25E eis que se levantou certo doutor da lei e, para o experimentar, disse: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26Perguntou-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como lês tu? 27Respondeu-lhe ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28Tornou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás. 29Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
9Propôs também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: 10Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano. 11O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano. 12Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 21Replicou o homem: Tudo isso tenho guardado desde a minha juventude.
4Pois Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e, Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe, certamente morrerá. 5Mas vós dizeis: Qualquer que disser a seu pai ou a sua mãe: O que poderias aproveitar de mim é oferta ao Senhor; esse de modo algum terá de honrar a seu pai. 6E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.
8Vós deixais o mandamento de Deus, e vos apegais à tradição dos homens. 9Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de deus, para guardardes a vossa tradição. 10Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá. 11Mas vós dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderías aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, 12não mais lhe permitis fazer coisa alguma por seu pai ou por sua mãe, 13invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis.
19Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus; 20porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.
21Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo. 22Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; 23mas vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros.
4Assim também vós, meus irmãos, fostes mortos quanto à lei mediante o corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, àquele que ressurgiu dentre os mortos a fim de que demos fruto para Deus. 6Mas agora fomos libertos da lei, havendo morrido para aquilo em que estávamos retidos, para servirmos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Outrora [...] sem a leiCBA
Romanos 7:920Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda?
6quanto ao zelo, persegui a igreja; quanto à justiça que há na lei, fui irrepreensível.
5pois me conhecem desde o princípio e, se quiserem, podem dar testemunho de que, conforme a mais severa seita da nossa religião, vivi fariseu.
11O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano. 12Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho.
Eu viviaCBA
Romanos 7:9Sobrevindo o preceitoCBA
Romanos 7:97Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
12Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
Reviveu o pecadoCBA
Romanos 7:913Logo o bom tornou-se morte para mim? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno.
5Pois, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, suscitadas pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
Quando e como Paulo começou a sentir o poder da condenação da lei, ele não informa. No entanto, sabemos o suficiente sobre seus primeiros anos para ter uma ideia de sua experiência com a lei antes da conversão. Como um fariseu bem estudado, vivendo de acordo com a mais severa seita de sua religião, ele tinha tentado, com esforço intenso, mas inútil, satisfazer pela observância exterior às demandas de uma lei santa e perscrutadora. Mas a serenidade e o amor perdoador apresentados por Estêvão em seu martírio tocaram profundamente a mente de Paulo e despertaram sua consciência para alguma noção de que a obediência à lei era mais do que uma questão exterior (ver com. de
8Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado.
Eu morriCBA
Romanos 7:98Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado.
21E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? pois o fim delas é a morte. 23Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.