30Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem voltados para este lugar. Sim, ouve tu do lugar da tua habitação no céu; ouve, e perdoa. 34ouve então do céu, e perdoa a pecado do teu povo Israel, e torna a levá-lo à terra que deste a seus pais. 39ouve então do céu, lugar da tua habitação, perdoa, e age, retribuindo a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo vires o seu coração (pois tu, só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens); 50perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, perdoa todas as transgressões que houverem cometido contra ti, e dá-lhes alcançar misericórdia da parte dos que os levarem cativos, para que se compadeçam deles;
7mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado. 8Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. 9Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
21Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? 22Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete. 23Por isso o reino dos céus é comparado a um rei que quis tomar contas a seus servos; 24e, tendo começado a tomá-las, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; 25mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que se pagasse a dívida. 26Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, tem paciência comigo, que tudo te pagarei. 27O senhor daquele servo, pois, movido de compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida. 34E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia.
40E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, tenho uma coisa a dizer-te. Respondeu ele: Dize-a, Mestre. 41Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro cinquenta. 42Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles, pois, o amará mais? 43Respondeu Simão: Suponho que é aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe Jesus: Julgaste bem. 44E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta com suas lágrimas os regou e com seus cabelos os enxugou. 45Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. 46Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta com bálsamo ungiu-me os pés. 47Por isso te digo: Perdoados lhe são os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. 48E disse a ela: Perdoados são os teus pecados.
21Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? 22Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete. 28Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves. 29Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei. 30Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. 31Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor. 32Então o seu senhor, chamando-o á sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste; 33não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti? 34E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. 35Assim vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão.
12Então disseram: Nós lho restituiremos, e nada lhes pediremos; faremos assim como dizes. Então, chamando os sacerdotes, fi-los jurar que fariam conforme prometeram. 13Também sacudi as minhas vestes, e disse: Assim sacuda Deus da sua casa e do seu trabalho todo homem que não cumprir esta promessa; assim mesmo seja ele sacudido e despojado. E toda a congregação disse: Amém! E louvaram ao Senhor; e o povo fez conforme a sua promessa.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Perdoa-nosCBA
Mateus 6:1211Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram.
36E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia com ele também outros barcos.
DívidasCBA
Mateus 6:124Ora, ao que trabalha não se lhe conta a recompensa como dádiva, mas sim como dívida;
4Respondeu-lhes Jesus: Ide contar a João as coisas que ouvis e vedes:
28Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves. 30Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
41Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro cinquenta. 42Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles, pois, o amará mais? 43Respondeu Simão: Suponho que é aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe Jesus: Julgaste bem.
Assim como nós temos perdoadoCBA
Mateus 6:1224deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.
23Por isso o reino dos céus é comparado a um rei que quis tomar contas a seus servos; 24e, tendo começado a tomá-las, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; 25mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que se pagasse a dívida. 26Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, tem paciência comigo, que tudo te pagarei. 27O senhor daquele servo, pois, movido de compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida. 28Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves. 29Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei. 30Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. 31Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor. 32Então o seu senhor, chamando-o á sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste; 33não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti? 34E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. 35Assim vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão.
Nossos devedoresCBA
Mateus 6:12