Lucas 4:23

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23Disse-lhes Jesus: Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; Tudo o que ouvimos teres feito em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra.
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Adventista
Sem dúvidaCBA
Lucas 4:23
Do gr. pantõs, “por completo”, “por todos os meios” ou “sem dúvida”. A palavra pantõs é usada para enfatizar afirmações ou negações (ver ). Assim como Jesus lia os rostos e corações da audiência, Ele bem conhecia os pensamentos que os perturbavam. Sua tentativa de revelar aos ouvintes sua verdadeira atitude e condição (ver ) os enfureceu ainda mais e os levou a atentar contra Sua vida. Jesus com frequência deixava claro que lia os pensamentos das pessoas e, desse modo, evidenciava Sua divindade (ver com. de ).
Atos 18:21

21antes se despediu deles, dizendo: Se Deus quiser, de novo voltarei a vós; e navegou de Éfeso.

Romanos 3:9

9Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado;

Lucas 4:23-27

23Disse-lhes Jesus: Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; Tudo o que ouvimos teres feito em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra. 24E prosseguiu: Em verdade vos digo que nenhum profeta é aceito na sua terra. 25Em verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel nos dias de Elias, quando céu se fechou por três anos e seis meses, de sorte que houve grande fome por toda a terra; 26e a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva em Serepta de Sidom. 27Também muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Elizeu, mas nenhum deles foi purificado senão Naamã, o sírio.

Lucas 2:48

48Quando o viram, ficaram maravilhados, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que procedeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.

Médico, cura-te a ti mesmoCBA
Lucas 4:23
Este, aparentemente, era um provérbio popular. A versão hebraica do provérbio diz: “Médico, cura sua própria imperfeição.” Em formas variáveis, o mesmo pensamento foi expresso pelos gregos e outros povos antigos, como sarcasmo sobre o tratamento malsucedido. Foi essa parte do discurso de Jesus () que evidenciou que Ele lia os pensamentos secretos (DTN, 238; comparar com a zombaria semelhante lançada sobre Ele na cruz; ver ).
Lucas 4:23-27

23Disse-lhes Jesus: Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; Tudo o que ouvimos teres feito em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra. 24E prosseguiu: Em verdade vos digo que nenhum profeta é aceito na sua terra. 25Em verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel nos dias de Elias, quando céu se fechou por três anos e seis meses, de sorte que houve grande fome por toda a terra; 26e a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva em Serepta de Sidom. 27Também muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Elizeu, mas nenhum deles foi purificado senão Naamã, o sírio.

Mateus 27:42

42A outros salvou; a si mesmo não pode salvar. Rei de Israel é ele; desça agora da cruz, e creremos nele;

Os comentaristas não concordam quanto ao significado preciso, pretendido por Jesus, acerca do provérbio transmitido a Sua audiência. Alguns têm sugerido que Ele interpretava os pensamentos deles como significando: “Você tem mostrado muitos sinais de cura e milagres relacionados a outros [significando o povo de Cafarnaum], agora mostre um sinal em favor de Si mesmo [isto é, ao povo de Nazaré]. Você afirma ser o Messias da profecia; deixe-nos ver alguns milagres”. Essa exigência por “sinais” geralmente era lançada sobre Jesus, mesmo que Ele nunca a cumprisse (ver

).
Mateus 12:38,39

38Então alguns dos escribas e dos fariseus, tomando a palavra, disseram: Mestre, queremos ver da tua parte algum sinal. 39Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas;

Marcos 8:11,12

11Saíram os fariseus e começaram a discutir com ele, pedindo-lhe um sinal do céu, para o experimentarem. 12Ele, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não será dado sinal algum.

João 6:30-32

30Perguntaram-lhe, então: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos e te creiamos? Que operas tu? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Do céu deu-lhes pão a comer. 32Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.

Essa exigência silenciosa deixa claro que Jesus não realizou milagres durante Sua infância e juventude, como reivindicam os evangelhos apócrifos (ver com. de

). O povo de Nazaré pediu que Ele construísse Sua reputação em Nazaré, como se dissessem: “Demonstre aqui quem você é.”
Lucas 2:52

52E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens.

