8Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado. 9E outrora eu vivia sem a lei; mas assim que veio o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; 10e o mandamento que era para vida, esse achei que me era para morte. 11Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou.
13Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. 14Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; 15então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
O bom [...] se tornou em morte?CBA
Romanos 7:13De modo nenhum!CBA
Romanos 7:134De modo nenhum; antes seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado.
Pelo contrário, o pecadoCBA
Romanos 7:13Para revelar-se como pecadoCBA
Romanos 7:13Causou-me a morteCBA
Romanos 7:138Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado. 9E outrora eu vivia sem a lei; mas assim que veio o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; 10e o mandamento que era para vida, esse achei que me era para morte. 11Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou.
Sobremaneira malignoCBA
Romanos 7:1331Mas procurai com zelo os maiores dons. Ademais, eu vos mostrarei um caminho sobremodo excelente.
8Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira oprimidos acima das nossas forças, de modo tal que até da vida desesperamos;
7Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte. 17Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória;
7E, para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de que eu não me exalte demais;
13e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado;
Em
7Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. 8Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado. 9E outrora eu vivia sem a lei; mas assim que veio o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; 10e o mandamento que era para vida, esse achei que me era para morte. 11Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou. 12De modo que a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. 13Logo o bom tornou-se morte para mim? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno.
14No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir. 17Porque, se pela ofensa de um só, a morte veio a reinar por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.
Esses versículos também enfatizam a doutrina de Paulo de que a salvação não pode vir pela lei. A principal função da lei é desmascarar o pecado e condenar o pecador pelo erro de seus caminhos, mas não pode eliminar o espírito rebelde ou perdoar a transgressão. “A lei revela ao homem os seus pecados, mas não provê remédio” (GC, 467).
Estes versículos servem ainda para esclarecer a relação entre a lei e o evangelho. É contínua função dos mandamentos revelar o padrão de justiça, convencer do pecado e mostrar a necessidade de um Salvador. Se não houvesse lei para convencer do pecado, o evangelho seria impotente, pois, a menos que o pecador fosse convencido de seu pecado não sentiria necessidade de arrependimento e de fé em Cristo. Assim, a alegação de que o evangelho aboliu a lei não só deturpa o papel e a importância da lei, como também debilita o propósito e a necessidade do evangelho e do plano da salvação (ver com. de
31Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei.