11Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou. 13Logo o bom tornou-se morte para mim? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno. 17Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
PecadoCBA
Romanos 7:812Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.
1Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta,
12Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências;
14Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; 15então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
11Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou.
OcasiãoCBA
Romanos 7:811Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou.
12Não nos recomendamos outra vez a vós, mas damo-vos ocasião de vos gloriardes por nossa causa, a fim de que tenhais resposta para os que se gloriam na aparência, e não no coração.
12Ora, o que faço e ainda farei, é para cortar ocasião aos que buscam ocasião; a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós.
13Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Mas não useis da liberdade para dar ocasião à carne, antes pelo amor servi-vos uns aos outros.
14Quero pois que as mais novas se casem, tenham filhos, dirijam a sua casa, e não dêem ocasião ao adversário de maldizer;
MandamentoCBA
Romanos 7:813Logo o bom tornou-se morte para mim? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno.
DespertouCBA
Romanos 7:89tribulação e angústia sobre a alma de todo homem que pratica o mal, primeiramente do judeu, e também do grego;
3Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já julguei, como se estivesse presente, aquele que cometeu este ultraje.
10Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte.
15Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço. 17Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. 18Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. 20Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
ConcupiscênciaCBA
Romanos 7:87Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
17As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável.
O pecador pode muitas vezes parecer calmo e tranquilo, em paz consigo mesmo e com o mundo, mas quando a lei de Deus é apresentada à sua consciência, ele não raro fica irritado e até mesmo furioso. Ele rejeita sua autoridade, mas a consciência lhe diz que ela está certa. Ele tenta descartá-la, mas treme sob seu poder. Para mostrar independência e determinação para o pecado, mergulha na iniquidade e se torna um pecador mais perverso e obstinado. Ele insiste numa luta pela vitória, e, na controvérsia com Deus, resolve não ser vencido. Assim, muitas vezes, acontece que a pessoa é mais profana, blasfema e desesperada quando se encontra sob a convicção do pecado do que em outras circunstâncias. Por esse motivo, às vezes, quando a pessoa se torna particularmente violenta e abusiva em sua oposição a Deus, isso pode ser uma indicação clara de que está sob essa convicção.
Em sua própria experiência anterior, Paulo tinha resistido à vontade de Deus que lhe fora revelada. Depois do martírio de Estêvão, ele ficou irritado com sua convicção íntima de que Estêvão estava com a razão e, para sufocá-la, mergulhou com zelo frenético em uma campanha de perseguição, terror e morte (ver A A, 112, 113). Procurou “recalcitrar contra os aguilhões” da convicção e da consciência esclarecida (
14E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me dizia em língua hebráica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões.
6mas levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te cumpre fazer.
A experiência de Paulo é uma clara ilustração do fato de que a lei não é capaz de erradicar a rebeldia e o pecado. Seu efeito pode ser exatamente o oposto. Só quando Paulo ficou frente a frente com Cristo, ele encontrou a libertação do poder e da condenação do pecado.
Sem leiCBA
Romanos 7:812Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados.
Está morto o pecadoCBA
Romanos 7:815Porque a lei opera a ira; mas onde não há lei também não há transgressão.
13Porque antes da lei já estava o pecado no mundo, mas onde não há lei o pecado não é levado em conta.
26Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
12Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram. 21para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.