Ter-se dado em CafarnaumCBA
Lucas 4:23
Muitos comentaristas consideraram a referência aos milagres em Cafarnaum como prova de que este episódio ocorreu mais tarde no ministério de Cristo na Galileia, e que o relato de Lucas acerca da visita a Nazaré corresponde ao relato do mesmo episódio registrado em e . No entanto, esta conclusão é injustificada, em vista do fato de que o filho de um nobre foi curado em Cafarnaum (embora Jesus estivesse em Caná nessa época) e por a cidade ter sido agitada por esse episódio (DTN, 200). A cura do filho do nobre ocorreu vários meses antes dessa visita a Nazaré (ver com. de ). Além disso, o povo da Galileia ouviu relatos dos milagres de Jesus na judeia (ver ; DTN, 196). Fica evidente que o ministério formal em Cafarnaum ainda não havia se iniciado (ver com. de ), embora Jesus já tivesse visitado rapidamente a cidade (ver ; ver Nota Adicional a Lucas 4).
Mateus 13:54-58

54E, chegando à sua terra, ensinava o povo na sinagoga, de modo que este se maravilhava e dizia: Donde lhe vem esta sabedoria, e estes poderes milagrosos? 55Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas? 56E não estão entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? 57E escandalizavam-se dele. Jesus, porém, lhes disse: Um profeta não fica sem honra senão na sua terra e na sua própria casa. 58E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.

Marcos 6:1-6

1Saiu Jesus dali, e foi para a sua terra, e os seus discípulos o seguiam. 2Ora, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ao ouví-lo, se maravilhavam, dizendo: Donde lhe vêm estas coisas? e que sabedoria é esta que lhe é dada? e como se fazem tais milagres por suas mãos? 3Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? e não estão aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se dele. 4Então Jesus lhes dizia: Um profeta não fica sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua própria casa. 5E não podia fazer ali nenhum milagre, a não ser curar alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se da incredulidade deles. Em seguida percorria as aldeias circunvizinhas, ensinando.

João 4:53

53Reconheceu, pois, o pai ser aquela hora a mesma em que Jesus lhe dissera: O teu filho vive; e creu ele e toda a sua casa.

João 4:44,45

44Porque Jesus mesmo testificou que um profeta não recebe honra na sua própria pátria. 45Assim, pois, que chegou à Galiléia, os galileus o receberam, porque tinham visto todas as coisas que fizera em Jerusalém na ocasião da festa; pois também eles tinham ido à festa.

Mateus 4:12,13

12Ora, ouvindo Jesus que João fora entregue, retirou-se para a Galiléia; 13e, deixando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zabulom e Naftali;

Lucas 4:14,15

14Então voltou Jesus para a Galiléia no poder do Espírito; e a sua fama correu por toda a circunvizinhança. 15Ensinava nas sinagogas deles, e por todos era louvado.

João 2:12

12Depois disso desceu a Cafarnaum, ele, sua mãe, seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias.

Nota Adicional a Lucas 4CBA
Lucas 4:1-44
Há divergência quanto a primeira rejeição em Nazaré ter ocorrido antes ou depois da Páscoa de 29 d.C. Segundo um ponto de vista, esta visita a Nazaré e os episódios transcorridos até completar a primeira viagem pela Galileia ocorreram antes da Páscoa. Chega-se a esta conclusão, comparando-se a viagem de Cristo da Judeia para a Galileia, mencionada em e (por causa do aprisionamento de João Batista), com Sua viagem mencionada em (que resultou da contenda entre os discípulos de Jesus e os de João).
Mateus 4:12

12Ora, ouvindo Jesus que João fora entregue, retirou-se para a Galiléia;

Marcos 1:14

14Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia pregando o evangelho de Deus

João 4:1-3

1Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2(ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos) 3deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia.

Em apoio a essa referência, foi feita: (1) uma afirmação por Albert Ten Eyck Olmstead (Jesus in the Light of History, 281), atribuindo a leitura de Cristo de

nessa ocasião ao Seder 62d do ciclo trienal de leituras da sinagoga da Lei e dos Profetas, cujo Seder, ele declara, foi lido em 18 de dezembro de 28 d.C.; (2) afirmado que, de outro modo, haveria um silêncio singular por parte dos escritores sinóticos com relação aos episódios entre as Páscoas de 28 e 29 d.C., quando comparados ao relato completo dos episódios entre as Páscoas de 29 e 30 d.C.; e (3) enfatizado o silêncio de Lucas a respeito da presença dos discípulos com Jesus na época dessa visita a Nazaré. Argumenta-se que, depois do encontro com o nobre em Caná, Jesus foi sozinho a Nazaré, tendo enviado Seus discípulos a Cafarnaum para que não testemunhassem Sua rejeição em Nazaré.
Isaías 61:1-3

1O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; 2a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; 3a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado.

