14Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. 15Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço. 16E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. 17Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. 18Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. 19Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. 20Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 21Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo. 22Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; 23mas vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros. 24Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
14e na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais. 15Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, 16revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, não consultei carne e sangue,
6quanto ao zelo, persegui a igreja; quanto à justiça que há na lei, fui irrepreensível. 7Mas o que para mim era lucro passei a considerá-lo como perda por amor de Cristo; 8sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo,
13ainda que outrora eu era blasfemador, perseguidor, e injuriador; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância, na incredulidade; 14e a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. 15Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação; que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o principal;
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Comentário Adicional a Levítico 13CBA
Levítico 13:1-59A palavra traduzida por "lepra" vem do hebraico tsara', que significa "golpear". Uma pessoa afligida pela "lepra" tinha sido atingida presumivelmente por um castigo divino devido a atos pecaminosos. Isso ocorreu com Miriam (
10também a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã se tornara leprosa, branca como a neve; e olhou Arão para Miriã e eis que estava leprosa.
27Portanto a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então Geazi saiu da presença dele leproso, branco como a neve.
5E o Senhor feriu o rei, de modo que ficou leproso até o dia da sua morte; e habitou numa casa separada; e Jotão, filho do rei, tinha o cargo da casa, julgando o povo da terra.
1Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso.
3Ora, quatro homens leprosos estavam à entrada da porta; e disseram uns aos outros: Para que ficamos nós sentados aqui até morrermos?
Parece mais provável que a lepra do capítulo 13 seja um termo geral descritivo para a maior parte de várias doenças da pele, como psoríase e vitiligo, assim como a lepra verdadeira. A maior parte dos sintomas aqui descritos mais detalhadamente parece com os da lepra mosaica ou psoríase.
O inchaço mencionado em
2Quando um homem tiver na pele da sua carne inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, e esta se tornar na sua pele como praga de lepra, então será levado a Arão o sacerdote, ou a um de seus filhos, os sacerdotes,
3e o sacerdote examinará a praga na pele da carne. Se o pêlo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais profunda que a pele, é praga de lepra; o sacerdote, verificando isto, o declarará imundo.
O fato de haver variações nos sintomas da "lepra", mencionados neste capítulo, apoia a ideia de que várias doenças que afetavam gravemente a pele estão incluídas sob o termo geral "lepra". Num tempo em que a ciência médica, como a que conhecemos, ainda não existia, seria difícil para os sacerdotes dar um diagnóstico diferenciado das várias afecções da pele, quando em muitos aspectos eram semelhantes, e para as quais não havia nomes específicos. Aparentemente Moisés agrupou essas doenças relacionadas sob o nome geral de tsam', traduzida por "lepra".
A ideia de deixar os doentes de quarentena parece ter se originado com o povo hebreu, uma salvaguarda dada pelo próprio Deus. Alguns pensam que a ideia de segregar pessoas com "lepra" levou à prática medieval de isolar os verdadeiramente leprosos. Alguns comentaristas defendem que a verdadeira lepra surgiu no Egito, mas a real origem é desconhecida. Muito antes dos tempos de Israel, a lepra era comum no Extremo Oriente, Índia, África e por toda a costa do Mediterrâneo.
A "lepra" na parede das casas ou em artigos de vestuário assumia a forma de manchas ou listras vermelho-esverdeadas. Isso se parece com mofo ou fungo. Embora fosse diferente da "lepra" em seres humanos, provavelmente indicasse que a casa não era um lugar seguro para se morar. As roupas afetadas talvez pudessem contaminar as pessoas com o fungo.