18Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. 21porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
1Portanto, és inescusável, ó homem, qualquer que sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo. 2E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade, contra os que tais coisas praticam. 3E tu, ó homem, que julgas os que praticam tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus? 4Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento? 5Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus, 21tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? 22Tu, que dizes que não se deve cometer adultério, adultéras? Tu, que abominas os ídolos, roubas os templos? 23Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei?
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
ConhecendoCBA
Romanos 1:3228E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm;
SentençaCBA
Romanos 1:3214(porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem por natureza as coisas da lei, eles, embora não tendo lei, para si mesmos são lei. 15pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os), 16no dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Cristo Jesus, segundo o meu evangelho.
Paulo enfatizou, neste primeiro capítulo, que os pecados dos pagãos foram cometidos diante de considerável conhecimento sobre Deus (
19Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. 20Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; 21porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. 25pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém. 28E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm;
Passíveis de morteCBA
Romanos 1:3223Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.
PraticamCBA
Romanos 1:32AprovamCBA
Romanos 1:321Naquele dia levantou-se grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e da Samária.
20e quando se derramava o sangue de Estêvão, tua testemunha, eu também estava presente, consentindo na sua morte e guardando as capas dos que o matavam.
A imagem escura de Paulo sobre a corrupção pagã pode ser verificada a partir dos escritos seculares do primeiro século. Uma das descrições mais frequentemente citadas da iniquidade que prevalecia nos dias de Paulo é a de Sêneca, contemporâneo de Paulo, que em sua obra De Ira. (ii.9.1) declara: “Todo lugar está cheio de crime e vícios; os crimes cometidos são demasiados e ultrapassam qualquer possível restrição. As pessoas competem em uma poderosa rivalidade de maldade. A cada dia, o desejo de injustiça é maior, e menor é o temor; tudo que se refere ao que é melhor e mais justo é banido; a luxúria insinua-se onde quer que deseje, e os crimes não são mais secretos. Exibem-se diante de nossos olhos, e a maldade chega a tal estado público e ganhou tal poder sobre o coração de todos, que a inocência não é rara, é inexistente” (ed. Loeb, Ensaios Morais, vol. 1, p. 183; ver também Sabedoria de Salomão 14:22-30; comparar com DTN, 36, 37).
Por quatro mil anos, prosseguiu o experimento para saber se a humanidade poderia se salvar por suas próprias obras. “O princípio de que o homem pode se salvar por suas próprias obras [...] jaz à base de toda religião pagã” (DTN, 35). Então, ficou claro que era necessário outro plano de salvação. “Satanás rejubilava por haver conseguido rebaixar a imagem de Deus na humanidade. Então, veio Cristo, a fim de restaurar no ser humano a imagem de seu Criador” (DTN, 37, 38; ver
4mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, 5para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.