Há dificuldades com relação a esse ponto de vista:

1. A declaração de Olmstead de que Jesus leu

porque esta era a leitura regular do ciclo trienal para aquele sábado específico está baseada numa lista do ciclo trienal de leituras, datada aproximadamente em 600 d.C., e encontrada no genizah (um depósito para rolos desgastados) da sinagoga de Fustat, no Cairo. Sabe-se que um ciclo trienal foi utilizado uma vez na Palestina, mas não há evidência de que trechos dos Profetas fossem utilizados nas leituras sabáticas nas sinagogas, antes da destruição do templo, em 70 d.C. Além disso, Olmstead cita Jacob Mann {The Bible as Bead and Preached in the Old Synagogue, 481, 569, 573), em apoio ao uso de como a leitura dos Profetas para o 62° Seder, sendo que Mann conclui que a leitura de não foi a leitura do ciclo trienal dos Profetas para o 62° Seder, muito tempo depois do período do NT. O argumento de que o 62° Seder do ciclo trienal fornece uma base válida para datar a primeira rejeição em Nazaré, desta forma, permanece sem confirmação. Além disso, segundo Lllen White (SP2, 110), “no término do serviço”, depois da leitura usual dos profetas e da exortação pelo ancião, "Jesus levantou-Se com calma e dignidade, e pediu-lhes que Lhe trouxessem o livro do profeta Isaías”. Aparentemente, Ele próprio fez a seleção(referência bibliográfica de Olmstead, 265).
Isaías 61:1-3

1O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; 2a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; 3a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado.

2. O argumento de que o silêncio dos escritores sinóticos requer a atribuição dos episódios no ministério da Galileia entre a primeira rejeição em Nazaré e a primeira viagem à Galileia, inclusive até a Páscoa de 28-29 d.C. é, na melhor das hipóteses, um argumento para o silêncio e, como tal, não é convincente. João é tão silencioso sobre o ministério na Galileia quanto os autores dos sinóticos são silenciosos sobre o ministério na Judeia. Tanto quanto sabemos, nenhum dos autores sinóticos foi testemunha ocular do ministério na Judeia. Possivelmente, o fato de que o ministério na Judeia tenha sido improdutivo em comparação com o ministério na Galileia (ver DTN, 194, 232), levou os escritores sinóticos a ver pouco sentido num extenso relato do período anterior (ver com. de

).
Lucas 4:23

23Disse-lhes Jesus: Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; Tudo o que ouvimos teres feito em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra.

3. A terceira controvérsia também está baseada no argumento do silêncio, portanto, é inconclusiva. Assim, à primeira vista, não há evidência positiva.

Os motivos para atribuir a primeira rejeição em Nazaré à primavera de 29 d.C., depois da Páscoa, são os seguintes:

1. João diz claramente que a saída da Judeia para a Galileia, relatada por ele em

ocorreu em resultado da contenda entre os discípulos de João Batista e os de Jesus (ver ), e indica fortemente que João não estava na prisão na época em que ocorreu essa contenda (). Se João estivesse aprisionado e sua obra tivesse sido interrompida, porque haveria contenda quanto ao fato de que “Jesus fazia e batizava mais discípulos que João” ()? Ele não poderia estar batizando caso estivesse na prisão, e os discípulos dificilmente teriam iniciado a discussão sobre quem era o maior(). De acordo com o Desejado de Todas as Nações, 179, quando “os discípulos de João foram ter com ele com suas queixas" [...] a missão deste pareceu prestes a findar-se, e ainda lhe seria “possível prejudicar a obra de Cristo”, se quisesse. João ainda pregava e batizava. Na prisão, Ele pouco podia fazer para “prejudicar a obra de Cristo”. Por essas razões, parece difícil igualar a saída nos sinóticos (de ) com a de . O relato inspirado ligou a viagem anterior de Jesus apenas ao aprisionamento de João, enquanto a segunda está relacionada à controvérsia entre os dois grupos de discípulos.
João 4:1-3

1Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2(ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos) 3deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia.

João 3:25-36

25Surgiu então uma contenda entre os discípulos de João e um judeu acerca da purificação. 26E foram ter com João e disseram-lhe: Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão, do qual tens dado testemunho, eis que está batizando, e todos vão ter com ele. 27Respondeu João: O homem não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu. 28Vós mesmos me sois testemunhas de que eu disse: Não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dele. 29Aquele que tem a noiva é o noivo; mas o amigo do noivo, que está presente e o ouve, regozija-se muito com a voz do noivo. Assim, pois, este meu gozo está completo. 30É necessário que ele cresça e que eu diminua. 31Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra, e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos. 32Aquilo que ele tem visto e ouvido, isso testifica; e ninguém aceita o seu testemunho. 33Mas o que aceitar o seu testemunho, esse confirma que Deus é verdadeiro. 34Pois aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; porque Deus não dá o Espírito por medida. 35O Pai ama ao Filho, e todas as coisas entregou nas suas mãos. 36Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.

