6Se, porém, vós e vossos filhos de qualquer maneira vos desviardes e nao me seguirdes, nem guadardardes os meus mandamentos e os meus estatutos, que vos tenho proposto, mas fordes, e servirdes a outros deuses, curvando-vos perante eles, 7então exterminarei a Israel da terra que lhe dei; e a esta casa, que santifiquei a meu nome, lançarei longe da minha presença, e Israel será por provérbio e motejo entre todos os povos. 8E desta casa, que é tão exaltada, todo aquele que por ela passar pasmará e assobiará, e dirá: Por que fez o Senhor assim a esta terra e a esta casa? 9E lhe responderão: E porque deixaram ao Senhor seu Deus, que tirou da terra do Egito a seus pais, e se apegaram a deuses alheios, e perante eles se encurvaram, e os serviram; por isso o Senhor trouxe sobre eles todo este mal.
20Pelo que o Senhor rejeitou toda a linhagem de Israel, e os oprimiu, entregando-os nas mãos dos despojadores, até que os expulsou da sua presença. 21Pois rasgara Israel da casa de Davi; e eles fizeram rei a Jeroboão, filho de Nebate, o qual apartou Israel de seguir o Senhor, e os fez cometer um grande pecado. 22Assim andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha cometido; nunca se apartaram deles; 23até que o Senhor tirou Israel da sua presença, como falara por intermédio de todos os seus servos os profetas. Assim foi Israel transportado da sua terra para a Assíria, onde está até o dia de hoje.
4Então a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta entre os dois muros, a qual estava junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da Arabá. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. 6Então prenderam o rei, e o fizeram subir a Ribla ao rei de Babilônia, o qual pronunciou sentença contra ele. 7Degolaram os filhos de Zedequias à vista dele, vasaram-lhe os olhos, ataram-no com cadeias de bronze e o levaram para Babilônia. 8Ora, no quinto mês, no sétimo dia do mês, no ano décimo nono de Nabucodonozor, rei de Babilônia, veio a Jerusalém Nebuzaradão, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia; 9e queimou a casa do Senhor e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém; todas as casas de importância, ele as queimou. 10E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, derrubou os muros em redor de Jerusalém. 11Então o resto do povo que havia ficado na cidade, e os que já se haviam rendido ao rei de babilônia, e o resto da multidão, Nebuzaradão, capitão da guarda, levou cativos. 12Mas dos mais pobres da terra deixou o capitão da guarda ficar alguns para vinheiros e para lavradores. 25Mas no sétimo mês Ismael, filho de Netanias, filho de Elisama, da descendência real, veio com dez homens, e feriram e mataram Gedalias, como também os judeus e os caldeus que estavam com ele em Mizpá. 26Então todo o povo, tanto pequenos como grandes, e os chefes das forças, levantando-se, foram para o Egito, porque temiam os caldeus.
7Pois quê? O que Israel busca, isso não o alcançou; mas os eleitos alcançaram; e os outros foram endurecidos, 8como está escrito: Deus lhes deu um espírito entorpecido, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até o dia de hoje. 9E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, e em tropeço, e em retribuição; 10escureçam-se-lhes os olhos para não verem, e tu encurva-lhes sempre as costas. 11Logo, pergunto: Porventura tropeçaram de modo que caíssem? De maneira nenhuma, antes pelo seu tropeço veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Comentário Adicional a Levítico 14CBA
Levítico 14:1-57Alguém que fosse excluído do acampamento com suspeita de "lepra" podia chamar o sacerdote se sentisse a menor indicação de melhora. Era dever do sacerdote atender quando fosse chamado, mas pode-se supor que, às vezes, ele o fazia com relutância. Certificando-se de que não havia melhora, o sacerdote podia se impacientar e relutar em atender o doente. Ele precisava de paciência de modo a jamais perder o sentimento de compaixão de que tanto o leproso precisava. Devia aprender a não se esquivar do doente, mas ter piedade e ajudá-lo. Essa é uma lição para os servos de Deus hoje. Como os sacerdotes do passado, os ministros de Deus, no presente, devem "condoer-se" (
2podendo ele compadecer-se devidamente dos ignorantes e errados, porquanto também ele mesmo está rodeado de fraqueza.
A lepra não era especificamente dolorosa, mas o pavor e horror de tê-la deviam afetar vitalmente toda a vida do sofredor. Do mesmo modo, o pecador pode não ter consciência do pecado e, por isso, não percebe sua natureza maligna. A lepra era corrosiva e penetrava silenciosamente, de modo a quase não ser vista ou sentida até romper em ulcerações e carne viva e corromper partes do corpo. Assim também o pecado destrói a beleza e a vida espiritual, embora exteriormente possa não haver evidências da condição interior. Finalmente, a doença irrompia e a pessoa se tornava um esqueleto vivo, uma massa disforme e corrompida. Assim é a obra do pecado. Ele vai se espalhando até que a imagem de Deus no homem se torna praticamente obliterada. Do mesmo modo que a lepra levava à morte, o pecado também leva à morte. Parece, portanto, que a lepra é uma doença que tipifica o pecado em suas várias características como nenhuma outra doença poderia fazê-lo.