1O meu espírito está quebrantado, os meus dias se extinguem, a sepultura me está preparada! 11Os meus dias passaram, malograram-se os meus propósitos, as aspirações do meu coração. 12Trocam a noite em dia; dizem que a luz está perto das trevas. el, 13Se eu olhar o Seol como a minha casa, se nas trevas estender a minha cama, 14se eu clamar à cova: Tu és meu pai; e aos vermes: Vós sois minha mãe e minha irmã; 15onde está então a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver? 16Acaso descerá comigo até os ferrolhos do Seol? Descansaremos juntos no pó?
11Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma. 12Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas uma guarda? 13Quando digo: Confortar-me-á a minha cama, meu leito aliviará a minha queixa, 14então me espantas com sonhos, e com visões me atemorizas; 15de modo que eu escolheria antes a estrangulação, e a morte do que estes meus ossos. 16A minha vida abomino; não quero viver para sempre; retira-te de mim, pois os meus dias são vaidade.
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Salmos 88:15