João 4:1,2

1Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2(ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos)

João 3:23-26

23Ora, João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas; e o povo ía e se batizava. 24Pois João ainda não fora lançado no cárcere. 25Surgiu então uma contenda entre os discípulos de João e um judeu acerca da purificação. 26E foram ter com João e disseram-lhe: Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão, do qual tens dado testemunho, eis que está batizando, e todos vão ter com ele.

João 4:1

1Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João

João 3:23,26,30

23Ora, João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas; e o povo ía e se batizava. 26E foram ter com João e disseram-lhe: Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão, do qual tens dado testemunho, eis que está batizando, e todos vão ter com ele. 30É necessário que ele cresça e que eu diminua.

Mateus 4:12

12Ora, ouvindo Jesus que João fora entregue, retirou-se para a Galiléia;

Marcos 1:14

14Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia pregando o evangelho de Deus

2. A saída de Jesus, relatada nos sinóticos (de

) e o início do ministério na Galileia são especificamente situados por Ellen White (DTN, 231, 232; MDC, 2) depois dos episódios de João 5, que ocorreram na Páscoa de 29 d.C. À luz dessas referências do Espírito do Profecia, a saída mencionada pelos sinóticos pode ser equiparada com a mencionada em apenas se a primeira rejeição em Nazaré, o início do ministério em Cafarnaum, o chamado junto ao mar e a primeira viagem à Galileia não forem considerados como parte do ministério na Galileia.
Mateus 4:12

12Ora, ouvindo Jesus que João fora entregue, retirou-se para a Galiléia;

Marcos 1:14

14Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia pregando o evangelho de Deus

João 4:1-3

1Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2(ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos) 3deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia.

3. Jesus novamente Se referiu à mensagem de

poucas semanas mais tarde, na sinagoga em Cafarnaum (DTN, 255), e parece ter empregado palavras semelhantes às que utilizou em Nazaré, em várias ocasiões posteriores (ver DTN, 237; cf. 242). Assim, parece que a leitura de , em Nazaré, e o sermão baseado nesta passagem foram escolhidos pelo próprio Jesus(SP2, 110), e que Ele normalmente pregava sobre esse texto para estabelecer a natureza e os objetivos de Seu ministério.
Isaías 61:1-3

1O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; 2a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; 3a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado.

Parece, portanto, preferível atribuir a primeira rejeição em Nazaré ao final da primavera de 29 d.C.

Veja Também
Referências em livros
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Lucas 4:23-27 Pág. 238
O Desejado de Todas as Nações

Não É Este o Filho do Carpinteiro?

Análise em Cadeia
Conexões temáticas e referências cruzadas para este verso
Lucas 6:42

42Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.

Romanos 2:21,22

21tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? 22Tu, que dizes que não se deve cometer adultério, adultéras? Tu, que abominas os ídolos, roubas os templos?

Mateus 4:13,23

13e, deixando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zabulom e Naftali; 23E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo.

Mateus 11:23

23E tu, Cafarnaum, porventura serás elevada até o céu? até o hades descerás; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje.

João 4:48

48Então Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e prodígios, de modo algum crereis.

João 2:3,4

3E, tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm vinho. 4Respondeu-lhes Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.

João 4:28

28Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens:

João 7:3,4

3Disseram-lhe, então, seus irmãos: Retira-te daqui e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. 4Porque ninguém faz coisa alguma em oculto, quando procura ser conhecido. Já que fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo.

Romanos 11:34,35

34Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro? 35Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?

2 Coríntios 5:16

16Por isso daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne; e, ainda que tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos desse modo.

Mateus 13:54

54E, chegando à sua terra, ensinava o povo na sinagoga, de modo que este se maravilhava e dizia: Donde lhe vem esta sabedoria, e estes poderes milagrosos?

Marcos 6:1

1Saiu Jesus dali, e foi para a sua terra, e os seus discípulos o seguiam.

Marcos 2:1

1Alguns dias depois entrou Jesus outra vez em Cafarnaum, e soube-se que ele estava em casa.

Lucas 4:35

35Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele. E o demônio, tendo-o lançado por terra no meio do povo, saiu dele sem lhe fazer mal algum.

João 4:46

46Foi, então, outra vez a Caná da Galiléia, onde da água fizera vinho. Ora, havia um oficial do rei, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum.

Lucas 2:39,51

39Assim que cumpriram tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para sua cidade de Nazaré. 51Então, descendo com eles, foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava todas estas coisas em seu coração.

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