5Aquele que difama o seu próximo às escondidas, eu o destruirei; aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não o tolerarei. 7O que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos. 8De manhã em manhã destruirei todos os ímpios da terra, para desarraigar da cidade do Senhor todos os que praticam a iniqüidade.
2Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua perseverança; sei que não podes suportar os maus, e que puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e os achaste mentirosos; 6Tens, porém, isto, que aborreces as obras dos nicolaítas, as quais eu também aborreço. 14entretanto, algumas coisas tenho contra ti; porque tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, introduzindo-os a comerem das coisas sacrificadas a ídolos e a se prostituírem. 15Assim tens também alguns que de igual modo seguem a doutrina dos nicolaítas. 16Arrepende-te, pois; ou se não, virei a ti em breve, e contra eles batalharei com a espada da minha boca. 20Mas tenho contra ti que toleras a mulher Jezabel, que se diz profetisa; ela ensina e seduz os meus servos a se prostituírem e a comerem das coisas sacrificdas a ídolos;
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Comentário Adicional a Levítico 14CBA
Levítico 14:1-57Alguém que fosse excluído do acampamento com suspeita de "lepra" podia chamar o sacerdote se sentisse a menor indicação de melhora. Era dever do sacerdote atender quando fosse chamado, mas pode-se supor que, às vezes, ele o fazia com relutância. Certificando-se de que não havia melhora, o sacerdote podia se impacientar e relutar em atender o doente. Ele precisava de paciência de modo a jamais perder o sentimento de compaixão de que tanto o leproso precisava. Devia aprender a não se esquivar do doente, mas ter piedade e ajudá-lo. Essa é uma lição para os servos de Deus hoje. Como os sacerdotes do passado, os ministros de Deus, no presente, devem "condoer-se" (
2podendo ele compadecer-se devidamente dos ignorantes e errados, porquanto também ele mesmo está rodeado de fraqueza.
A lepra não era especificamente dolorosa, mas o pavor e horror de tê-la deviam afetar vitalmente toda a vida do sofredor. Do mesmo modo, o pecador pode não ter consciência do pecado e, por isso, não percebe sua natureza maligna. A lepra era corrosiva e penetrava silenciosamente, de modo a quase não ser vista ou sentida até romper em ulcerações e carne viva e corromper partes do corpo. Assim também o pecado destrói a beleza e a vida espiritual, embora exteriormente possa não haver evidências da condição interior. Finalmente, a doença irrompia e a pessoa se tornava um esqueleto vivo, uma massa disforme e corrompida. Assim é a obra do pecado. Ele vai se espalhando até que a imagem de Deus no homem se torna praticamente obliterada. Do mesmo modo que a lepra levava à morte, o pecado também leva à morte. Parece, portanto, que a lepra é uma doença que tipifica o pecado em suas várias características como nenhuma outra doença poderia fazê-lo.