Jó 4:6

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6Porventura não está a tua confiança no teu temor de Deus, e a tua esperança na integridade dos teus caminhos?
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O teu temor de DeusCBA
Jó 4:6
As palavras "de Deus" foram acrescentadas, mas, evidentemente, a referência é ao temor de Deus.

A retidãoCBA
Jó 4:6
Ou, "integridade", "perfeição". A palavra hebraica assim traduzida vem da mesma raiz da que é traduzida como "íntegro" (). Elifaz se refere a duas das grandes virtudes de Jó: seu temor a Deus e sua integridade. Será que essas coisas não são suficientes na hora da prova?
Jó 11:1

1Então respondeu Zofar, o naamatita, dizendo:

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Conexões temáticas e referências cruzadas para este verso
Jó 1:1,9,10

1Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó. Era homem íntegro e reto, que temia a Deus e se desviava do mal. 9Então respondeu Satanás ao Senhor, e disse: Porventura Jó teme a Deus debalde? 10Não o tens protegido de todo lado a ele, a sua casa e a tudo quanto tem? Tens abençoado a obra de suas mãos, e os seus bens se multiplicam na terra.

2 Reis 20:3

3Lembra-te agora, ó Senhor, te peço, de como tenho andado diante de ti com fidelidade e integridade de coração, e tenho feito o que era reto aos teus olhos. E Ezequias chorou muitíssimo.

Jó 13:15

15Eis que ele me matará; não tenho esperança; contudo defenderei os meus caminhos diante dele.

Provérbios 3:26

26Porque o Senhor será a tua confiança, e guardará os teus pés de serem presos.

Provérbios 14:26

26No temor do Senhor há firme confiança; e os seus filhos terão um lugar de refúgio.

Jó 17:15

15onde está então a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver?

1 Pedro 1:13,17

13Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos oferece na revelação de Jesus Cristo. 17E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor durante o tempo da vossa peregrinação,

Jó 1:8

8Disse o Senhor a Satanás: Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal?

Jó 16:17

17embora não haja violência nas minhas maos, e seja pura a minha oração.

Jó 23:11,12

11Os meus pés se mantiveram nas suas pisadas; guardei o seu caminho, e não me desviei dele. 12Nunca me apartei do preceito dos seus lábios, e escondi no meu peito as palavras da sua boca.

Jó 27:5,6

5Longe de mim que eu vos dê razão; até que eu morra, nunca apartarei de mim a minha integridade. 6ë minha justiça me apegarei e não a largarei; o meu coração não reprova dia algum da minha vida.

Jó 29:12-17

12porque eu livrava o miserável que clamava, e o órfão que não tinha quem o socorresse. 13A bênção do que estava a perecer vinha sobre mim, e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva. 14vestia-me da retidão, e ela se vestia de mim; como manto e diadema era a minha justiça. 15Fazia-me olhos para o cego, e pés para o coxo; 16dos necessitados era pai, e a causa do que me era desconhecido examinava com diligência. 17E quebrava os caninos do perverso, e arrancava-lhe a presa dentre os dentes.

Jó 31:1-40

1Fiz pacto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem? 2Pois que porção teria eu de Deus lá de cima, e que herança do Todo-Poderoso lá do alto? 3Não é a destruição para o perverso, e o desastre para os obradores da iniqüidade? 4Não vê ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos? 5Se eu tenho andado com falsidade, e se o meu pé se tem apressado após o engano 6(pese-me Deus em balanças fiéis, e conheça a minha integridade); 7se os meus passos se têm desviado do caminho, e se o meu coraçao tem seguido os meus olhos, e se qualquer mancha se tem pegado às minhas mãos; 8então semeie eu e outro coma, e seja arrancado o produto do meu campo. 9Se o meu coração se deixou seduzir por causa duma mulher, ou se eu tenho armado traição à porta do meu próximo, 10então moa minha mulher para outro, e outros se encurvem sobre ela. 11Pois isso seria um crime infame; sim, isso seria uma iniqüidade para ser punida pelos juízes; 12porque seria fogo que consome até Abadom, e desarraigaria toda a minha renda. 13Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles pleitearam comigo, 14então que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele me viesse inquirir, que lhe responderia? 15Aquele que me formou no ventre não o fez também a meu servo? E não foi um que nos plasmou na madre? 16Se tenho negado aos pobres o que desejavam, ou feito desfalecer os olhos da viúva, 17ou se tenho comido sozinho o meu bocado, e não tem comido dele o órfão também 18(pois desde a minha mocidade o órfão cresceu comigo como com seu pai, e a viúva, tenho-a guiado desde o ventre de minha mãe); 19se tenho visto alguém perecer por falta de roupa, ou o necessitado não ter com que se cobrir; 20se os seus lombos não me abençoaram, se ele não se aquentava com os velos dos meus cordeiros; 21se levantei a minha mão contra o órfão, porque na porta via a minha ajuda; 22então caia do ombro a minha espádua, e separe-se o meu braço da sua juntura. 23Pois a calamidade vinda de Deus seria para mim um horror, e eu não poderia suportar a sua majestade. 24Se do ouro fiz a minha esperança, ou disse ao ouro fino: Tu és a minha confiança; 25se me regozijei por ser grande a minha riqueza, e por ter a minha mão alcança o muito; 26se olhei para o sol, quando resplandecia, ou para a lua, quando ela caminhava em esplendor, 27e o meu coração se deixou enganar em oculto, e a minha boca beijou a minha mão; 28isso também seria uma iniqüidade para ser punida pelos juízes; pois assim teria negado a Deus que está lá em cima. 29Se me regozijei com a ruína do que me tem ódio, e se exultei quando o mal lhe sobreveio 30(mas eu não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecação a sua morte); 31se as pessoas da minha tenda não disseram: Quem há que não se tenha saciado com carne provida por ele? 32O estrangeiro não passava a noite na rua; mas eu abria as minhas portas ao viandante; 33se, como Adão, encobri as minhas transgressões, ocultando a minha iniqüidade no meu seio, 34porque tinha medo da grande multidão, e o desprezo das famílias me aterrorizava, de modo que me calei, e não saí da porta... 35Ah! quem me dera um que me ouvisse! Eis a minha defesa, que me responda o Todo-Poderoso! Oxalá tivesse eu a acusação escrita pelo meu adversário! 36Por certo eu a levaria sobre o ombro, sobre mim a ataria como coroa. 37Eu lhe daria conta dos meus passos; como príncipe me chegaria a ele 38Se a minha terra clamar contra mim, e se os seus sulcos juntamente chorarem; 39se comi os seus frutos sem dinheiro, ou se fiz que morressem os seus donos; 40por trigo me produza cardos, e por cevada joio. Acabaram-se as palavras de Jó.

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