21Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, 22a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez; 23todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.
10como está escrito: Não há justo, nem sequer um. 11Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. 12Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. 13A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo dos seus lábios; 14a sua boca está cheia de maldição e amargura. 15Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. 16Nos seus caminhos há destruição e miséria; 17e não conheceram o caminho da paz. 18Não há temor de Deus diante dos seus olhos. 19Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus;
19Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, 20a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, 21as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.
1Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, 2nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência, 3entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais.
2que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens. 3Porque também nós éramos outrora insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias paixões e deleites, vivendo em malícia e inveja odiosos e odiando-nos uns aos outros. 4Mas quando apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador e o seu amor para com os homens, 5não em virtude de obras de justiça que nós houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou mediante o lavar da regeneração e renovação pelo Espírito Santo, 6que ele derramou abundantemente sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador;
13Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. 14Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; 15então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Nota Adicional a Mateus 15CBA
Mateus 15:1-39Os pontos de semelhança podem ser relacionados como: (1) a região em que ocorreu o milagre: a costa leste ou nordeste da Galileia; (2) uma grande multidão reunida em uma colina, em campo aberto, para ouvir Jesus; (3) a falta de alimento e a simpatia de Jesus pelo povo naquela situação; (4) o diálogo de Jesus com os discípulos, implicando que eles deveriam tomar a iniciativa de fornecer o alimento; (5) a resposta incrédula dos discípulos e a pergunta de Jesus quanto às fontes disponíveis; (6) a multidão sentada no chão; (7) a bênção, o partir e a distribuição dos pães e dos peixes; (8) o alimento excedente; (9) a despedida da multidão; e (10) o retorno para a costa ocidental do lago.
Os pontos de divergência são estes: (1) em um, a chegada pelo mar; no outro, por terra, como sugere o contexto; (2) um, perto de Betsaida Julia; o outro, provavelmente mais ao sul, perto de Gergesa; (3) em um, os judeus que estavam a caminho para assistir à Páscoa (DTN, 364); no outro, os gentios que viviam na região (DTN, 404); (4) em um, o ensino com a duração de um dia; no outro, o ensino com a duração de três dias; (5) as circunstâncias que levaram Jesus à região: em um, a fim de ficar a sós com os discípulos; no outro, Jesus já estava na região curando as pessoas; (6) tempo: em um, logo após a terceira viagem pela Galileia; no outro, depois de uma viagem à Fenícia; (7) em um, a multidão se reuniu no calor do momento e não tinha provisões; no outro, a multidão aparentemente tinha provisões para um dia ou dois e, portanto, tinha se preparado conforme um planejamento anterior; (8) em um, cinco mil; em outro, quatro mil; (9) em um, os discípulos apresentaram o problema e propuseram despedir as multidões para casa; em outro, Jesus apresentou o problema, sugerindo que era dever dos discípulos fazer alguma coisa; (10) em um, a relva era verde; no outro, não há menção à vegetação; (11) em um, é descrita a disposição ordenada dos assentos; no outro, não se menciona como o povo se assentou; (12) o tipo de cestos usados para recolher o excedente: em um, kophinoi; no outro, spurides; (13) a quantidade recolhida: em um, 12 kophinoi; no outro, 7 spurides; (14) em um, Jesus envia os discípulos à frente para atravessar o lago e Se retira para as montanhas a fim de orar; no outro, EIc os acompanha; (15) destino: em um, Cafarnaum ou Genesaré; no outro, Magdala; (16) em um, seguido por uma tempestade no lago; no outro, sem mencionar a travessia tempestuosa; (17) em um, o incentivo que levou a multidão a se ajuntar foi que alguns tinham visto Jesus partir; no outro, alguns tinham ido de grande distância e não teriam tomado conhecimento da reunião, nem podiam alcançá-la, a não ser mediante planejamento anterior.
A natureza incidental dos vários pontos de diferença impede que se considere uma origem comum para as duas narrativas nem qualquer intenção por parte dos escritores dos evangelhos de criar duas histórias a partir de uma original. Deve-se notar, também, que os pontos de semelhança são, em sua maioria, de natureza geral, enquanto os pontos de divergência, em grande parte, tratam de detalhes específicos. Além disso, são mais os pontos de diferença que os de semelhança. Alguns dos pontos diferentes mais significativos são particularmente dignos de nota:
1. Na alimentação dos cinco mil, havia muita relva (
19Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões.
39Então lhes ordenou que a todos fizessem reclinar-se, em grupos, sobre a relva verde.
10Disse Jesus: Fazei reclinar-se o povo. Ora, naquele lugar havia muita relva. Reclinaram-se aí, pois, os homens em número de quase cinco mil.
30Reuniram-se os apóstolos com Jesus e contaram-lhe tudo o que tinham feito e ensinado.
1Foram ter com Jesus os fariseus, e alguns dos escribas vindos de Jerusalém,
21Ora, partindo Jesus dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom.
2. Os cestos da primeira ocasião foram kophinoi, pequenos cestos de mão, e os da segunda ocasião, spurides, grandes (ver com. de
43Em seguida, recolheram doze cestos cheios dos pedaços de pão e de peixe.
9Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para os cinco mil, e de quantos cestos levantastes? 10Nem dos sete pães para os quatro mil, e de quantas alcofas levantastes?
19Quando parti os cinco pães para os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? Responderam-lhe: Doze. 20E quando parti os sete para os quatro mil, quantas alcofas cheias de pedaços levantastes? Responderam-lhe: Sete.
3. O fato de a multidão permanecer com Jesus durante três dias na segunda ocasião e de, aparentemente, não ficar sem comida até o terceiro dia favorece a suposição de que estava preparada para permanecer por pelo menos um ou dois dias. Em outras palavras, as pessoas sabiam que se encontrariam com Jesus e, aparentemente, esperavam passar algum tempo com Ele. O fato adicional de alguns deles serem “de longe” (
3Se eu os mandar em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe.
20Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera Jesus; e todos se admiravam.
39Volta para tua casa, e conta tudo quanto Deus te fez. E ele se retirou, publicando por toda a cidade tudo quanto Jesus lhe fizera.
40Quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando.
O principal motivo para os críticos negarem a distinção entre os dois milagres é o fato de que os discípulos estavam tão despreparados para essa manifestação do poder de Cristo como na ocasião anterior (
33Disseram-lhe os discípulos: Donde nos viriam num deserto tantos pães, para fartar tamanha multidão?
35Estando a hora já muito adiantada, aproximaram-se dele seus discípulos e disseram: O lugar é deserto, e a hora já está muito adiantada; 36despede-os, para que vão aos sítios e às aldeias, em redor, e comprem para si o que comer. 37Ele, porém, lhes respondeu: Dai-lhes vós de comer. Então eles lhe perguntaram: Havemos de ir comprar duzentos denários de pão e dar-lhes de comer?
26Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
6E Jesus lhes disse: Olhai, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus. 7Pelo que eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não trouxemos pão. 8E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós por não terdes pão, homens de pouca fé? 9Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para os cinco mil, e de quantos cestos levantastes? 10Nem dos sete pães para os quatro mil, e de quantas alcofas levantastes? 11Como não compreendeis que não nos falei a respeito de pães? Mas guardai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus.
9Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem. 10E, clamando a si a multidão, disse-lhes: Ouvi, e entendei: 11Não é o que entra pela boca que contamina o homem; mas o que sai da boca, isso é o que o contamina. 12Então os discípulos, aproximando-se dele, perguntaram-lhe: Sabes que os fariseus, ouvindo essas palavras, se escandalizaram?