1Ó Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor. 2Porque as tuas flechas se cravaram em mim, e sobre mim a tua mão pesou. 3Não há coisa sã na minha carne, por causa da tua cólera; nem há saúde nos meus ossos, por causa do meu pecado. 4Pois já as minhas iniqüidades submergem a minha cabeça; como carga pesada excedem as minhas forças. 5As minhas chagas se tornam fétidas e purulentas, por causa da minha loucura. 6Estou encurvado, estou muito abatido, ando lamentando o dia todo. 7Pois os meus lombos estão cheios de ardor, e não há coisa sã na minha carne. 8Estou gasto e muito esmagado; dou rugidos por causa do desassossego do meu coração.
10também a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã se tornara leprosa, branca como a neve; e olhou Arão para Miriã e eis que estava leprosa. 11Pelo que Arão disse a Moisés: Ah, meu senhor! rogo-te não ponhas sobre nós este pecado, porque procedemos loucamente, e pecamos. 12Não seja ela como um morto que, ao sair do ventre de sua mãe, tenha a sua carne já meio consumida. 13Clamou, pois, Moisés ao Senhor, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures.
5E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para morrermos no deserto? pois aqui não há pão e não há água: e a nossa alma tem fastio deste miserável pão. 6Então o Senhor mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que o mordiam; e morreu muita gente em Israel. 7Pelo que o povo veio a Moisés, e disse: Pecamos, porquanto temos falado contra o Senhor e contra ti; ora ao Senhor para que tire de nós estas serpentes. Moisés, pois, orou pelo povo. 8Então disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente de bronze, e põe-na sobre uma haste; e será que todo mordido que olhar para ela viverá. 9Fez, pois, Moisés uma serpente de bronze, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, tendo uma serpente mordido a alguém, quando esse olhava para a serpente de bronze, vivia.
6Eis que está escrito diante de mim: Não me calarei, mas eu pagarei, sim, deitar-lhes-ei a recompensa no seu seio; 7as suas iniqüidades, e juntamente as iniqüidades de seus pais, diz o Senhor, os quais queimaram incenso nos montes, e me afrontaram nos outeiros; pelo que lhes tornarei a medir as suas obras antigas no seu seio.
14Todos os teus amantes se esqueceram de ti; não te procuram; pois te feri com ferida de inimigo, e com castigo de quem é cruel, porque é grande a tua culpa, e têm-se multiplicado os teus pecados. 15Por que gritas por causa da tua fratura? tua dor é incurável. Por ser grande a tua culpa, e por se terem multiplicado os teus pecados, é que te fiz estas coisas.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Por causa das suas iniquidadesCBA
Salmos 107:17Serão afligidosCBA
Salmos 107:17