25Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros. 26Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; 27nem deis lugar ao Diabo. 28Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade. 29Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem. 30E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. 31Toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tiradas dentre vós, bem como toda a malícia.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
A perversidade dos lábiosCBA
Provérbios 4:241Meus irmãos, não sejais muitos de vós mestres, sabendo que receberemos um juízo mais severo. 2Pois todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, esse é homem perfeito, e capaz de refrear também todo o corpo. 3Ora, se pomos freios na boca dos cavalos, para que nos obedeçam, então conseguimos dirigir todo o seu corpo. 4Vede também os navios que, embora tão grandes e levados por impetuosos ventos, com um pequenino leme se voltam para onde quer o impulso do timoneiro. 5Assim também a língua é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia. 6A língua também é um fogo; sim, a língua, qual mundo de iniqüidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno. 7Pois toda espécie tanto de feras, como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se doma, e tem sido domada pelo gênero humano; 8mas a língua, nenhum homem a pode domar. É um mal irrefreável; está cheia de peçonha mortal. 9Com ela bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. 10Da mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que se faça assim. 11Porventura a fonte deita da mesma abertura água doce e água amargosa? 12Meus irmãos, pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de água salgada dar água doce.
5Aquele que difama o seu próximo às escondidas, eu o destruirei; aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não o tolerarei.
12O homem vil, o homem iníquo, anda com a perversidade na boca,
34Raça de víboras! como podeis vós falar coisas boas, sendo maus? pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.
2O homem de bem alcançará o favor do Senhor; mas ao homem de perversos desígnios ele condenará.