7Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes deitar pelo meio-dia; pois, por que razão seria eu como a que anda errante pelos rebanhos de teus companheiros? 8Se não o sabes, ó tu, a mais formosa entre as mulheres, vai seguindo as pisadas das ovelhas, e apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores.
11Se disserem: Vem conosco; embosquemo-nos para derramar sangue; espreitemos sem razão o inocente; 12traguemo-los vivos, como o Seol, e inteiros como os que descem à cova; 13acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos; 14lançarás a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa; 15filho meu, não andes no caminho com eles; guarda da sua vereda o teu pé, 16porque os seus pés correm para o mal, e eles se apressam a derramar sangue. 17Pois debalde se estende a rede à vista de qualquer ave. 18Mas estes se põem em emboscadas contra o seu próprio sangue, e as suas próprias vidas espreitam. 19Tais são as veredas de todo aquele que se entrega à cobiça; ela tira a vida dos que a possuem.
12para te livrar do mau caminho, e do homem que diz coisas perversas; 13dos que deixam as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos das trevas; 14que se alegram de fazer o mal, e se deleitam nas perversidades dos maus; 15dos que são tortuosos nas suas veredas; e iníquos nas suas carreiras; 16e para te livrar da mulher estranha, da estrangeira que lisonjeia com suas palavras; 17a qual abandona o companheiro da sua mocidade e se esquece do concerto do seu Deus; 18pois a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas para as sombras. 19Nenhum dos que se dirigirem a ela, tornara a sair, nem retomará as veredas da vida.
22Ele a segue logo, como boi que vai ao matadouro, e como o louco ao castigo das prisões; 23até que uma flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço, sem saber que está armado contra a sua vida. 27Caminho de Seol é a sua casa, o qual desce às câmaras da morte.
8Ele, porém, deixou o conselho que os anciãos lhe deram, e teve conselho com os mancebos que haviam crescido com ele, e que assistiam diante dele, 10E os mancebos que haviam crescido com ele responderam-lhe: A este povo que te falou, dizendo: Teu pai fez pesado o nosso jugo, mas tu o alivia de sobre nós; assim lhe falarás: Meu dedo mínimo é mais grosso do que os lombos de meu pai.
4Então perguntou a Jeosafá: Irás tu comigo à peleja, a Ramote-Gileade? Respondeu Jeosafá ao rei de Israel: Como tu és sou eu, o meu povo como o teu povo, e os meus cavalos como os teus cavalos. 32E sucedeu que, vendo os capitães dos carros a Jeosafá, disseram: Certamente este é o rei de Israel. Viraram-se, pois, para pelejar com ele, e Jeosafá gritou.
14Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? 15Que harmonia há entre Cristo e Belial? ou que parte tem o crente com o incrédulo? 16E que consenso tem o santuário de Deus com ídolos? Pois nós somos santuário de Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. 17Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; 18e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Mas [...] se tornará malCBA
Provérbios 13:20