23Males amontoarei sobre eles, esgotarei contra eles as minhas setas. 24Consumidos serão de fome, devorados de raios e de amarga destruição; e contra eles enviarei dentes de feras, juntamente com o veneno dos que se arrastam no pó. 25Por fora devastará a espada, e por dentro o pavor, tanto ao mancebo como à virgem, assim à criança de peito como ao homem encanecido. 26Eu teria dito: Por todos os cantos os espalharei, farei cessar a sua memória dentre os homens,
10e o Senhor os pôs em desordem diante de Israel, que os desbaratou com grande matança em Gibeão, e os perseguiu pelo caminho que sobe a Bete-Horom, ferindo-os até Azeca e Maqueda. 11Pois, quando eles iam fugindo de diante de Israel, à descida de Bete-Horom, o Senhor lançou sobre eles, do céu, grandes pedras até Azeca, e eles morreram; e foram mais os que morreram das pedras da saraiva do que os que os filhos de Israel mataram à espada.
29Assim, pois, estiveram acampados sete dias, uns defronte dos outros. Ao sétimo dia a peleja começou, e num só dia os filhos de Israel mataram dos sírios cem mil homens da infantaria. 30E os restantes fugiram para Afeque, e entraram na cidade; e caiu o muro sobre vinte e sete mil homens que restavam. Bene-Hadade, porém, fugiu, e veio à cidade, onde se meteu numa câmara interior.
8Pois por seus próprios pés é ele lançado na rede, e pisa nos laços armados. 9A armadilha o apanha pelo calcanhar, e o laço o prende; 10a corda do mesmo está-lhe escondida na terra, e uma armadilha na vereda. 11Terrores o amedrontam de todos os lados, e de perto lhe perseguem os pés. 12O seu vigor é diminuído pela fome, e a destruição está pronta ao seu lado. 13São devorados os membros do seu corpo; sim, o primogênito da morte devora os seus membros. 14Arrancado da sua tenda, em que confiava, é levado ao rei dos terrores. 15Na sua tenda habita o que não lhe pertence; espalha-se enxofre sobre a sua habitação. 16Por baixo se secam as suas raízes, e por cima são cortados os seus ramos.
19Então os homens se meterão nas cavernas das rochas, e nas covas da terra, por causa da presença espantosa do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra. 21para se meter nas fendas das rochas, e nas cavernas das penhas, por causa da presença espantosa do Senhor e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
As represas do altoCBA
Isaías 24:1811No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram,
2Cerraram-se as fontes do abismo e as janelas do céu, e a chuva do céu se deteve;
3O nosso Deus vem, e não guarda silêncio; diante dele há um fogo devorador, e grande tormenta ao seu redor.
7mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. 10Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas. 12aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
Os fundamentosCBA
Isaías 24:182Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares; 3ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza.
19Então os homens se meterão nas cavernas das rochas, e nas covas da terra, por causa da presença espantosa do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra.
26a voz do qual abalou então a terra; mas agora tem ele prometido, dizendo: Ainda uma vez hei de abalar não só a terra, mas também o céu. 27Ora, esta palavra - Ainda uma vez - significa a remoção das coisas abaláveis, como coisas criadas, para que permaneçam as coisas inabaláveis.
18E houve relâmpagos e vozes e trovões; houve também um grande terremoto, qual nunca houvera desde que há homens sobre a terra, terremoto tão forte quão grande;