7Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. 8Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. 9Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está à porta. 10Irmãos, tomai como exemplo de sofrimento e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. 11Eis que chamamos bem-aventurados os que suportaram aflições. Ouvistes da paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de misericórdia e compaixão.
3Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios. 4Porque eles não sofrem dores; são e robusto é o seu corpo. 5Não se acham em tribulações como outra gente, nem são afligidos como os demais homens. 6Pelo que a soberba lhes cinge o pescoço como um colar; a violência os cobre como um vestido. 7Os olhos deles estão inchados de gordura; trasbordam as fantasias do seu coração. 8Motejam e falam maliciosamente; falam arrogantemente da opressão. 9Põem a sua boca contra os céus, e a sua língua percorre a terra. 10Pelo que o povo volta para eles e não acha neles falta alguma. 11E dizem: Como o sabe Deus? Há conhecimento no Altíssimo? 12Eis que estes são ímpios; sempre em segurança, aumentam as suas riquezas. 13Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração e lavado as minhas mãos na inocência, 14pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã.
7Por que razão vivem os ímpios, envelhecem, e ainda se robustecem em poder? 8Os seus filhos se estabelecem à vista deles, e os seus descendentes perante os seus olhos. 9As suas casas estão em paz, sem temor, e a vara de Deus não está sobre eles. 10O seu touro gera, e não falha; pare a sua vaca, e não aborta. 11Eles fazem sair os seus pequeninos, como a um rebanho, e suas crianças andam saltando. 12Levantam a voz, ao som do tamboril e da harpa, e regozijam-se ao som da flauta. 13Na prosperidade passam os seus dias, e num momento descem ao Seol. 14Eles dizem a Deus: retira-te de nós, pois não desejamos ter conhecimento dos teus caminhos. 15Que é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará, se lhe fizermos orações? 16Vede, porém, que eles não têm na mão a prosperidade; esteja longe de mim o conselho dos ímpios! 17Quantas vezes sucede que se apague a lâmpada dos ímpios? que lhes sobrevenha a sua destruição? que Deus na sua ira lhes reparta dores? 18que eles sejam como a palha diante do vento, e como a pragana, que o redemoinho arrebata? 19Deus, dizeis vós, reserva a iniqüidade do pai para seus filhos, mas é a ele mesmo que Deus deveria punir, para que o conheça. 20Vejam os seus próprios olhos a sua ruina, e beba ele do furor do Todo-Poderoso. 21Pois, que lhe importa a sua casa depois de morto, quando lhe for cortado o número dos seus meses? 22Acaso se ensinará ciência a Deus, a ele que julga os excelsos? 23Um morre em plena prosperidade, inteiramente sossegado e tranqüilo; 24com os seus baldes cheios de leite, e a medula dos seus ossos umedecida. 25Outro, ao contrário, morre em amargura de alma, não havendo provado do bem. 26Juntamente jazem no pó, e os vermes os cobrem. 27Eis que conheço os vossos pensamentos, e os maus intentos com que me fazeis injustiça. 28Pois dizeis: Onde está a casa do príncipe, e onde a tenda em que morava o ímpio? 29Porventura não perguntastes aos viandantes? e não aceitais o seu testemunho, 30de que o mau é preservado no dia da destruição, e poupado no dia do furor? 31Quem acusará diante dele o seu caminho? e quem lhe dará o pago do que fez? 32Ele é levado para a sepultura, e vigiam-lhe o túmulo. 33Os torrões do vale lhe são doces, e o seguirão todos os homens, como ele o fez aos inumeráveis que o precederam. 34Como, pois, me ofereceis consolações vãs, quando nas vossas respostas só resta falsidade?
13Porquanto diz ele: Com a força da minha mão o fiz, e com a minha sabedoria, porque sou entendido; eu removi os limites dos povos, e roubei os seus tesouros, e como valente abati os que se sentavam sobre tronos. 14E achou a minha mão as riquezas dos povos como a um ninho; e como se ajuntam os ovos abandonados, assim eu ajuntei toda a terra; e não houve quem movesse a asa, ou abrisse a boca, ou chilreasse.
3Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta, 4e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela? 5Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses. 6E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu. 7Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. 8E adora-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. 9Se alguém tem ouvidos, ouça. 10Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
DescansaCBA
Salmos 37:7Espera nEleCBA
Salmos 37:73Não seja envergonhado nenhum dos que em ti esperam; envergonhados sejam os que sem causa procedem traiçoeiramente.
14Espera tu pelo Senhor; anima-te, e fortalece o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.
Não te irritesCBA
Salmos 37:71Não te enfades por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.