). Este verso encerra a introdução em prosa do livro de Jó.
Deuteronômio 26:5
5E perante o Senhor teu Deus dirás: Arameu prestes a perecer era meu pai; e desceu ao Egito com pouca gente, para ali morar; e veio a ser ali uma nação grande, forte e numerosa.
Isaías 14:10
10Estes todos responderão, e te dirão: Tu também estás fraco como nós, e te tornaste semelhante a nós.
Zacarias 3:4
4Então falando este, ordenou aos que estavam diante dele, dizendo: Tirai-lhe estes trajes sujos. E a Josué disse: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de trajes festivos.
. Na primeira estrofe, Jó amaldiçoa o dia de seu nascimento e a noite de sua concepção. Na segunda, expressa o desejo de ter morrido antes de nascer. Na terceira estrofe, faz a pergunta: Por que Deus compele os homens a viver quando eles prefeririam morrer? Suas execrações são solenes, profundas e sublimes. Essas declarações poéticas não se prestam a uma análise técnica minuciosa. Jó não está apresentando lógica, mas extravazando os sentimentos apaixonados de uma alma sofredora.
Jó 3:3-26
3Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem! 4Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. 5Reclamem-no para si as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que escurece o dia. 6Quanto àquela noite, dela se apodere a escuridão; e não se regozije ela entre os dias do ano; e não entre no número dos meses. 7Ah! que estéril seja aquela noite, e nela não entre voz de regozijo. 8Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam os dias, que são peritos em suscitar o leviatã. 9As estrelas da alva se lhe escureçam; espere ela em vão a luz, e não veja as pálpebras da manhã; 10porquanto não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos a aflição. 11Por que não morri ao nascer? por que não expirei ao vir à luz? 12Por que me receberam os joelhos? e por que os seios, para que eu mamasse? 13Pois agora eu estaria deitado e quieto; teria dormido e estaria em repouso, 14com os reis e conselheiros da terra, que reedificavam ruínas para si, 15ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata; 16ou, como aborto oculto, eu não teria existido, como as crianças que nunca viram a luz. 17Ali os ímpios cessam de perturbar; e ali repousam os cansados. 18Ali os presos descansam juntos, e não ouvem a voz do exator. 19O pequeno e o grande ali estão e o servo está livre de seu senhor. 20Por que se concede luz ao aflito, e vida aos amargurados de alma; 21que anelam pela morte sem que ela venha, e cavam em procura dela mais do que de tesouros escondidos; 22que muito se regozijam e exultam, quando acham a sepultura? 23Sim, por que se concede luz ao homem cujo caminho está escondido, e a quem Deus cercou de todos os lados? 24Pois em lugar de meu pão vem o meu suspiro, e os meus gemidos se derramam como água. 25Porque aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. 26Não tenho repouso, nem sossego, nem descanso; mas vem a perturbação.
Jó 3:3-10
3Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem! 4Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. 5Reclamem-no para si as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que escurece o dia. 6Quanto àquela noite, dela se apodere a escuridão; e não se regozije ela entre os dias do ano; e não entre no número dos meses. 7Ah! que estéril seja aquela noite, e nela não entre voz de regozijo. 8Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam os dias, que são peritos em suscitar o leviatã. 9As estrelas da alva se lhe escureçam; espere ela em vão a luz, e não veja as pálpebras da manhã; 10porquanto não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos a aflição.
Jó 3:11-19
11Por que não morri ao nascer? por que não expirei ao vir à luz? 12Por que me receberam os joelhos? e por que os seios, para que eu mamasse? 13Pois agora eu estaria deitado e quieto; teria dormido e estaria em repouso, 14com os reis e conselheiros da terra, que reedificavam ruínas para si, 15ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata; 16ou, como aborto oculto, eu não teria existido, como as crianças que nunca viram a luz. 17Ali os ímpios cessam de perturbar; e ali repousam os cansados. 18Ali os presos descansam juntos, e não ouvem a voz do exator. 19O pequeno e o grande ali estão e o servo está livre de seu senhor.
Jó 3:20-26
20Por que se concede luz ao aflito, e vida aos amargurados de alma; 21que anelam pela morte sem que ela venha, e cavam em procura dela mais do que de tesouros escondidos; 22que muito se regozijam e exultam, quando acham a sepultura? 23Sim, por que se concede luz ao homem cujo caminho está escondido, e a quem Deus cercou de todos os lados? 24Pois em lugar de meu pão vem o meu suspiro, e os meus gemidos se derramam como água. 25Porque aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. 26Não tenho repouso, nem sossego, nem descanso; mas vem a perturbação.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
NotaMATHEW HENRY
Jó 3:1-10
Durante sete dias, os amigos de Jó sentaram-se ao seu lado em silêncio, sem oferecer-lhe consolo; ao mesmo tempo, Satanás assaltou a mente de Jó para cirandar sua confiança, e enchê-lo de pensamentos duros em relação a Deus. A permissão parece ter se estendido além da mente, e torturava seu corpo. Jó é um tipo especial de Cristo, cujos sofrimentos interiores, no jardim e na cruz, foram os mais espantosos; e os ataques de Satanás surgiram em grande medida nesta hora de trevas. Estas provações interiores mostram a razão da mudança na conduta de Jó, que passou da completa submissão à vontade de Deus à impaciência, que aparece aqui como também em outras partes do livro.
