4De modo nenhum; antes seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado. 5E, se a nossa injustiça prova a justiça de Deus, que diremos? Acaso Deus, que castiga com ira, é injusto? (Falo como homem.) 6De modo nenhum; do contrário, como julgará Deus o mundo?
31Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. 32Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Todo o povoCBA
Lucas 7:2929E todo o povo que o ouviu, e até os publicanos, reconheceram a justiça de Deus, recebendo o batismo de João. 30Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus quando a si mesmos, não sendo batizados por ele.
Que o ouviuCBA
Lucas 7:29PublicanosCBA
Lucas 7:2912Chegaram também uns publicanos para serem batizados, e perguntaram-lhe: Mestre, que havemos nós de fazer?
Justificaram (ARC)CBA
Lucas 7:29BatizadosCBA
Lucas 7:296e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.
Batismo de JoãoCBA
Lucas 7:296e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.
22Depois disto foi Jesus com seus discípulos para a terra da Judéia, onde se demorou com eles e batizava. 23Ora, João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas; e o povo ía e se batizava.
1Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2(ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos)
25Era ele instruído no caminho do Senhor e, sendo fervoroso de espírito, falava e ensinava com precisão as coisas concernentes a Jesus, conhecendo entretanto somente o batismo de João.
1E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo tendo atravessado as regiões mais altas, chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos, 2perguntou-lhes: Recebestes vós o Espírito Santo quando crestes? Responderam-lhe eles: Não, nem sequer ouvimos que haja Espírito Santo. 3Tornou-lhes ele: Em que fostes batizados então? E eles disseram: No batismo de João. 4Mas Paulo respondeu: João administrou o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse naquele que após ele havia de vir, isto é, em Jesus. 5Quando ouviram isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus.
4assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados.
38Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.
36E indo eles caminhando, chegaram a um lugar onde havia água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? 37[E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.]
44Enquanto Pedro ainda dizia estas coisas, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; 46porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus. 47Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água para que não sejam batizados estes que também, como nós, receberam o Espírito Santo? 48Mandou, pois, que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então lhe rogaram que ficasse com eles por alguns dias.
1E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo tendo atravessado as regiões mais altas, chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos, 2perguntou-lhes: Recebestes vós o Espírito Santo quando crestes? Responderam-lhe eles: Não, nem sequer ouvimos que haja Espírito Santo. 3Tornou-lhes ele: Em que fostes batizados então? E eles disseram: No batismo de João. 4Mas Paulo respondeu: João administrou o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse naquele que após ele havia de vir, isto é, em Jesus. 5Quando ouviram isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus. 6Havendo-lhes Paulo imposto as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e falavam em línguas e profetizavam.
11Eu, na verdade, vos batizo em água, na base do arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, que nem sou digno de levar-lhe as alparcas; ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo.
16Lembrei-me então da palavra do Senhor, como disse: João, na verdade, batizou com água; mas vós sereis batizados no Espírito Santo.
Nota Adicional a Lucas 7CBA
Lucas 7:1-50Essas dificuldades, deve-se admitir, não podem ser ignoradas. Entretanto, nenhuma conclusão baseada nelas é tão convincente quanto aparenta à primeira vista. Pode-se ver isso nas considerações a seguir:
1. João identifica Maria, a irmã de Marta e Lázaro, como aquela que ungiu os pés de Jesus, e seu relato do episódio é, evidentemente, paralelo ao de Mateus e Marcos que, como Lucas, não a mencionam pelo nome. Pode ser que a mulher, uma cristã devota, ainda fosse viva quando os evangelhos sinóticos foram escritos. Os três evangelistas sinóticos, apesar de entender que a narrativa deveria ser incluída no relato evangélico, podem ter decidido, por ética cristã, não mencionar o nome dela. João, no entanto, pode não ter tido essa preocupação, visto que escreveu seu evangelho várias décadas mais tarde e, desta forma, muitos anos depois da morte da mulher. É importante notar que João, o único a mencionar Maria, é também o único a omitir o nome de Simão.
Lucas (
39Tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, sentando-se aos pés do Senhor, ouvia a sua palavra. 42entretanto poucas são necessárias, ou mesmo uma só; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.
1Ora, estava enfermo um homem chamado Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta. 2E Maria, cujo irmão Lázaro se achava enfermo, era a mesma que ungiu o Senhor com bálsamo, e lhe enxugou os pés com os seus cabelos. 19E muitos dos judeus tinham vindo visitar Marta e Maria, para as consolar acerca de seu irmão. 20Marta, pois, ao saber que Jesus chegava, saiu-lhe ao encontro; Maria, porém, ficou sentada em casa. 28Dito isto, retirou-se e foi chamar em segredo a Maria, sua irmã, e lhe disse: O Mestre está aí, e te chama. 31Então os judeus que estavam com Maria em casa e a consolavam, vendo-a levantar-se apressadamente e sair, seguiram-na, pensando que ia ao sepulcro para chorar ali. 32Tendo, pois, Maria chegado ao lugar onde Jesus estava, e vendo-a, lançou-se-lhe aos pés e disse: Senhor, se tu estiveras aqui, meu irmão não teria morrido. 45Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo visitar Maria, e que tinham visto o que Jesus fizera, creram nele.
3Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo.
39E havendo Jesus despedido a multidão, entrou no barco, e foi para os confins de Magadã.
1Logo depois disso, andava Jesus de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e iam com ele os doze, 2bem como algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios. 3Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Susana, e muitas outras que os serviam com os seus bens.
56entre as quais se achavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. 61Mas achavam-se ali Maria Madalena e a outra Maria, sentadas defronte do sepulcro.
1No fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
40Também ali estavam algumas mulheres olhando de longe, entre elas Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago o Menor e de José, e Salomé; 47E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde fora posto.
1Ora, passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo. 9[Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
10E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago; também as outras que estavam com elas relataram estas coisas aos apóstolos.
25Estavam em pé, junto à cruz de Jesus, sua mãe, e a irmã de sua mãe, e Maria, mulher de Clôpas, e Maria Madalena.
1No primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra fora removida do sepulcro. 11Maria, porém, estava em pé, diante do sepulcro, a chorar. Enquanto chorava, abaixou-se a olhar para dentro do sepulcro, 16Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, virando-se, disse-lhe em hebraico: Raboni! - que quer dizer, Mestre. 18E foi Maria Madalena anunciar aos discípulos: Vi o Senhor! - e que ele lhe dissera estas coisas.
2bem como algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios.
9[Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
Se Maria de Betânia deixou o lar em resultado de sua vida vergonhosa, ela teria encontrado um lar em Magdala, talvez com amigos e parentes que vivessem ali. A maioria dos regist ros de episódios do ministério de Jesus na Galileia ocorreu nas proximidades da planície de Genesaré, onde Magdala estava localizada, e pode ser que, numa das primeiras visitas de Jesus a Magdala, Ele a tenha libertado da possessão demoníaca. Depois de acompanhar Jesus na segunda viagem à Galileia, ela teria retornado transformada a Betânia, e feito dali seu lar novamente. Esta possibilidade não prova que Maria de Betânia e Maria de Magdala sejam a mesma pessoa, entretanto, mostra como isso poderia ter acontecido. Toda a informação sobre o tema, apresentada no relato evangélico, pode ser facilmente compreendida em harmonia com essa explicação.
2. Não é válido o argumento que, próximo ao final de Seu ministério, Jesus não tivesse amigos entre os líderes de Israel. Nicodemos, "um dos principais dos judeus" (
1Ora, havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.
45Os guardas, pois, foram ter com os principais dos sacerdotes e fariseus, e estes lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? 46Responderam os guardas: Nunca homem algum falou assim como este homem. 47Replicaram-lhes, pois, os fariseus: Também vós fostes enganados? 48Creu nele porventura alguma das autoridades, ou alguém dentre os fariseus? 49Mas esta multidão, que não sabe a lei, é maldita. 50Nicodemos, um deles, que antes fora ter com Jesus, perguntou-lhes: 51A nossa lei, porventura, julga um homem sem primeiro ouvi-lo e ter conhecimento do que ele faz? 52Responderam-lhe eles: És tu também da Galiléia? Examina e vê que da Galiléia não surge profeta. 53[E cada um foi para sua casa.
53[E cada um foi para sua casa.
56Mas tudo isso aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então todos os discípulos, deixando-o fugiram.
69Ora, Pedro estava sentado fora, no pátio; e aproximou-se dele uma criada, que disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu. 70Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. 71E saindo ele para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o nazareno. 72E ele negou outra vez, e com juramento: Não conheço tal homem. 73E daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Certamente tu também és um deles pois a tua fala te denuncia. 74Então começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou. 75E Pedro lembrou-se do que dissera Jesus: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente.
43José de Arimatéia, ilustre membro do sinédrio, que também esperava o reino de Deus, cobrando ânimo foi Pilatos e pediu o corpo de Jesus.
57Ao cair da tarde, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que também era discípulo de Jesus. 58Esse foi a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe fosse entregue. 59E José, tomando o corpo, envolveu-o num pano limpo, de linho, 60e depositou-o no seu sepulcro novo, que havia aberto em rocha; e, rodando uma grande pedra para a porta do sepulcro, retirou- se.
