2O rico e o pobre se encontram; quem os faz a ambos é o Senhor. 16O que para aumentar o seu lucro oprime o pobre, e dá ao rico, certamente chegará à: penuria. 22Não roubes ao pobre, porque é pobre; nem oprimas ao aflito na porta; 23porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam lhes tirará a vida.
13Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles pleitearam comigo, 14então que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele me viesse inquirir, que lhe responderia? 15Aquele que me formou no ventre não o fez também a meu servo? E não foi um que nos plasmou na madre? 16Se tenho negado aos pobres o que desejavam, ou feito desfalecer os olhos da viúva,
40E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes. 41Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; 42porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. 44Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? 45Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim. 46E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.
7Ora, assim como abundais em tudo: em fé, em palavra, em ciência, em todo o zelo, no vosso amor para conosco, vede que também nesta graça abundeis. 8Não digo isto como quem manda, mas para provar, mediante o zelo de outros, a sinceridade de vosso amor; 9pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos.
17Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitando, lhe fechar o seu coração, como permanece nele o amor de Deus? 18Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade. 19Nisto conheceremos que somos da verdade, e diante dele tranqüilizaremos o nosso coração; 20porque se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. 21Amados, se o coração não nos condena, temos confiança para com Deus;
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
O que se compadece do necessitadoCBA
Provérbios 14:318porque os pobres sempre os tendes convosco; mas a mim nem sempre me tendes.
10E santificareis o ano qüinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus habitantes; ano de jubileu será para vós; pois tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. 23Também não se venderá a terra em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós estais comigo como estrangeiros e peregrinos: 24Portanto em toda a terra da vossã possessão concedereis que seja remida a terra. 25Se teu irmão empobrecer e vender uma parte da sua possessão, virá o seu parente mais chegado e remirá o que seu irmao vendeu. 26E se alguém não tiver remidor, mas ele mesmo tiver enriquecido e achado o que basta para o seu resgate, 27contará os anos desde a sua venda, e o que ficar do preço da venda restituirá ao homem a quem a vendeu, e tornará à sua possessao. 28Mas, se as suas posses não bastarem para reavê-la, aquilo que tiver vendido ficará na mão do comprador até o ano do jubileu; porém no ano do jubileu sairá da posse deste, e aquele que vendeu tornará à sua possessão.
7Quando no meio de ti houver algum pobre, dentre teus irmãos, em qualquer das tuas cidades na terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a mão a teu irmão pobre; 8antes lhe abrirás a tua mão, e certamente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade. 9Guarda-te, que não haja pensamento vil no teu coração e venhas a dizer: Vai-se aproximando o sétimo ano, o ano da remissão; e que o teu olho não seja maligno para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e que ele clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado. 10Livremente lhe darás, e não fique pesaroso o teu coração quando lhe deres; pois por esta causa te abençoará o Senhor teu Deus em toda a tua obra, e em tudo no que puseres a mão. 11Pois nunca deixará de haver pobres na terra; pelo que eu te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra.
Deus permitiu que a pobreza existisse, em parte, para demonstrar as consequências do pecado e da indolência e, em outra, como um teste da generosidade de Seu povo. Por isso, aqueles que não ajudam os pobres estão desonrando e desobedecendo ao Pai de todos (ver
21E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Uma coisa te falta; vai vende tudo quanto tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me.
7Porquanto os pobres sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem; a mim, porém, nem sempre me tendes.
10recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres; o que também procurei fazer com diligência.