10não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. 11Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritam contra ti; tornar-se-ão em nada; e os que contenderem contigo perecerão. 12Quanto aos que pelejam contigo, buscá-los-ás, mas não os acharás; e os que guerreiam contigo tornar-se-ão em nada e perecerão. 13Porque eu, o Senhor teu Deus, te seguro pela tua mão direita, e te digo: Não temas; eu te ajudarei. 14Não temas, ó bichinho de Jacó, nem vós, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu redentor é o Santo de Israel.
8Ou quem encerrou com portas o mar, quando este rompeu e saiu da madre; 9quando eu lhe pus nuvens por vestidura, e escuridão por faixas, 10e lhe tracei limites, pondo-lhe portas e ferrolhos, 11e lhe disse: Até aqui virás, porém não mais adiante; e aqui se quebrarão as tuas ondas orgulhosas?
6Tu a cobriste do abismo, como dum vestido; as águas estavam sobre as montanhas. 7Â tua repreensão fugiram; à voz do teu trovão puseram-se em fuga. 8Elevaram-se as montanhas, desceram os vales, até o lugar que lhes determinaste. 9Limite lhes traçaste, que não haviam de ultrapassar, para que não tornassem a cobrir a terra.
3O mar viu isto, e fugiu; o Jordão tornou atrás. 4Os montes saltaram como carneiros, e os outeiros como cordeiros do rebanho. 5Que tens tu, ó mar, para fugires? e tu, ó Jordão, para tornares atrás? 6E vós, montes, que saltais como carneiros, e vós outeiros, como cordeiros do rebanho? 7Treme, ó terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó,
2Por que razão, quando eu vim, ninguém apareceu? quando chamei, não houve quem respondesse? Acaso tanto se encolheu a minha mão, que já não possa remir? ou não tenho poder para livrar? Eis que com a minha repreensão faço secar o mar, e torno os rios em deserto; cheiram mal os seus peixes, pois não há água, e morrem de sede: 3Eu visto os céus de negridão, e lhes ponho cilício por sua cobertura. 4O Senhor Deus me deu a língua dos instruídos para que eu saiba sustentar com uma palavra o que está cansado; ele desperta-me todas as manhãs; desperta-me o ouvido para que eu ouça como discípulo.
48E, vendo-os fatigados a remar, porque o vento lhes era contrário, pela quarta vigília da noite, foi ter com eles, andando sobre o mar; e queria passar-lhes adiante; 49eles, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, pensaram que era um fantasma e gritaram; 50porque todos o viram e se assustaram; mas ele imediatamente falou com eles e disse-lhes: Tende ânimo; sou eu; não temais. 51E subiu para junto deles no barco, e o vento cessou; e ficaram, no seu íntimo, grandemente pasmados;
24Chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança. 25Então lhes perguntou: Onde está a vossa fé? Eles, atemorizados, admiraram-se, dizendo uns aos outros: Quem, pois, é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Homens de pequena féCBA
Mateus 8:26Grande bonançaCBA
Mateus 8:26