38Depois disto, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus, embora oculto por medo dos judeus, rogou a Pilatos que lhe permitisse tirar o corpo de Jesus; e Pilatos lho permitiu. Então foi e o tirou. 39E Nicodemos, aquele que anteriormente viera ter com Jesus de noite, foi também, levando cerca de cem libras duma mistura de mirra e aloés. 40Tomaram, pois, o corpo de Jesus, e o envolveram em panos de linho com as especiarias, como os judeus costumavam fazer na preparação para a sepultura.
42Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele; mas por causa dos fariseus não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga;
7E divulgava-se a palavra de Deus, de sorte que se multiplicava muito o número dos discípulos em Jerusalém e muitos sacerdotes obedeciam à fé.
3. Os supostos pontos de diferença entre os vários relatos não são tão grandes como aparentam nem tornam os relatos mutuamente excludentes. Apenas Lucas menciona o anfitrião de Jesus, nessa ocasião, como um fariseu. No entanto, isso não é de se estranhar, porque havia muitos fariseus, e foi uma questão de escolha por parte do escritor identificar um homem com um fariseu. Somente Lucas cita outras duas ocasiões em que Cristo jantou no lar de um fariseu (
37Acabando Jesus de falar, um fariseu o convidou para almoçar com ele; e havendo Jesus entrado, reclinou-se à mesa.
1Tendo Jesus entrado, num sábado, em casa de um dos chefes dos fariseus para comer pão, eles o estavam observando.
Não é de estranhar que Lucas se detenha sobre a reação de Si mão ao acontecimento, enquanto os outros evangelhos nada declaram sobre esse aspecto, enfatizando apenas a reação de Judas. Se Lucas tinha um motivo para introduzir a narrativa nesse ponto do relato, em vez de colocá-la no final do ministério de Cristo, como o fazem os demais, ele dificilmente relataria a atitude de judas e a lição que Cristo procurou lhe ensinar; agir dessa forma seria inadequado a essa altura dos acontecimentos. Isso teria mostrado Judas num papel que ele ainda não tinha assumido abertamente; e o relato, como apresentado pelos outros três evangelhos num momento posterior da narrativa deles, apenas confundiria o leitor de Lucas no momento em que ele insere a história.
Há vários detalhes da narrativa de Lucas em harmonia com um ou mais dos outros três evangelhos: (1) Todos concordam que a ocasião era uma festa. (2) Todos concordam que a pessoa que ungiu Jesus era uma mulher. (3) Os três sinóticos concordam que o “unguento” estava num recipiente de alabastro; João não menciona o recipiente. (4) Lucas e Mateus não mencionam o tipo de “unguento”, no entanto, Marcos e João declaram que era "nardo puro”. (5) Lucas e João mencionam a unção dos pés de Jesus. (6) Lucas e João mencionam o fato de Maria utilizar seus cabelos como toalha para secar os pés de Jesus. (7) Os três evangelhos sinóticos indicam o nome do anfitrião como Simão. Embora essas semelhanças não provem, necessariamente, que o episódio de Lucas seja o mesmo relatado pelos outros três evangelistas, elas reforçam o grau de probabilidade dessa conclusão.
Supondo que a festa no lar de um fariseu, que Lucas registra, seja idêntica à festa no lar de Simão, em Betânia, duas perguntas exigem resposta: (1) por que Lucas inseriu a história tão cedo em sua narrativa, tão distante da configuração cronológica real? (2) Por que seu relato é tão diferente dos outros três evangelhos em alguns aspectos importantes? O contexto em Lucas fornece uma resposta convincente e plenamente satisfatória a essas perguntas.
Lucas escreve, principalmente, a cristãos gentios não palestinos. Tendo mencionado constantemente a oposição dos líderes judeus a Cristo (
17Um dia, quando ele estava ensinando, achavam-se ali sentados fariseus e doutores da lei, que tinham vindo de todas as aldeias da Galiléia e da Judéia, e de Jerusalém; e o poder do Senhor estava com ele para curar. 21Então os escribas e os fariseus começaram a arrazoar, dizendo: Quem é este que profere blasfêmias? Quem é este que profere blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus? 30Murmuravam, pois, os fariseus e seus escribas contra os discípulos, perguntando: Por que comeis e bebeis com publicanos e pecadores? 33Disseram-lhe eles: Os discípulos de João jejuam frequentemente e fazem orações, como também os dos fariseus, mas os teus comem e bebem.
2Alguns dos fariseus, porém, perguntaram; Por que estais fazendo o que não é lícito fazer nos sábados? 7E os escribas e os fariseus observavam-no, para ver se curaria em dia de sábado, para acharem de que o acusar. 11Mas eles se encheram de furor; e uns com os outros conferenciam sobre o que fariam a Jesus.
36Um dos fariseus convidou-o para comer com ele; e entrando em casa do fariseu, reclinou-se à mesa.
37Acabando Jesus de falar, um fariseu o convidou para almoçar com ele; e havendo Jesus entrado, reclinou-se à mesa.
