13Agora saiba o rei que, se aquela cidade for reedificada e os muros forem restaurados, eles não pagarão nem tributo, nem imposto, nem pedágio; e assim se danificará a fazenda dos reis. 20E tem havido reis poderosos sobre Jerusalém, os quais dominavam igualmente toda a província dalém do Rio; e a eles se pagavam tributos, impostos e pedágio.
24Tendo eles chegado a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as didracmas, e lhe perguntaram: O vosso mestre não paga as didracmas? 25Disse ele: Sim. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, perguntando: Que te parece, Simão? De quem cobram os reis da terra imposto ou tributo? dos seus filhos, ou dos alheios? 26Quando ele respondeu: Dos alheios, disse-lhe Jesus: Logo, são isentos os filhos. 27Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir e, abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-lho por mim e por ti.
17Dize-nos, pois, que te parece? É lícito pagar tributo a César, ou não? 18Jesus, porém, percebendo a sua malícia, respondeu: Por que me experimentais, hipócritas? 19Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um denário. 20Perguntou-lhes ele: De quem é esta imagem e inscrição? 21Responderam: De César. Então lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
14Aproximando-se, pois, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro, e de ninguém se te dá; porque não olhas à aparência dos homens, mas ensinas segundo a verdade o caminho de Deus; é lícito dar tributo a César, ou não? Daremos, ou não daremos? 15Mas Jesus, percebendo a hipocrisia deles, respondeu-lhes: Por que me experimentais? trazei-me um denário para que eu o veja. 16E eles lho trouxeram. Perguntou-lhes Jesus: De quem é esta imagem e inscrição? Responderam-lhe: De César. 17Disse-lhes Jesus: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E admiravam-se dele.
21Estes, pois, o interrogaram, dizendo: Mestre, sabemos que falas e ensinas retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas segundo a verdade o caminho de Deus; 22é-nos lícito dar tributo a César, ou não? 23Mas Jesus, percebendo a astúcia deles, disse-lhes: 24Mostrai-me um denário. De quem é a imagem e a inscrição que ele tem? Responderam: De César. 25Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. 26E não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e admirados da sua resposta, calaram-se.
13No dia seguinte assentou-se Moisés para julgar o povo; e o povo estava em pé junto de Moisés desde a manhã até a tarde. 14Vendo, pois, o sogro de Moisés tudo o que ele fazia ao povo, perguntou: Que é isto que tu fazes ao povo? por que te assentas só, permanecendo todo o povo junto de ti desde a manhã até a tarde? 15Respondeu Moisés a seu sogro: É por que o povo vem a mim para consultar a Deus. 16Quando eles têm alguma questão, vêm a mim; e eu julgo entre um e outro e lhes declaro os estatutos de Deus e as suas leis. 17O sogro de Moisés, porém, lhe replicou: Não é bom o que fazes. 18certamente desfalecerás, assim tu, como este povo que está contigo; porque isto te é pesado demais; tu só não o podes fazer. 19Ouve agora a minha voz; eu te aconselharei, e seja Deus contigo: sê tu pelo povo diante de Deus, e leva tu as causas a Deus; 20ensinar-lhes-ás os estatutos e as leis, e lhes mostrarás o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer. 21Além disto procurarás dentre todo o povo homens de capacidade, tementes a Deus, homens verazes, que aborreçam a avareza, e os porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinqüenta e chefes de dez; 22e julguem eles o povo em todo o tempo. Que a ti tragam toda causa grave, mas toda causa pequena eles mesmos a julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo. 23Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo irá em paz para o seu lugar. 24E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto este lhe dissera; 25e escolheu Moisés homens capazes dentre todo o Israel, e os pôs por cabeças sobre o povo: chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinqüenta e chefes de dez. 26Estes, pois, julgaram o povo em todo o tempo; as causas graves eles as trouxeram a Moisés; mas toda causa pequena, julgaram-na eles mesmos. 27Então despediu Moisés a seu sogro, o qual se foi para a sua terra.
9Nesse mesmo tempo eu vos disse: Eu sozinho não posso levar-vos, 10o Senhor vosso Deus já vos tem multiplicado, e eis que hoje sois tão numerosos como as estrelas do céu. 11O Senhor Deus de vossos pais vos faça mil vezes mais numerosos do que sois; e vos abençoe, como vos prometeu. 12Como posso eu sozinho suportar o vosso peso, as vossas cargas e as vossas contendas? 13Tomai-vos homens sábios, entendidos e experimentados, segundo as vossas tribos, e eu os porei como cabeças sobre vós. 14Então me respondestes: bom fazermos o que disseste. 15Tomei, pois, os cabeças de vossas tribos, homens sábios e experimentados, e os constituí por cabeças sobre vós, chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinqüenta e chefes de dez, por oficiais, segundo as vossas tribos. 16E no mesmo tempo ordenei a vossos juízes, dizendo: Ouvi as causas entre vossos irmãos, e julgai com justiça entre o homem e seu irmão, ou o estrangeiro que está com ele. 17Não fareis acepção de pessoas em juízo; de um mesmo modo ouvireis o pequeno e o grande; não temereis a face de ninguém, porque o juízo é de Deus; e a causa que vos for difícil demais, a trareis a mim, e eu a ouvirei.
