2escolheu para si três mil homens de Israel; dois mil estavam com Saul em Micmás e no monte de Betel, e mil estavam com Jônatas em Gibeá de Benjamim. Quanto ao resto do povo, mandou-o cada um para sua tenda. 5E os filisteus se ajuntaram para pelejar contra Israel, com trinta mil carros, seis mil cavaleiros, e povo em multidão como a areia que está à beira do mar subiram e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Aven. 16E Saul, seu filho Jônatas e o povo que se achava com eles, ficaram em Gibeá de Benjamim, mas os filisteus se tinham acampado em Micmás. 23E saiu a guarnição dos filisteus para o desfiladeiro de Micmás.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
A Batalha de Micmás
O povo se ia espalhandoCBA
1 Samuel 13:1116Ele, porém, não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o Senhor vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho.
3Ora os egípcios são homens, e não Deus; e os seus cavalos carne, e não espírito; e quando o Senhor estender a sua mão, tanto tropeçará quem dá auxílio, como cairá quem recebe auxílio, e todos juntamente serão consumidos.
Entretanto, Saul, pensando nos equipamentos militares dos povos vizinhos de Israel, juntamente com os soldados, passou a considerar a segurança e o sucesso como elementos separados da simples fé e confiança em Deus. Com esse conceito em mente, não conseguiu inspirar em seus homens a coragem que resulta da fé no Senhor. Sem coragem e sem armas das quais depender, seus soldados — com uma visão mais clara que a do próprio Saul — não conseguiam ver motivo para contar com a vitória. As perspectivas pareciam desprovidas de qualquer esperança. Portanto, na primeira insinuação de perigo real, a maior parte do exército de Saul desertou. Temendo pela própria segurança, eles deixaram o rei com apenas 600 homens em Gilgal. Seus espias haviam levado informações sobre a concentração dos inimigos a 18 km de distância, em Micmás, e Saul temeu não só pela nação, mas também pela própria vida.
Saul perdera a confiança e o respeito de seu exército. A cada dia, mais e mais de seus homens desertavam. Ele perdeu completamente a coragem. Sua popularidade estava caindo rapidamente. Ele parecia pronto a colocar toda a culpa da situação em Samuel, que não aparecera. Saul se sentiu aflito por Samuel não estar presente. Com esse espírito, não pediu desculpas ao se encontrar com o profeta, mas passou a se justificar. Houve um grande contraste com o espírito com que ele se prepara para o ataque aos amonitas.