1Tendo Jesus entrado, num sábado, em casa de um dos chefes dos fariseus para comer pão, eles o estavam observando.
3O centurião, pois, ouvindo falar de Jesus, enviou-lhes uns anciãos dos judeus, a pedir-lhe que viesse curar o seu servo.
O contexto imediato do relato de Lucas sobre a festa na casa de Simão esclarece o motivo pelo qual ele inseriu a história nesse ponto da narrativa. Ele acabara de registrar que os líderes rejeitaram a mensagem de João Batista e de Jesus (ver
30Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus quando a si mesmos, não sendo batizados por ele. 31A que, pois, compararei os homens desta geração, e a que são semelhantes? 32São semelhantes aos meninos que, sentados nas praças, gritam uns para os outros: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não chorastes. 33Porquanto veio João, o Batista, não comendo pão nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio; 34veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. 35Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.
3O centurião, pois, ouvindo falar de Jesus, enviou-lhes uns anciãos dos judeus, a pedir-lhe que viesse curar o seu servo.
11Pouco depois seguiu ele viagem para uma cidade chamada Naim; e iam com ele seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam para fora um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. 13Logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. 14Então, chegando-se, tocou no esquife e, quando pararam os que o levavam, disse: Moço, a ti te digo: Levanta-te. 15O que estivera morto sentou-se e começou a falar. Então Jesus o entregou à sua mãe. 16O medo se apoderou de todos, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo. 17E correu a notícia disto por toda a Judéia e por toda a região circunvizinha. 18Ora, os discípulos de João anunciaram-lhe todas estas coisas. 19E João, chamando a dois deles, enviou-os ao Senhor para perguntar-lhe: És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro? 20Quando aqueles homens chegaram junto dele, disseram: João, o Batista, enviou-nos a perguntar-te: És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro? 21Naquela mesma hora, curou a muitos de doenças, de moléstias e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos. 22Então lhes respondeu: Ide, e contai a João o que tens visto e ouvido: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho. 23E bem-aventurado aquele que não se escandalizar de mim. 24E, tendo-se retirado os mensageiros de João, Jesus começou a dizer às multidões a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? um caniço agitado pelo vento? 25Mas que saístes a ver? um homem trajado de vestes luxuosas? Eis que aqueles que trajam roupas preciosas, e vivem em delícias, estão nos paços reais. 26Mas que saístes a ver? um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta. 27Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio ante a tua face o meu mensageiro, que há de preparar adiante de ti o teu caminho. 28Pois eu vos digo que, entre os nascidos de mulher, não há nenhum maior do que João; mas aquele que é o menor no re medida com é maior do que ele. 29E todo o povo que o ouviu, e até os publicanos, reconheceram a justiça de Deus, recebendo o batismo de João. 30Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus quando a si mesmos, não sendo batizados por ele. 31A que, pois, compararei os homens desta geração, e a que são semelhantes? 32São semelhantes aos meninos que, sentados nas praças, gritam uns para os outros: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não chorastes. 33Porquanto veio João, o Batista, não comendo pão nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio; 34veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. 35Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.
Partindo do pressuposto de que por essa razão Lucas inseriu o relato da festa de Simão nesse momento inicial da narrativa do evangelho, e não em sua configuração cronológica real, torna-se claro o motivo para a grande diferença entre o relato de Lucas e o dos outros três evangelistas. Assim, não há ocasião no relato de Lucas para a reação de Judas nem para as referências à iminente morte de Cristo. O tema principal era a atitude de Simão como um dos líderes de Israel. Para os outros três evangelistas, é a atitude de Judas que tem importância no contexto em que eles narram o evento. O relato da reação de Judas e o da reação de Simão não são mutuamente excludentes, mas complementares, e não se contradizem, mesmo que os dois fossem apresentados por um ou mais dos evangelhos.
A festa na casa de Simão, narrada por Lucas, é claramente identificada, em O Desejado de Todas as Nações, com a festa no lar de Simão, em Betânia, como o fazem os outros evangelhos (DTN, 557-563). Simão, de Betânia, também é identificado com o Simão da narrativa de Lucas (DTN, 557, 558, 566). Além disso, a mulher anônima do relato de Lucas é identificada com Maria, de Betânia (DTN, 558-560, 566) e com Maria Madalena, de quem Jesus expeliu sete demônios (DTN, 568). Ainda, o próprio Simão é declarado ser aquele que levara Maria ao pecado algum tempo antes (DTN, 566). Simão já professava fé em Jesus como profeta, reconheceu-O como mestre enviado de Deus e esperava que Ele fosse o Messias (DTN, 557; cf.
1Ora, havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. 2Este foi ter com Jesus, de noite, e disse-lhe: Rabi, sabemos que és Mestre, vindo de Deus; pois ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.