7Quando eu saía para a porta da cidade, e na praça preparava a minha cadeira, 8os moços me viam e se escondiam, e os idosos se levantavam e se punham em pé; 9os príncipes continham as suas palavras, e punham a mão sobre a sua boca; 10a voz dos nobres emudecia, e a língua se lhes pegava ao paladar. 11Pois, ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; e vendo-me algum olho, dava testemunho de mim; 12porque eu livrava o miserável que clamava, e o órfão que não tinha quem o socorresse. 13A bênção do que estava a perecer vinha sobre mim, e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva. 14vestia-me da retidão, e ela se vestia de mim; como manto e diadema era a minha justiça. 15Fazia-me olhos para o cego, e pés para o coxo; 16dos necessitados era pai, e a causa do que me era desconhecido examinava com diligência. 17E quebrava os caninos do perverso, e arrancava-lhe a presa dentre os dentes.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Pagais tributoCBA
Romanos 13:620E, aguardando oportunidade, mandaram espias, os quais se fingiam justos, para o apanharem em alguma palavra, e o entregarem à jurisdição e à autoridade do governador. 21Estes, pois, o interrogaram, dizendo: Mestre, sabemos que falas e ensinas retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas segundo a verdade o caminho de Deus; 22é-nos lícito dar tributo a César, ou não? 23Mas Jesus, percebendo a astúcia deles, disse-lhes: 24Mostrai-me um denário. De quem é a imagem e a inscrição que ele tem? Responderam: De César. 25Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
7Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.
14quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem.
MinistrosCBA
Romanos 13:64porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal.
16para ser ministro de Cristo Jesus entre os gentios, ministrando o evangelho de Deus, para que sejam aceitáveis os gentios como oferta, santificada pelo Espírito Santo.
2ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem.
Atendendo, constantementeCBA
Romanos 13:612alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;
A este serviçoCBA
Romanos 13:63Porque os magistrados não são motivo de temor para os que fazem o bem, mas para os que fazem o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; 4porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal.
Nota Adicional a Romanos 13CBA
Romanos 13:1-1411E isso fazei, conhecendo o tempo, que já é hora de despertardes do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando nos tornamos crentes. 12A noite é passada, e o dia é chegado; dispamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.
29Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia; pelo que, doravante, os que têm mulher sejam como se não a tivessem;
5Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
15Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. 17Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.
25não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.
8Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. 9Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está à porta.
7Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração;
18Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora.
Alguns se apressam em concluir que os escritores bíblicos estavam confusos ou, pelo menos, que nada se pode conhecer quanto ao tempo da vinda de Cristo. Mas o assunto não requer essa conclusão.
Certos fatos se destacam na discussão bíblica sobre o fim do mundo e a vinda de Cristo. E, à luz dos mesmos, pode-se acreditar ser possível uma conclusão coerente acerca da inspiração das Escrituras e do segundo advento de Cristo. Esses fatos são os seguintes:
1. Os escritores bíblicos sempre falam da certeza do advento. Isso é verdade tanto no AT quanto no NT. Qualquer leitor da Bíblia que tomar suas palavras em seu sentido mais evidente concluirá que “o dia do Senhor virá” (
10Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas.
2. Os escritores bíblicos falam sobre o assunto tão dominados pela grandeza, glória e natureza culminante do evento para cada pessoa e para toda a criação que muitas vezes referem-se a isso como se fosse o único grande evento por vir. A luz resplandecente do dia de Deus parece excluir tudo mais dos olhos e da mente do profeta. O leitor tem a nítida impressão de que o escritor inspirado considera tudo o que precede o advento como sendo de menor importância, um prólogo para o grande clímax “para o qual se move toda a criação”. Na verdade, muitas vezes, ele pode sentir como se o grande dia estivesse exatamente à sua frente.
Essa vivida apresentação do segundo advento começou com Enoque, “o sétimo depois de Adão”, que declarou aos ímpios em sua época: “Eis que veio o Senhor entre suas santas miríades, para exercer juízo contra todos” (
14Para estes também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor com os seus milhares de santos, 15para executar juízo sobre todos e convencer a todos os ímpios de todas as obras de impiedade, que impiamente cometeram, e de todas as duras palavras que ímpios pecadores contra ele proferiram.
3. Os escritores bíblicos enfatizam que o dia do Senhor virá repentinamente, de forma inesperada. As afirmações de Cristo são a melhor exposição disso. Ele disse: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (
42Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor;
34Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço. 35Porque há de vir sobre todos os que habitam na face da terra. 36Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e estar em pé na presença do Filho do homem.
Paulo ecoa as palavras do Senhor: “O Dia do Senhor vem como ladrão de noite” (
2porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite;
10Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas.
Foi esse fato da brevidade e da imprevisibilidade da segunda vinda, juntamente com a certeza do evento que deu à pregação do advento a ênfase de iminência, pelo menos potencial mente.
