3Então os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e pondo-a no meio, 4disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. 5Ora, Moisés nos ordena na lei que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? 6Isto diziam eles, tentando-o, para terem de que o acusar. Jesus, porém, inclinando-se, começou a escrever no chão com o dedo. 7Mas, como insistissem em perguntar-lhe, ergueu-se e disse- lhes: Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra. 8E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
46Mas alguns deles foram ter com os fariseus e disseram-lhes o que Jesus tinha feito. 47Então os principais sacerdotes e os fariseus reuniram o sinédrio e diziam: Que faremos? porquanto este homem vem operando muitos sinais. 57Ora, os principais sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que o prendessem.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
LevaramCBA
João 9:1313Levaram aos fariseus o que fora cego. 14Ora, era sábado o dia em que Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos. 15Então os fariseus também se puseram a perguntar-lhe como recebera a vista. Respondeu-lhes ele: Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me e vejo. 16Por isso alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus; pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles. 17Tornaram, pois, a perguntar ao cego: Que dizes tu a respeito dele, visto que te abriu os olhos? E ele respondeu: É profeta. 18Os judeus, porém, não acreditaram que ele tivesse sido cego e recebido a vista, enquanto não chamaram os pais do que fora curado, 19e lhes perguntaram: É este o vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como, pois, vê agora? 20Responderam seus pais: Sabemos que este é o nosso filho, e que nasceu cego; 21mas como agora vê, não sabemos; ou quem lhe abriu os olhos, nós não sabemos; perguntai a ele mesmo; tem idade; ele falará por si mesmo. 22Isso disseram seus pais, porque temiam os judeus, porquanto já tinham estes combinado que se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga. 23Por isso é que seus pais disseram: Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo. 24Então chamaram pela segunda vez o homem que fora cego, e lhe disseram: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador. 25Respondeu ele: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego, e agora vejo. 26Perguntaram-lhe pois: Que foi que te fez? Como te abriu os olhos? 27Respondeu-lhes: Já vo-lo disse, e não atendestes; para que o quereis tornar a ouvir? Acaso também vós quereis tornar-vos discípulos dele? 28Então o injuriaram, e disseram: Discípulo dele és tu; nós porém, somos discípulos de Moisés. 29Sabemos que Deus falou a Moisés; mas quanto a este, não sabemos donde é. 30Respondeu-lhes o homem: Nisto, pois, está a maravilha: não sabeis donde ele é, e entretanto ele me abriu os olhos; 31sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém for temente a Deus, e fizer a sua vontade, a esse ele ouve. 32Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. 33Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer. 34Replicaram-lhe eles: Tu nasceste todo em pecados, e vens nos ensinar a nós? E expulsaram-no.
6Dito isto, cuspiu no chão e com a saliva fez lodo, e untou com lodo os olhos do cego,