1Veio, pois, Jesus seis dias antes da páscoa, a Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. 2Deram-lhe ali uma ceia; Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. 3Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo.
37E eis que uma mulher pecadora que havia na cidade, quando soube que ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com bálsamo; 38e estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo.
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Estando Ele em BetâniaCBA
Marcos 14:33Estando ele em Betânia, reclinado à mesa em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro cheio de bálsamo de nardo puro, de grande preço; e, quebrando o vaso, derramou-lhe sobre a cabeça o bálsamo. 4Mas alguns houve que em si mesmos se indignaram e disseram: Para que se fez este desperdício do bálsamo? 5Pois podia ser vendido por mais de trezentos denários que se dariam aos pobres. E bramavam contra ela. 6Jesus, porém, disse: Deixai-a; por que a molestais? Ela praticou uma boa ação para comigo. 7Porquanto os pobres sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem; a mim, porém, nem sempre me tendes. 8ela fez o que pode; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura. 9Em verdade vos digo que, em todo o mundo, onde quer que for pregado o evangelho, também o que ela fez será contado para memória sua.
6Estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, 7aproximou-se dele uma mulher que trazia um vaso de alabastro cheio de bálsamo precioso, e lho derramou sobre a cabeça, estando ele reclinado à mesa. 8Quando os discípulos viram isso, indignaram-se, e disseram: Para que este disperdício? 9Pois este bálsamo podia ser vendido por muito dinheiro, que se daria aos pobres. 10Jesus, porém, percebendo isso, disse-lhes: Por que molestais esta mulher? pois praticou uma boa ação para comigo. 11Porquanto os pobres sempre os tendes convosco; a mim, porém, nem sempre me tendes. 12Ora, derramando ela este bálsamo sobre o meu corpo, fê-lo a fim de preparar-me para a minha sepultura. 13Em verdade vos digo que onde quer que for pregado em todo o mundo este evangelho, também o que ela fez será contado para memória sua.
36Um dos fariseus convidou-o para comer com ele; e entrando em casa do fariseu, reclinou-se à mesa. 37E eis que uma mulher pecadora que havia na cidade, quando soube que ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com bálsamo; 38e estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo. 39Mas, ao ver isso, o fariseu que o convidara falava consigo, dizendo: Se este homem fosse profeta, saberia quem e de que qualidade é essa mulher que o toca, pois é uma pecadora. 40E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, tenho uma coisa a dizer-te. Respondeu ele: Dize-a, Mestre. 41Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro cinquenta. 42Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles, pois, o amará mais? 43Respondeu Simão: Suponho que é aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe Jesus: Julgaste bem. 44E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta com suas lágrimas os regou e com seus cabelos os enxugou. 45Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. 46Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta com bálsamo ungiu-me os pés. 47Por isso te digo: Perdoados lhe são os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. 48E disse a ela: Perdoados são os teus pecados. 49Mas os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados? 50Jesus, porém, disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.
1Veio, pois, Jesus seis dias antes da páscoa, a Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. 2Deram-lhe ali uma ceia; Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. 3Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo. 4Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse: 5Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? 6Ora, ele disse isto, não porque tivesse cuidado dos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, subtraía o que nela se lançava. 7Respondeu, pois Jesus: Deixa-a; para o dia da minha preparação para a sepultura o guardou; 8porque os pobres sempre os tendes convosco; mas a mim nem sempre me tendes.