O Senhor não considerou apropriado revelar o “dia e hora” (
36Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai.
Fica evidente que, pelo plano de Deus, os profetas não deveríam ter conhecimento acerca de datas objetivas para a segunda vinda de Cristo. O Senhor, antes da ascensão, silenciou os questionamentos dos discípulos quanto ao momento de suas ações futuras, declarando: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade” (
7Respondeu-lhes: A vós não vos compete saber os tempos ou as épocas, que o Pai reservou à sua própria autoridade.
4. Os autores bíblicos não escreveram simplesmente para seu tempo ou para determinada congregação à qual uma carta, por exemplo, seria destinada. Se assim fosse, a relevância das Escrituras teria terminado com a geração que recebeu as mensagens dos autores guiados por Deus. Em vez disso, eles escreveram, sob inspiração e, sem dúvida, às vezes, sem estar conscientes disso, a todas as gerações, até que o Senhor retorne.
E verdade que algumas coisas que eles escreveram, sobre a circuncisão por exemplo, tiveram relevância para a geração deles, enquanto outras partes, ao contrário, têm cada vez mais relevância conforme o clímax da história terrestre se aproxima.
O fato de os escritores bíblicos terem escrito para exortação, advertência e instrução a todos os que viverem até o segundo advento, lança mais luz sobre a questão das declarações do NT que refletem imediatismo. É verdade que as mensagens, vistas no contexto histórico, são dirigidas a um grupo particular vivendo naquele momento. A maior parte do material das Escrituras é colocada em um contexto histórico de determinadas pessoas e determinados contextos passados.
Mas, apesar de uma declaração ser feita a determinados crentes, ela pode se aplicar tanto a eles quanto a seus descendentes espirituais. Quando Cristo enumerou aos discípulos certos eventos-chave que precederíam Sua vinda e que servem como sinais do acontecimento, Ele cobriu um período de cerca de dois milênios. Quando começou a falar da queda de Jerusalém, Ele disse: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo...” (
15Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda),
23Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis;
Assim, as Escrituras falam à congregação imediata no tempo do escritor, mas em certos textos elas se referem também, e talvez mais particularmente, a uma geração posterior. Essa compreensão nos protege contra conclusões apressadas sobre a inspiração do escritor quando ele fala dos eventos futuros.
Parece evidente que, imediatamente após a ascensão, “os irmãos”, inclusive os apóstolos, pensaram que Cristo podería voltar em seus dias. “Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo [João] não morrería” (
23Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não disse que não morreria, mas: se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso?
6Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntavam-lhe, dizendo: Senhor, é nesse tempo que restauras o reino a Israel? 7Respondeu-lhes: A vós não vos compete saber os tempos ou as épocas, que o Pai reservou à sua própria autoridade.
No entanto, há evidências no NT de que Deus deu luz aos autores inspirados quanto ao tempo que transcorrería até a segunda vinda de Cristo. Em sua primeira carta aos Tessalonicenses, Paulo escreveu sobre o advento e disse: “nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor” (
15Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem.
1Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, 2que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto.
28Cuidai pois de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue. 29Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão rebanho, 30e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si.
6Quanto a mim, já estou sendo derramado como libação, e o tempo da minha partida está próximo. 7Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. 8Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
15Assim, pois, irmãos, estai firmes e conservai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. 16E o próprio Senhor nosso, Jesus Cristo, e Deus nosso Pai que nos amou e pela graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, 17console os vossos corações e os confirme em toda boa obra e palavra.
Em sua cela da morte, Paulo escreveu a seu filho espiritual Timóteo: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (
2e o que de mim ouviste de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
Parece, portanto, que quando usou “nós” (
15Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem.
Pedro escreveu: “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (
7Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração;
2para que vos lembreis das palavras que dantes foram ditas pelos santos profetas, e do mandamento do Senhor e Salvador, dado mediante os vossos apóstolos; 3sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, 4e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
Ao discutir a segunda vinda, Pedro convida os crentes a se recordarem “das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas”. Antes, nessa mesma epístola, ele declarou: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (
19E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações;
1Mas, irmãos, acerca dos tempos e das épocas não necessitais de que se vos escreva: 2porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; 3pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. 4Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda;
Esse apelo dos apóstolos aos escritos dos profetas repercute as palavras de Cristo a respeito do que “o profeta Daniel” havia escrito dos eventos futuros: “quem lê, entenda” (
15Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda),
5. Nesse cenário de exortação aos fiéis para guiar os passos pela luz da profecia, deve-se reconhecer que a Bíblia contém certas profecias sobre a vinda do Senhor, as quais tratam de grandes períodos de tempo e que permitem saber quando o advento estaria “próximo, às portas” (
33Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas.
9Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim.
Hoje a luz brilha das páginas de Daniel e do livro do Apocalipse. Suas profecias de tempo permitem conhecer, de uma forma que não era possível antes, “os tempos e as épocas” proféticos (
1Mas, irmãos, acerca dos tempos e das épocas não necessitais de que se vos escreva: