1Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor. 2Tem compaixão de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados. 3Também a minha alma está muito perturbada; mas tu, Senhor, até quando?... 4Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua misericórdia. 5Pois na morte não há lembrança de ti; no Seol quem te louvará? 6Estou cansado do meu gemido; toda noite faço nadar em lágrimas a minha cama, inundo com elas o meu leito. 7Os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e enfraquecem por causa de todos os meus inimigos. 8Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu pranto. 9O Senhor já ouviu a minha súplica, o Senhor aceita a minha oração.
1Até quando, ó Senhor, te esquecerás de mim? para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? 2Até quando encherei de cuidados a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando o meu inimigo se exaltará sobre mim? 3Considera e responde-me, ó Senhor, Deus meu; alumia os meus olhos para que eu não durma o sono da morte; 4para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários não se alegrem, em sendo eu abalado. 5Mas eu confio na tua benignidade; o meu coração se regozija na tua salvação.
7Tu, Senhor, pelo teu favor fizeste que a minha montanha permanecesse forte; ocultaste o teu rosto, e fiquei conturbado. 8A ti, Senhor, clamei, e ao Senhor supliquei: 9Que proveito haverá no meu sangue, se eu descer à cova? Porventura te louvará o pó? Anunciará ele a tua verdade? 10Ouve, Senhor, e tem compaixão de mim! Ó Senhor, sê o meu ajudador! 11Tornaste o meu pranto em regozijo, tiraste o meu cilício, e me cingiste de alegria;
3Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. 4Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. 5Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. 6Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão. 7Tu és o meu esconderijo; preservas-me da angústia; de alegres cânticos de livramento me cercas.
1Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. 2Também me tirou duma cova de destruição, dum charco de lodo; pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. 3Pôs na minha boca um cântico novo, um hino ao nosso Deus; muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor.
3Os laços da morte me cercaram; as angústias do Seol se apoderaram de mim; sofri tribulação e tristeza. 4Então invoquei o nome do Senhor, dizendo:Ó Senhor, eu te rogo, livra-me. 5Compassivo é o Senhor, e justo; sim, misericordioso é o nosso Deus. 6O Senhor guarda os simples; quando me acho abatido, ele me salva. 7Volta, minha alma, ao teu repouso, pois o Senhor te fez bem.
14Como a andorinha, ou o grou, assim eu chilreava; e gemia como a pomba; os meus olhos se cansavam de olhar para cima; ó Senhor, ando oprimido! fica por meu fiador. 15Que direi? como mo prometeu, assim ele mesmo o cumpriu; assim passarei mansamente por todos os meus anos, por causa da amargura da minha alma. 16Ó Senhor por estas coisas vivem os homens, e inteiramente nelas está a vida do meu espírito; portanto restabelece-me, e faze-me viver. 17Eis que foi para minha paz que eu estive em grande amargura; tu, porém, amando a minha alma, a livraste da cova da corrupção; porque lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados. 18Pois não pode louvar-te o Seol, nem a morte cantar-te os louvores; os que descem para a cova não podem esperar na tua verdade. 19O vivente, o vivente é que te louva, como eu hoje faço; o pai aos filhos faz notória a tua verdade.
11Assim voltarão os resgatados do Senhor, e virão com júbilo a Sião; e haverá perpétua alegria sobre as suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, a tristeza e o gemido fugirão. 12Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para teres medo dum homem, que é mortal, ou do filho do homem que se tornará como feno;
2a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; 3a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado.
9Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho direito em que não tropeçarão; porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito. 10Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai-a nas longinquas terras maritimas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho. 11Pois o Senhor resgatou a Jacó, e o livrou da mão do que era mais forte do que ele. 12E virão, e cantarão de júbilo nos altos de Sião, e ficarão radiantes pelos bens do Senhor, pelo trigo, o mosto, e o azeite, pelos cordeiros e os bezerros; e a sua vida será como um jardim regado, e nunca mais desfalecerão. 16Assim diz o Senhor: Reprime a tua voz do choro, e das lágrimas os teus olhos; porque há galardão para o teu trabalho, diz o Senhor, e eles voltarão da terra do imimigo. 17E há esperança para o teu futuro, diz o Senhor; pois teus filhos voltarão para os seus termos.
10Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; e olharão para aquele a quem traspassaram, e o prantearão como quem pranteia por seu filho único; e chorarão amargamente por ele, como se chora pelo primogênito. 11Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megidom. 12E a terra pranteará, cada família à parte: a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; e a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte; 13a familia da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família de Simei à parte, e suas mulheres à parte; 14todas as mais famílias, cade família à parte, e suas mulheres à parte.
20Em verdade, em verdade, vos digo que vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós estareis tristes, porém a vossa tristeza se converterá em alegria. 21A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo gozo de haver um homem nascido ao mundo. 22Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-á o vosso coração, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará.
4que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. 5Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação. 6Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; 7e a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
9agora folgo, não porque fostes contristados, mas porque o fostes para o arrependimento; pois segundo Deus fostes contristados, para que por nós não sofrêsseis dano em coisa alguma. 10Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte.
14Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. 15Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. 16Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum; 17porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.
Comentários Bíblicos
Análises teológicas e notas explicativasComentário Bíblico
Os que choramCBA
Mateus 5:49Entristeceu-se, então, o rei; mas, por causa do juramento, e dos que estavam à mesa com ele, ordenou que se lhe desse,
6na qual exultais, ainda que agora por um pouco de tempo, sendo necessário, estejais contristados por várias provações,
3Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
5Então disse eu: Ai de mim! pois estou perdido; porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio dum povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos!
24Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Serão consoladosCBA
Mateus 5:41Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
16E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.
Assim como Deus satisfaz o senso de necessidade espiritual com as riquezas da graça celestial (ver com. de
3Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.