20porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado. 21Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas; 22isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há distinção. 23Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; 24sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, 25ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; 26para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus. 27Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. 28concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
23Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas; 24mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em entender, e em me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço benevolência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.
1É necessário gloriar-me, embora não convenha; mas passarei a visões e revelações do Senhor. 2Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu. 3Sim, conheço o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei: Deus o sabe), 4que foi arrebatado ao paraíso, e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir. 5Desse tal me gloriarei, mas de mim mesmo não me gloriarei, senão nas minhas fraquezas. 6Pois, se quiser gloriar-me, não serei insensato, porque direi a verdade; 7E, para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de que eu não me exalte demais; 8acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim; 9e ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo.
12e acontecerá que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é mulher dele. E me matarão a mim, mas a ti te guardarão em vida. 13Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma em atenção a ti. 18Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? por que não me disseste que ela era tua mulher? 20E Faraó deu ordens aos seus guardas a respeito dele, os quais o despediram a ele, e a sua mulher, e a tudo o que tinha.
9Então chamou Abimeleque a Abraão e lhe perguntou: Que é que nos fizeste? e em que pequei contra ti, para trazeres sobre mim o sobre o meu reino tamanho pecado? Tu me fizeste o que não se deve fazer. 10Perguntou mais Abimeleque a Abraão: Com que intenção fizeste isto? 11Respondeu Abraão: Porque pensei: Certamente não há temor de Deus neste lugar; matar-me-ão por causa da minha mulher. 12Além disso ela é realmente minha irmã, filha de meu pai, ainda que não de minha mãe; e veio a ser minha mulher. 13Quando Deus me fez sair errante da casa de meu pai, eu lhe disse a ela: Esta é a graça que me farás: em todo lugar aonde formos, dize de mim: Ele é meu irmão.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Foi justificadoCBA
Romanos 4:23Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. 4Ora, ao que trabalha não se lhe conta a recompensa como dádiva, mas sim como dívida; 5porém ao que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é contada como justiça;