1Vi o Senhor, que estava junto ao altar; e me disse: Fere os capitéis, para que estremeçam os umbrais; e faze tudo em pedaços sobre a cabeça de todos eles; e eu matarei à espada até o último deles; nenhum deles conseguirá fugir, nenhum deles escapará. 2Ainda que cavem até o Seol, dali os tirará a minha mão; ainda que subam ao céu, dali os farei descer. 3Ainda que se escondam no cume do Carmelo, buscá-los-ei, e dali os tirarei; e, ainda que se ocultem aos meus olhos no fundo do mar, ali darei ordem à serpente, e ela os morderá. 4Também ainda que vão para o cativeiro diante de seus inimigos, ali darei ordem à espada, e ela os matará; enfim eu porei os meus olhos sobre eles para o mal, e não pera o bem.
4Pois assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-me, e vivei. 5Mas não busqueis a Betel, nem entreis em Gilgal, nem passeis a Berseba; porque Gilgal certamente irá ao cativeiro, e Betel será desfeita em nada. 6Buscai ao Senhor, e vivei; para que ele não irrompa na casa de José como fogo e a consuma, e não haja em Betel quem o apague. 7Vós que converteis o juízo em alosna, e deitais por terra a justiça, 8procurai aquele que fez as Plêiades e o Oriom, e torna a sombra da noite em manhã, e transforma o dia em noite; o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra; o Senhor é o seu nome. 9O que faz vir súbita destruição sobre o forte, de sorte que vem a ruína sobre a fortaleza. 10Eles odeiam ao que na porta os repreende, e abominam ao que fala a verdade. 11Portanto, visto que pisais o pobre, e dele exigis tributo de trigo, embora tenhais edificado casas de pedras lavradas, não habitareis nelas; e embora tenhais plantado vinhas desejáveis, não bebereis do seu vinho. 12Pois sei que são muitas as vossas transgressões, e graves os vossos pecados; afligis o justo, aceitais peitas, e na porta negais o direito aos necessitados. 13Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. 14Buscai o bem, e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o Deus dos exércitos, estará convosco, como dizeis. 15Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei o juízo na porta. Talvez o Senhor, o Deus dos exércitos, tenha piedade do resto de José.
44Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem. 45Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o senhor pôs sobre os seus serviçais, para a tempo dar-lhes o sustento? 46Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo. 47Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens. 48Mas se aquele outro, o mau servo, disser no seu coração: Meu senhor tarda em vir, 49e começar a espancar os seus conservos, e a comer e beber com os ébrios, 50virá o senhor daquele servo, num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, 51e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.
1Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo. 2Cinco delas eram insensatas, e cinco prudentes. 3Ora, as insensatas, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo. 4As prudentes, porém, levaram azeite em suas vasilhas, juntamente com as lâmpadas. 5E tardando o noivo, cochilaram todas, e dormiram. 6Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro! 7Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas. 8E as insensatas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando. 9Mas as prudentes responderam: não; pois de certo não chegaria para nós e para vós; ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós. 10E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o noivo; e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. 11Depois vieram também as outras virgens, e disseram: Senhor, Senhor, abre-nos a porta. 12Ele, porém, respondeu: Em verdade vos digo, não vos conheço. 13Vigiai pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.
32Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai. 33Olhai! vigiai! porque não sabeis quando chegará o tempo. 34É como se um homem, devendo viajar, ao deixar a sua casa, desse autoridade aos seus servos, a cada um o seu trabalho, e ordenasse também ao porteiro que vigiasse. 35Vigiai, pois; porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; 36para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo. 37O que vos digo a vós, a todos o digo: Vigiai.
3e disse: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos; 4porque todos aqueles deram daquilo que lhes sobrava; mas esta, da sua pobreza, deu tudo o que tinha para o seu sustento. 5E falando-lhe alguns a respeito do templo, como estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse ele: 6Quanto a isto que vedes, dias virão em que não se deixará aqui pedra sobre pedra, que não seja derribada. 7Perguntaram-lhe então: Mestre, quando, pois, sucederão estas coisas? E que sinal haverá, quando elas estiverem para se cumprir? 8Respondeu então ele: Acautelai-vos; não sejais enganados; porque virão muitos em meu nome, dizendo: Sou eu; e: O tempo é chegado; não vades após eles. 9Quando ouvirdes de guerras e tumultos, não vos assusteis; pois é necessário que primeiro aconteçam essas coisas; mas o fim não será logo. 10Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; 11e haverá em vários lugares grandes terremotos, e pestes e fomes; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. 12Mas antes de todas essas coisas vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. 13Isso vos acontecerá para que deis testemunho. 14Proponde, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de fazer a vossa defesa; 15porque eu vos darei boca e sabedoria, a que nenhum dos vossos adversário poderá resistir nem contradizer. 16E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós; 17e sereis odiados de todos por causa do meu nome. 18Mas não se perderá um único cabelo da vossa cabeça. 19Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas. 20Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. 21Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade, saiam; e os que estiverem nos campos não entrem nela. 22Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. 23Ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! porque haverá grande angústia sobre a terra, e ira contra este povo. 24E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem. 25E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. 26os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados. 27Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória. 28Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima. 29Propôs-lhes então uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores; 30quando começam a brotar, sabeis por vós mesmos, ao vê-las, que já está próximo o verão. 31Assim também vós, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que o reino de Deus está próximo. 32Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo isso se cumpra. 33Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão. 34Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço. 35Porque há de vir sobre todos os que habitam na face da terra. 36Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e estar em pé na presença do Filho do homem.
2porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; 3pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. 4Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda;
1Donde vêm as guerras e contendas entre vós? Porventura não vêm disto, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? 2Cobiçais e nada tendes; logo matais. Invejais, e não podeis alcançar; logo combateis e fazeis guerras. Nada tendes, porque não pedis. 3Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. 4Infiéis, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. 5Ou pensais que em vão diz a escritura: O Espírito que ele fez habitar em nós anseia por nós até o ciúme? 6Todavia, dá maior graça. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos; dá, porém, graça aos humildes. 7Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. 8Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações. 9Senti as vossas misérias, lamentai e chorai; torne-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza. 10Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
PortantoCBA
Amós 4:12Prepara-teCBA
Amós 4:121Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã, que estais no monte de Samária, que oprimis os pobres, que esmagais os necessitados, que dizeis a vossos maridos: Dai cá, e bebamos.