1Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, tu que puseste a tua glória dos céus! 2Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários para fazeres calar o inimigo e vingador. 3Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste,
1Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. 2Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. 3Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz. 4Por toda a terra estende-se a sua linha, e as suas palavras até os consfins do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol, 5que é qual noivo que sai do seu tálamo, e se alegra, como um herói, a correr a sua carreira. 6A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até a outra extremidade deles; e nada se esconde ao seu calor.
14E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; 15e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi. 16Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.
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Estrelas luzentesCBA
Salmos 148:3