assim, esse livro tem sido crucial na discussão teológica quanto às palavras de Paulo sobre o assunto, notadamente se ele ensina que há dois compartimentos no santuário celestial, ou "duas grandes divisões” para o ministério sacerdotal de Cristo.
Este Comentário defende que o ministério celestial de Cristo é realizado em "duas grandes divisões”, ou, para usar as palavras das Escrituras, no “santo” e, depois, no "santíssimo" do santuário celestial (ver com. de
9Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.
14Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.
Nos tempos do NT, os cristãos hebreus estavam perturbados acerca de como se relacionar com o serviço do santuário terrestre que eles e seus pais antes deles, por 1.500 anos, haviam considerado o centro da vida espiritual. Paulo procura mostrar, com uma série de paralelos e contrastes, que o santuário terrestre não devia ser objeto de sua lealdade e devoção. Deus tinha estabelecido que o templo terrestre nunca seria mais do que uma “sombra”. Por exemplo, o autor de Hebreus fala do Sacerdote imortal no Céu, em comparação com os sacerdotes que morrem, na Terra (ver com. de
23E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, 24mas este, porque permanece para sempre, tem o seu sacerdócio perpétuo. 28Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens que têm fraquezas, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, para sempre aperfeiçoado.
11Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação), 12e não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção. 13Porque, se a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santifica os contaminados, quanto à purificação da carne, 14quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?
23Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. 24Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; 25nem também para se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; 26doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
11Ora, todo sacerdote se apresenta dia após dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar pecados; 12mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus, 13daí por diante esperando, até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. 14Pois com uma só oferta tem aperfeiçoado para sempre os que estão sendo santificados.
6Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas.
14Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. 15Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. 16Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.
19Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, 20pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne, 21e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, 22cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,
Paulo estabeleceu essa verdade da grande superioridade do santuário celestial a fim de persuadir os cristãos judeus a definitivamente voltar os olhos dos sacerdotes terrestres e do santuário terrestre para o santuário e o Sacerdote celestiais. Nesse ponto, Paulo concentra sua discussão sobre o santuário. Se as declarações de Paulo em Hebreus forem colocadas ao lado de outras passagens bíblicas sobre as “duas grandes divisões” do serviço do santuário, é possível obter uma visão equilibrada tanto da natureza quanto da preeminência do ministério sumo sacerdotal de Cristo por nós.