14Maldito o dia em que nasci; não seja bendito o dia em que minha mãe me deu à luz. 15Maldito o homem que deu as novas a meu pai, dizendo: Nasceu- te um filho, alegrando-o com isso grandemente. 16E seja esse homem como as cidades que o senhor destruiu sem piedade; e ouça ele um clamor pela manhã, e um alarido ao meio-dia. 17Por que não me matou na madre? assim minha mãe teria sido a minha sepultura, e teria ficado grávida perpetuamente! 18Por que saí da madre, para ver trabalho e tristeza, e para que se consumam na vergonha os meus dias?
1Depois disso abriu Jó a sua boca, e amaldiçoou o seu dia. 2E Jó falou, dizendo: 3Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem! 4Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. 5Reclamem-no para si as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que escurece o dia. 6Quanto àquela noite, dela se apodere a escuridão; e não se regozije ela entre os dias do ano; e não entre no número dos meses. 7Ah! que estéril seja aquela noite, e nela não entre voz de regozijo. 8Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam os dias, que são peritos em suscitar o leviatã. 9As estrelas da alva se lhe escureçam; espere ela em vão a luz, e não veja as pálpebras da manhã; 10porquanto não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos a aflição. 11Por que não morri ao nascer? por que não expirei ao vir à luz? 12Por que me receberam os joelhos? e por que os seios, para que eu mamasse? 13Pois agora eu estaria deitado e quieto; teria dormido e estaria em repouso, 14com os reis e conselheiros da terra, que reedificavam ruínas para si, 15ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata; 16ou, como aborto oculto, eu não teria existido, como as crianças que nunca viram a luz. 17Ali os ímpios cessam de perturbar; e ali repousam os cansados. 18Ali os presos descansam juntos, e não ouvem a voz do exator. 19O pequeno e o grande ali estão e o servo está livre de seu senhor. 20Por que se concede luz ao aflito, e vida aos amargurados de alma; 21que anelam pela morte sem que ela venha, e cavam em procura dela mais do que de tesouros escondidos; 22que muito se regozijam e exultam, quando acham a sepultura? 23Sim, por que se concede luz ao homem cujo caminho está escondido, e a quem Deus cercou de todos os lados? 24Pois em lugar de meu pão vem o meu suspiro, e os meus gemidos se derramam como água. 25Porque aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. 26Não tenho repouso, nem sossego, nem descanso; mas vem a perturbação.
18Eis que hoje te ponho como cidade fortificada, e como coluna de ferro e muros de bronze contra toda a terra, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes, e contra o povo da terra. 19E eles pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te livrar.
7Seduziste-me, ó Senhor, e deixei-me seduzir; mais forte foste do que eu, e prevaleceste; sirvo de escárnio o dia todo; cada um deles zomba de mim. 8Pois sempre que falo, grito, clamo: Violência e destruição; porque se tornou a palavra do Senhor um opróbrio para mim, e um ludíbrio o dia todo.
6E tu, ó filho do homem, não os temas, nem temas as suas palavras; ainda que estejam contigo sarças e espinhos, e tu habites entre escorpiões; não temas as suas palavras, nem te assustes com os seus semblantes, ainda que são casa rebelde. 7Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes.
7Mas a casa de Israel não te quererá ouvir; pois eles não me querem escutar a mim; porque toda a casa de Israel é de fronte obstinada e dura de coração. 8Eis que fiz duro o teu rosto contra os seus rostos, e dura a tua fronte contra a sua fronte. 9Fiz como esmeril a tua fronte, mais dura do que a pederneira. Não os temas pois, nem te assustes com os seus semblantes, ainda que são casa rebelde.
21Um irmão entregará à morte a seu irmão, e um pai a seu filho; e filhos se levantarão contra os pais e os matarão. 22E sereis odiados de todos por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo. 23Quando, porém, vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel antes que venha o Filho do homem.
20E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, sendo judeus, estão perturbando muito a nossa cidade. 21e pregam costumes que não nos é lícito receber nem praticar, sendo nós romanos. 22A multidão levantou-se à uma contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes os vestidos, mandaram açoitá-los com varas.
6Porém, não os achando, arrastaram Jáson e alguns irmãos à presença dos magistrados da cidade, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, 7os quais Jáson acolheu; e todos eles procedem contra os decretos de César, dizendo haver outro rei, que é Jesus. 8Assim alvoroçaram a multidão e os magistrados da cidade, que ouviram estas coisas.
8Paulo, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, discutindo e persuadindo acerca do reino de Deus. 9Mas, como alguns deles se endurecessem e não obedecessem, falando mal do Caminho diante da multidão, apartou-se deles e separou os discípulos, discutindo diariamente na escola de Tirano. 25os quais ele ajuntou, bem como os oficiais de obras semelhantes, e disse: Senhores, vós bem sabeis que desta indústria nos vem a prosperidade, 26e estais vendo e ouvindo que não é só em Éfeso, mas em quase toda a Ásia, este Paulo tem persuadido e desviado muita gente, dizendo não serem deuses os que são feitos por mãos humanas. 27E não somente há perigo de que esta nossa profissão caia em descrédito, mas também que o templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo mesmo a ser destituída da sua majestade aquela a quem toda a Ásia e o mundo adoram. 28Ao ouvirem isso, encheram-se de ira, e clamavam, dizendo: Grande é a Diana dos efésios!
9Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, tanto a anjos como a homens. 10Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós desprezíveis. 11Até a presente hora padecemos fome, e sede; estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa, 12e nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos; somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e o suportamos; 13somos difamados, e exortamos; até o presente somos considerados como o refugo do mundo, e como a escória de tudo.
19Do teu irmão não exigirás juros; nem de dinheiro, nem de comida, nem de qualquer outra coisa que se empresta a juros. 20Do estrangeiro poderás exigir juros; porém do teu irmão não os exigirás, para que o Senhor teu Deus te abençoe em tudo a que puseres a mão, na terra à qual vais para a possuíres.
1Então se levantou um grande clamor do povo e de duas mulheres contra os judeus, seus irmãos. 2Pois havia alguns que diziam: Nós, nossos filhos e nossas filhas somos muitos; que se nos dê trigo, para que comamos e vivamos. 3Também havia os que diziam: Estamos empenhando nossos campos, as nossas vinhas e as nossas casas, para conseguirmos trigo durante esta fome. 4Havia ainda outros que diziam: Temos tomado dinheiro emprestado até para o tributo do rei sobre os nossos campos e as nossas vinhas. 5Ora, a nossa carne é como a carne de nossos irmãos, e nossos filhos como os filhos deles; e eis que estamos sujeitando nossos filhos e nossas filhas para serem servos, e algumas de nossas filhas já estão reduzidas à escravidão. Não está em nosso poder evitá-lo, pois outros têm os nossos campos e as nossas vinhas. 6Ouvindo eu, pois, o seu clamor, e estas palavras, muito me indignei.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Ai de mim [...]!CBA
Jeremias 15:1034Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.
UsuraCBA
Jeremias 15:1025Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como credor; não lhe imporás juros.