O crente, sabedor de que umas poucas gotas deste cálice amargo são mais terríveis, e mais agudas do que as aflições exteriores, saberá também que enquanto estiver favorecido pela doce sensação do amor e presença de Deus, não se surpreenderá de achar que Jó foi um homem de paixões semelhantes às dos demais. Porém, regozijar-se-á, porque Satanás foi decepcionado, e não pôde demonstrar que Jó era um hipócrita, pois ainda que ele tenha amaldiçoado o dia em que nasceu, não blasfemou contra seu Deus. sem dúvida, Jó arrependeu-se depois por tais desejos, e podemos supor qual será o seu juízo a respeito, agora que está na felicidade eterna.
Análise em Cadeia
Conexões temáticas e referências cruzadas para este verso
Juízes 18:14
14Então os cinco homens que tinham ido espiar a terra de Laís disseram a seus irmãos: Sabeis vós que naquelas casas há um éfode, e terafins, e uma imagem esculpida e uma de fundição? Considerai, pois, agora o que haveis de fazer.
Almeida Revista e Atualizada
Cortesia: bible.com
Almeida Revista e Corrigida
Cortesia: bible.com
Nova Almeida Atualizada
Cortesia: bible.com
Nova Versão Internacional
Cortesia: bible.com
Nova Nova Bíblia Viva
Cortesia: bible.com
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
Cortesia: bible.com
Nova Versão Transformadora
Cortesia: bible.com
Traduçao Brasileira
Cortesia: bible.com
Hebraico (Westminster Leningrad Codex)
Cortesia: bible.com
Vídeos do Capítulo
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Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
DisseCBA
Jó 3:25E perante o Senhor teu Deus dirás: Arameu prestes a perecer era meu pai; e desceu ao Egito com pouca gente, para ali morar; e veio a ser ali uma nação grande, forte e numerosa.
10Estes todos responderão, e te dirão: Tu também estás fraco como nós, e te tornaste semelhante a nós.
4Então falando este, ordenou aos que estavam diante dele, dizendo: Tirai-lhe estes trajes sujos. E a Josué disse: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de trajes festivos.
3Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem! 4Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. 5Reclamem-no para si as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que escurece o dia. 6Quanto àquela noite, dela se apodere a escuridão; e não se regozije ela entre os dias do ano; e não entre no número dos meses. 7Ah! que estéril seja aquela noite, e nela não entre voz de regozijo. 8Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam os dias, que são peritos em suscitar o leviatã. 9As estrelas da alva se lhe escureçam; espere ela em vão a luz, e não veja as pálpebras da manhã; 10porquanto não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos a aflição. 11Por que não morri ao nascer? por que não expirei ao vir à luz? 12Por que me receberam os joelhos? e por que os seios, para que eu mamasse? 13Pois agora eu estaria deitado e quieto; teria dormido e estaria em repouso, 14com os reis e conselheiros da terra, que reedificavam ruínas para si, 15ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata; 16ou, como aborto oculto, eu não teria existido, como as crianças que nunca viram a luz. 17Ali os ímpios cessam de perturbar; e ali repousam os cansados. 18Ali os presos descansam juntos, e não ouvem a voz do exator. 19O pequeno e o grande ali estão e o servo está livre de seu senhor. 20Por que se concede luz ao aflito, e vida aos amargurados de alma; 21que anelam pela morte sem que ela venha, e cavam em procura dela mais do que de tesouros escondidos; 22que muito se regozijam e exultam, quando acham a sepultura? 23Sim, por que se concede luz ao homem cujo caminho está escondido, e a quem Deus cercou de todos os lados? 24Pois em lugar de meu pão vem o meu suspiro, e os meus gemidos se derramam como água. 25Porque aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. 26Não tenho repouso, nem sossego, nem descanso; mas vem a perturbação.
3Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem! 4Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. 5Reclamem-no para si as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que escurece o dia. 6Quanto àquela noite, dela se apodere a escuridão; e não se regozije ela entre os dias do ano; e não entre no número dos meses. 7Ah! que estéril seja aquela noite, e nela não entre voz de regozijo. 8Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam os dias, que são peritos em suscitar o leviatã. 9As estrelas da alva se lhe escureçam; espere ela em vão a luz, e não veja as pálpebras da manhã; 10porquanto não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos a aflição.
11Por que não morri ao nascer? por que não expirei ao vir à luz? 12Por que me receberam os joelhos? e por que os seios, para que eu mamasse? 13Pois agora eu estaria deitado e quieto; teria dormido e estaria em repouso, 14com os reis e conselheiros da terra, que reedificavam ruínas para si, 15ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata; 16ou, como aborto oculto, eu não teria existido, como as crianças que nunca viram a luz. 17Ali os ímpios cessam de perturbar; e ali repousam os cansados. 18Ali os presos descansam juntos, e não ouvem a voz do exator. 19O pequeno e o grande ali estão e o servo está livre de seu senhor.
20Por que se concede luz ao aflito, e vida aos amargurados de alma; 21que anelam pela morte sem que ela venha, e cavam em procura dela mais do que de tesouros escondidos; 22que muito se regozijam e exultam, quando acham a sepultura? 23Sim, por que se concede luz ao homem cujo caminho está escondido, e a quem Deus cercou de todos os lados? 24Pois em lugar de meu pão vem o meu suspiro, e os meus gemidos se derramam como água. 25Porque aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. 26Não tenho repouso, nem sossego, nem descanso; mas vem a perturbação.