3e o sacerdote examinará a praga na pele da carne. Se o pêlo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais profunda que a pele, é praga de lepra; o sacerdote, verificando isto, o declarará imundo. 4Mas, se a mancha lustrosa na sua pele for branca, e não parecer mais profunda que a pele, e o pêlo não se tiver tornado branco, o sacerdote encerrará por sete dias aquele que tem a praga.
10também a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã se tornara leprosa, branca como a neve; e olhou Arão para Miriã e eis que estava leprosa. 11Pelo que Arão disse a Moisés: Ah, meu senhor! rogo-te não ponhas sobre nós este pecado, porque procedemos loucamente, e pecamos. 12Não seja ela como um morto que, ao sair do ventre de sua mãe, tenha a sua carne já meio consumida.
19Então Uzias se indignou; e tinha na mão um incensário para queimar incenso. Indignando-se ele, pois, contra os sacerdotes, nasceu-lhe a lepra na testa, perante os sacerdotes, na casa de Senhor, junto ao altar do incenso. 20Então o sumo sacerdote Azarias olhou para ele, como também todos os sacerdotes, e eis que já estava leproso na sua testa. E apressuradamente o lançaram fora, e ele mesmo se apressou a sair, porque o Senhor o ferira.
14Mas no dia em que nele aparecer carne viva será imundo. 15Examinará, pois, o sacerdote a carne viva, e declarará o homem imundo; a carne viva é imunda; é lepra. 24Ou, quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, tirando a vermelho ou branco,
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Comentário Adicional a Levítico 13CBA
Levítico 13:1-59A palavra traduzida por "lepra" vem do hebraico tsara', que significa "golpear". Uma pessoa afligida pela "lepra" tinha sido atingida presumivelmente por um castigo divino devido a atos pecaminosos. Isso ocorreu com Miriam (
10também a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã se tornara leprosa, branca como a neve; e olhou Arão para Miriã e eis que estava leprosa.
27Portanto a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então Geazi saiu da presença dele leproso, branco como a neve.
5E o Senhor feriu o rei, de modo que ficou leproso até o dia da sua morte; e habitou numa casa separada; e Jotão, filho do rei, tinha o cargo da casa, julgando o povo da terra.
1Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso.
3Ora, quatro homens leprosos estavam à entrada da porta; e disseram uns aos outros: Para que ficamos nós sentados aqui até morrermos?
Parece mais provável que a lepra do capítulo 13 seja um termo geral descritivo para a maior parte de várias doenças da pele, como psoríase e vitiligo, assim como a lepra verdadeira. A maior parte dos sintomas aqui descritos mais detalhadamente parece com os da lepra mosaica ou psoríase.
O inchaço mencionado em
2Quando um homem tiver na pele da sua carne inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, e esta se tornar na sua pele como praga de lepra, então será levado a Arão o sacerdote, ou a um de seus filhos, os sacerdotes,
3e o sacerdote examinará a praga na pele da carne. Se o pêlo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais profunda que a pele, é praga de lepra; o sacerdote, verificando isto, o declarará imundo.
O fato de haver variações nos sintomas da "lepra", mencionados neste capítulo, apoia a ideia de que várias doenças que afetavam gravemente a pele estão incluídas sob o termo geral "lepra". Num tempo em que a ciência médica, como a que conhecemos, ainda não existia, seria difícil para os sacerdotes dar um diagnóstico diferenciado das várias afecções da pele, quando em muitos aspectos eram semelhantes, e para as quais não havia nomes específicos. Aparentemente Moisés agrupou essas doenças relacionadas sob o nome geral de tsam', traduzida por "lepra".
A ideia de deixar os doentes de quarentena parece ter se originado com o povo hebreu, uma salvaguarda dada pelo próprio Deus. Alguns pensam que a ideia de segregar pessoas com "lepra" levou à prática medieval de isolar os verdadeiramente leprosos. Alguns comentaristas defendem que a verdadeira lepra surgiu no Egito, mas a real origem é desconhecida. Muito antes dos tempos de Israel, a lepra era comum no Extremo Oriente, Índia, África e por toda a costa do Mediterrâneo.
A "lepra" na parede das casas ou em artigos de vestuário assumia a forma de manchas ou listras vermelho-esverdeadas. Isso se parece com mofo ou fungo. Embora fosse diferente da "lepra" em seres humanos, provavelmente indicasse que a casa não era um lugar seguro para se morar. As roupas afetadas talvez pudessem contaminar as pessoas com o fungo.